13/03/2011

Desencarnes em Massa e Tragédias Coletivas




Algumas vezes a Humanidade, em determinadas regiões do Planeta, chora a dor da destruição de cidades e a perda dos entes queridos. Catástrofes naturais ou acidentais vitimam milhares de pessoas.
O Espiritismo apresenta-nos a destruição como uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, importando no aniquilamento da vida material, a interrupção da atual experiência. Há, segundo a cátedra espírita, as desencarnações naturais, as provocadas e as violentas. 


As naturais decorrem do esgotamento dos órgãos e representam o encerramento programado das existências corporais, segundo a lei de causa e efeito e o planejamento encarnatório do ser. 


As provocadas resultam da ação humana no espectro da criminalidade e da agressividade (assassínio, atentados, guerras). 


As violentas encampam a ocorrência de catástrofes naturais (enchentes, terremotos, maremotos, ciclones, erupções, desmoronamentos, acidentes aéreos, automobilísticos, ferro ou aquaviários, entre outros), sem desconsiderar que a ação ou omissão humana, em face da ganância, da prepotência e da corrupção, pode estar entre as causas que geram tais efeitos danosos. 
Os homens abusam da natureza, com escavações, desmatamento, aterros e outros mais, e sua imprevidência acaba gerando as catástrofes naturais. 


Nos casos do ocorrido com várias vítimas, seja em pequena, média ou grave dimensão, entende-se que as faltas coletivamente cometidas pelas pessoas (que retornam à vida material) são expiadas solidariamente, em razão dos vínculos espirituais entre elas existentes. 
Necessário se torna qualificar a condição daqueles que, por comportamentos na atual existência, possam sublimar as provas, alterando para melhor o planejamento vital, garantindo a ampliação de sua permanência no orbe, redefinindo aspectos relativos à reparação de faltas e à construção e realização de novas oportunidades. Eis um caminho para explicar, por exemplo e, ainda que não definitivamente, a existência de sobreviventes. 


 A compreensão espírita  na análise de tudo o que lhe rodeia, permite, a desconsideração do termo fatalidade como sendo algo relativo à desgraça, ao destino imutável dos seres, pois o Espírito, conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir.


Por isso, o Espiritismo é considerada a Doutrina da Responsabilidade, porque nos permite que analisemos nossa relação com fatos e acontecimentos da vida (material e espiritual). 
Marcelo Henrique Pereira


Haverá mesmo um desencarne em massa nesta transição do planeta Terra?

Sim, mas menor do que a humanidade tem notícias. Haverá um desencarne grande porque é a última chance ou o que é chamado na bíblia de “julgamento final”.

Veja bem. Deus não poderá deixar na carne aqueles que não tem mais condições de atingir o estágio evolutivo necessário para continuar a viver neste planeta no novo sentido de encarnação. Se estes permanecessem encarnados haveria o risco deles adquirirem mais carma e isto não seria justo. Por isto Deus precisará retirá-los.

Também não poderá deixar aqueles que já conseguiram atingir o estágio evolutivo necessário para a vida no novo sentido de encarnação porque o Pai precisa deles para auxiliar os que ainda buscam a sua “aprovação”.

Além disto, como se trata de “última chance” é necessário que todos a tenham. Por isto grande número de espíritos que não encarnavam há muito tempo terão que fazê-lo agora. No entanto, o planeta possui uma “lotação” que não pode ser suplantada.

Sendo assim, além dos outros dois motivos que citei para o desencarne em massa nestes tempos que vivemos, há também o de “abrir espaço” para estas últimas oportunidades encarnatórias que o Pai está concedendo aos mais recalcitrantes.

Portanto, saiba que haverá sim desencarnes de grande número de seres humanizados, mas isto não será dentro do volume (um terço da população) que se comenta sobre o planeta.




Nota Nossa => Sabemos que os desencarnes em massa já estão em processo avançado, como vem acontecendo muito frequentemente.
Diante essas evidências, resta-nos analisarmos nossos atos e ações...analisando nosso interior, e ver o que podemos melhorar, arrancando de nós as raízes fecundas do ciúme, da vaidade, do ódio, rancor, egoísmo, entre outros, principalmente o orgulho perverso que faz cair as massas.
Não devemos esquecer que a Paz do mundo Começa em cada um de nós...pessoas melhor, planeta melhor.
Devemos perguntar sempre para nós mesmos:
O que podemos fazer em benefício do nosso próximo?
Saiba que temos muitas coisas a realizar em benefício de muitas pessoas, além de auxílio material, podemos sempre auxiliar com bons pensamentos, uma oração a pessoas que necessitam, orar pelo Planeta, ouvir pessoas que esteja passando dificuldades, visitar pessoas enfermas...existem muitas coisas a realizar e devemos aproveitar a oportunidade que a misericórdia divina nos presenteia, oportunidade unica que nos é concedida para nosso próprio crescimento espiritual.
"Olhem quem tem olhos para ver"


Pedidos de Prece pelo e-mail:
atendimentofraterno1@hotmail.com







2 comentários:

Édila Quintela disse...

Adorei poder conectar agora com Espiritismo com Amor e vou aprender muito pois tenho sede de conhecimentos sobre a temática e lendo um esclarecimento sobre Colônias Espirituais no Brasil o que foi por demais aproveitável, mas o autor cujo nome não lembro agora me deixou uma dúvida em seu adendo de observações, quando falou que não há colônias espirituais para católicos, porque? Isso quer dizer o que?Sinceramente não entendi bem. Gostaria de melhores esclarecimentos.

Silvânia disse...

Cara Édila, as colônias espirituais são para todos, não tem necessidade de divisão, já que somos filhos do mesmo Pai, o autor do Universo...

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