Fonte: Revista Cristã de Espiritismo - ed.07
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25/11/2013
Os Mecanismos da Reencarnação
Quais são os fatores determinantes no processo reencarnatório?
Dr. Cícero Marcos Teixeira
Histórica
e culturalmente, a gestação ou gravidez é considerada função da mulher.
Isso é verdadeiro do ponto de vista biológico. Entretanto, na visão
espírita, não se circunscreve apenas à mulher propriamente dita.
A
gravidez é também um estado psicofísico, emocional, que envolve o
homem, juntamente com a mulher, no desempenho da função procriadora de
um novo corpo físico, com a participação direta, consciente ou
inconsciente, do espírito reencarnante.
Portanto, no mínimo três individualidades estão diretamente envolvidas na dinâmica da gestação de um novo corpo físico.
O
homem, em particular, precisa se educar e se auto-educar, no sentido de
assumir e desempenhar a função da paternidade em toda a sua abrangência
e plenitude conscientemente, não transferindo à mulher toda a
responsabilidade na ação co-criadora da gestação de um corpo físico de
um filho ou uma filha.
Preliminarmente,
destaca-se a interação bioenergética anímico-mediúnica das partes
interessadas na ação co-criadora da paternidade-maternidade, na dinâmica
da gestação. Tal intervenção se faz consciente ou inconscientemente,
além daquela psicofísica, em nível biológico propriamente dito.
Por que interação anímico-mediúnica consciencial? É de
conhecimento geral que as dimensões biológicas, psicológicas,
emocionais e sentimentais são componentes dinâmicos da gestação de um
corpo físico para ser veículo da consciência individual reencarnante, na
condição de filho ou filha. Com a interação anímico-mediúnica não há o
mesmo reconhecimento. Entretanto, efetua-se nas diferentes fases da
gravidez, desde a etapa que precede o grande momento da fecundação
biológica, prossegue ao longo de todo o período gestacional e culmina
com a fase do parto propriamente dito, ocorrendo com maior ou menor
freqüência ao longo da vida de relação da vida familiar entre pais,
filhos e irmãos nas mais variadas circunstâncias.
Interação mente-matéria
Tal
interação se processa através das funções Psi, inerentes ao psiquismo
dos pais gestantes e filho ou filha reencarnantes durante a gestação
propriamente dita, através de percepções extrasensoriais.
Não
se conhece ainda, em detalhes mais profundos, o dinamismo psicofísico,
sensorial e extrasensorial de tal processo mento-afetivo, que não se
circunscreve apenas à dimensão biológica, mas inclui também a
psicológica – a emoção, o sentimento e a maior ou menor lucidez
cognitiva consciencial.
Mas
o que se pode afirmar, a partir do conhecimento parapsicológico das
funções Psi (divididas em Psi-gamma – telepatia, clarividência e
clariaudiência – e Psi-Kappa – ação da mente diretamente sobre a
matéria) e dos informes dos espíritos, é que a mente reencarnante exerce
sua ação teledinâmica através de campos bioenergéticos modeladores e
organizadores do perispírito, interferindo na organogênese do corpo
físico, com a correspondente participação dos pais gestantes. A análise
de fatores intervenientes nesse processo de interação dinâmica pressupõe
a constituição fisiopsicossomática do homem, cuja anatomia fisiológica é
composta de outros corpos energéticos mais sutis, que servem de
substrato para a composição do sistema ternário humano (corpo, espírito e
perispírito) quando encarnado do ponto de vista espírita,
especificamente, ou do sistema septenário, na visão de escolas
espirituais orientais, sem nenhum antagonismo excludente, mas implícita e
explicitamente complementares. Nesta oportunidade, não se pretende
aprofundar na complexidade bioenergética da individualidade em sua
dimensão extrafísica.
Entretanto,
é necessário que se esclareça que, além do complexo desse sistema de
interação bioenergética, o homem e a mulher que se propõem a assumir a
responsabilidade da paternidade e da maternidade estabelecem um campo
bioenergético extrafísico, psicodinâmico, ideoplástico, anímico e
mediúnico, que pode favorecer a atração do espírito ou consciência
preexistente que vive no mundo espiritual como desencarnado; no
respectivo plano consciencial, compatível com o grau de evolução moral
alcançado.
Princípios Fundamentais
Propomos os seguintes princípios fundamentais do processo de gestação à luz do Espiritismo:
O
ser humano é um espírito ou consciência individualizada, dotada de
razão, instrumentalizada pela linguagem, livre-arbítrio, instinto,
memória, emoção e sentimento;
O
espírito ou o eu-consciência é arquiteto de seu próprio destino, em
obediência às leis da vida: evolução, reencarnação, ação e reação ou lei
do carma e lei do progresso, através da qual expande a consciência rumo
à plenitude do ser;
O
espírito desencarnado preexiste à formação do seu corpo físico, pensa,
sente e age de acordo com o seu estágio de evolução cognitiva,
sentimento e moralidade, no respectivo plano consciencial e extrafísico;
Em
obediência ao principio universal de afinidade, sintonia e ressonância,
quando oportuno ou necessário, o espírito, em função de sua necessidade
de realização e auto-realização, vê-se na contingência de "um novo
renascer" no plano físico para prosseguir sua evolução planetária;
Nessa
fase de sua evolução, de acordo com sua maior ou menor autonomia
volitiva, necessidade e merecimento, se propõe e/ou se dispõe a
participar do planejamento de sua nova e futura reencarnação;
O
planejamento reencarnatório envolve complexas medidas dinâmicas e
teledinâmicas de natureza bioenergética no plano extrafísico, de acordo
com a "Genética Espiritual" e lei de ação e reação que estabelecem as
condições orientadoras na execução do plano reencarnatório individual,
de modo a permitir que cada espírito herde de si mesmo, com a
contribuição de seus pais no plano físico;
Tal planejamento é orientado e administrado nos planos extrafísicos por entidades de elevada sabedoria e hierarquia espiritual.
A
maior parte da humanidade terrestre, encarnada e desencarnada, ainda se
encontra nos primeiros estágios de evolução. Goza de autonomia muito
restrita e não tem condições de usar o livre-arbítrio com discernimento;
Quanto maior for o grau de evolução consciencial ao longo de seu continuum histórico
palingenésico maior será a participação direta do espírito reencarnante
em todas as fases do planejamento e execução de sua própria
reencarnação, sob a assistência técnica dos "geneticistas" e
"embriologistas", podendo participar da modelagem do futuro corpo
físico, em obediência às leis da "herança espiritual" condicionantes da
herança psicofísica biológica.
O
espírito encarnado ou desencarnado é assistido nas suas necessidades de
auto-realização e progresso de acordo com a lei de merecimento;
O
espírito candidato à nova experiência reencarnatória no plano físico
passa por uma fase preparatória de análise e auto-análise através de um
processo de profunda introspecção, mediante urna visão retrospectiva de
sua história pessoal, valendo-se dos registros de sua memória absoluta,
vê com clareza e em detalhes esclarecedores as ações pretéritas, podendo
ser assessorado pelos mentores no planejamento de um novo projeto
reencarnatório. Após esse exame analítico consciencial, cada espírito
entra em uma nova etapa de programação da futura existência, em função
de sua herança espiritual;
Providências
gerais e específicas são tomadas no sentido de conjugar harmonicamente o
livre-arbítrio e o determinismo da lei de causa e efeito, objetivando
sempre o progresso e o aperfeiçoamento individual e coletivo;
Em
obediência à lei de sintonia, afinidade e ressonância, cada espírito
encontra-se ligado ao respectivo grupo familiar e racial, ao seu povo ou
nação, ao longo do continuum histórico palingenésico;
Desse
modo, a escolha do grupo familiar e dos futuros pais obedece aos
princípios gerais das leis citadas, em consonância com a respectiva
herança consciencial, psicológica e espiritual. Essa herança fica
registrada na memória genética perispirítica através das matrizes Psi
dos respectivos genes. Estes irão se expressar por meio do genótipo ou
fenótipo no plano biológico, através da organogênese do futuro corpo
físico, com a contribuição biogenética dos respectivos pais.
Processo Reencarnatório
Estabelecidas
as diretrizes gerais e específicas para a viabilidade do planejamento
reencarnatório, o espírito reencarnante entra na fase préreencarnatória,
cujo tempo de execução varia de acordo com as características e
necessidades específicas de cada individualidade, levando em conta todos
aqueles princípios já explanados.
Fase Preparativa
Ocorre, nesta fase, na dimensão extrafísica:
Escolha dos futuros familiares e pais biológicos, em função de compromissos, comprometimentos e vinculações cármicas:
Estabelecimento
do programa geral de futuras realizações e auto-realizações no plano
físico, tendo em vista os objetivos educativos a serem atendidos;
Prévia
escolha ou determinação de sexo genético, que se verifica de acordo com
a respectiva sexualidade e características genético-espirituais do
reencarnante e segundo determinantes cármicos conscienciais
preexistentes, tendo em vista futuras realizações;
Definição do tipo de reencarnação: compulsório ou de livre escolha; provacional; expiatória; sacrificial ou missionária;
Execução
do plano de associação e vinculação psicodinâmica, bioenergética,
mental e afetiva - essa fase inclui os futuros pais gestantes e demais
familiares, segundo as necessidades de harmonização, entendimento, apoio
mútuo, afinidade, sintonia e ressonância.
Em
conseqüência das necessidades e exigências específicas de bem cumprir
os imperativos naturais das leis da vida, já citadas, nessa etapa da
fase preparatória, o espírito candidato à nova reencarnação passa a
conviver no clima psicofísico e emocional dos futuros pais em especial,
interagindo dinamicamente com os mesmos, procurando estabelecer as
melhores relações de sintonia, afinidade e ressonância indispensáveis ao
êxito da concretização do complexo e laborioso planejamento
reencarnatório. Múltiplas operações bioenergéticas e
magnético-espirituais podem ser realizadas pelos espíritos construtores
nas intervenções que se fizerem necessárias na organização perispirítica
do reencarnante. Para poder efetivar a ligação com a célula-ovo no
zigoto, a partir da fecundação propriamente dita, ocorre previamente no
plano extrafísico, a miniaturização, que se caracteriza pela redução da
forma perispirítica.
Com
base na análise dos mapas cromossômicos e organogênicos, tais
intervenções se fazem no sentido de orientar a modelagem bioenergética e
genético-estrutural referente à embriogênese e morfogênese do futuro
corpo físico, em consonância com a herança cármica e o programa de
realização na nova experiência reencarnatória.
Efetuadas
as operações de imantação e ligação do perispírito da consciência do
reencarnante à célula-ovo, no terço médio da trompa de Falópio, segue-se
a nidação no útero materno, com a participação mento-afetiva dos pais
gestantes e do filho ou filhos reencarnantes.
Fase Organogênica
Após
a fecundação propriamente dita, inicia-se a fase organogênica,
envolvendo embriogênese, histogênese e morfogênese, em obediência às
leis biogenéticas, culminando no crescimento e desenvolvimento do corpo
físico que virá a nascer posteriormente.
Na
realidade, para o novo corpo físico é nascimento, mas para o espírito
reencarnante é um novo renascimento. À medida que se processam as fases
embriológicas e organogênicas, culminando no crescimento e
desenvolvimento do feto, o reencarnante vai adensando o seu perispírito
miniaturizado e, conseqüentemente, vai entrando num estado de bloqueio
de memória, com o esquecimento total ou parcial de suas vivências
reencarnatórias anteriores.
Essa
é uma das causas do esquecimento, que constitui um mecanismo de defesa e
autopreservação de natureza neurofisiológica, psicológica, consciencial
e, sobretudo, de ordem ética.
As
idéias deste artigo são resultado de um esforço de teorização sobre uma
experiência que está em pleno desenvolvimento. Por isso, o que aqui
registramos poderá ser aprofundado ao longo do tempo. Novos conceitos
poderão ser propostos. A educação de pais gestantes à luz do Espiritismo
é uma necessidade urgente que se situa no âmbito das finalidades
educacionais e terapêuticas da casa espírita, numa perspectiva mais
ampla que relaciona o Espiritismo com as áreas da educação, higiene e
saúde.
Fonte: Revista Cristã de Espiritismo - ed.07
Estamos reencarnados...
O espiritualismo e outras religiões antigas trataram da reencarnação como uma verdade. Nos silêncios dos mosteiros, em paredes fechadas das doutrinas secretas ou em subsolos diversos onde os estudos transcendentais eram levados a efeito, a reencarnação foi sempre o ponto de referência para entendimento das diversas leis naturais, dentre elas a lei de causa e efeito. Certamente nossos antepassados tiveram razões de sobra para velar tal conhecimento de mentes ainda infantis para assunto tão complexo. No evangelho de Jesus o assunto é tratado diversas vezes, sendo o mais notável o diálogo de Jesus e Nicodemos inscrito no Cap. 3 v. 1 a 12 do evangelho de João. O Espiritismo teve a tarefa de levantar o véu do assunto e expô-lo de forma clara para que todos pudessem entender e se transformar tendo em vista os processos da evolução contínua. Atualmente a ciência vem tratando do assunto, o que tem levado a mídia incorporar em seus noticiários, entrevistas ou seriados e novelas televisivas a reencarnação
Realmente há vidas anteriores e vidas sucessivas.
Já dizia Platão que: “conhecer é recordar a verdade que já trazemos em nós, inerente ao aparato racional e intuitivo de que somos desde o nascimento dotados. Nesse sentido, aprender é mesmo descobrir o que já sabemos”
Numa só existência é impossível conhecer tudo e livrar-nos de tantos erro.
Sabemos que as leis naturais são a expressão da verdade instituída por Deus.
Muitos me questionam sobre o esquecimento temporário das vidas
passadas.
Basta pensar: E se soubéssemos o que fomos anteriormente, será que ajudaria no processo presente?
Cabe
ai uma boa reflexão, pois o importante é o que fazemos na nossa vida
hoje, o passado está no esquecimento graças a Misericórdia de Deus, que
nos dá esse esquecimento justamente para aliviar nosso sofrimento, e a
vida presente como todas as vida é um presente de Deus para nós, só
temos a agradecer...
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Reencarnação e Vidas Passadas
03/11/2013
Falando de Arrogância
Ontem estava lembrando que certa vez uma pessoa me perguntou se pessoas arrogantes atraem espíritos inferiores.
Sim, atraem e muito, porque arrogância esta ligada ao atraso moral do espírito, seja encarnado ou desencarnado.
De acordo com a Leis Espirituais, semelhante atrai semelhante...e isso é sempre.
Tendo mais simplicidade e modéstia em nossa moralidade, nas palavras e em atos, podemos encher de luz a nossa aura, afastando presenças intrusas e negativas.
Inúmeras vezes os espíritos obsessores, identificam o clima deletério nas energias de algumas pessoas, havendo ai uma sintonia vibratória energética.
Por isso nunca devemos esquecer o ensinamento do nosso amado Jesus: "Bem - aventurados os simples de coração".
"Orai e Vigiai"
Nunca esquecermos que devemos ter equilíbrio nas nossas posturas, e tudo que realizarmos na nossa vida, consultar nossa consciência e verificar se está de acordo.
Por isso, todos nós estamos encarnados aqui na Terra, para aprendermos
os atributos da paz da simplicidade na senda, espiritual e humana.
Os grandes inimigos estão dentro de nós mesmos.
Erradicar a arrogância é preciso... Para sermos felizes.
Sim, para vencermos a nós mesmos.
os atributos da paz da simplicidade na senda, espiritual e humana.
Os grandes inimigos estão dentro de nós mesmos.
Erradicar a arrogância é preciso... Para sermos felizes.
Sim, para vencermos a nós mesmos.
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24/08/2013
REGRESSÃO DA MEMÓRIA - EMMANUEL
Se fomos trazidos à Terra para esquecer o nosso passado, valorizar o presente e preparar em nosso benefício o futuro
melhor, porque provocar a regressão da memória do que fomos ou fizemos, simplesmente por questões de curiosidade
vazia, ou buscar aqueles que foram nossos companheiros, a fim de regressar aos desequilíbrios que hoje resgatamos?
A nossa própria existência atual nos apresentará as tarefas e provas que, em si, são a recapitulação de nosso passado em
nossas diversas vidas, ou mesmo, somente de nossa passagem última na Terra fixada no mundo físico, curso de
regeneração em que estamos integrados nas chamadas provações de cada dia.
Porque efetuar a regressão da memória, unicamente para chorar a lembrança dos pretéritos episódios infelizes, ou
exibirmos grandeza ilusória em situações que, por simples desejo de leviana retomada de acontecimentos, fomos
protagonistas, se já sabemos, especialmente com Allan Kardec, que estamos eliminando gradativamente as nossas
imperfeições naturais ou apagando o brilho falso de tantos descaminhos que apenas nos induzirão a erros que não mais
desejamos repetir?
Sejamos sinceros e lancemos um olhar para nossas tendências.
Emmanuel
Pelo Médium Francisco Cândido Xavier
08/06/2013
Palestra Espírita - Fluidoterapia Espírita - Videoaula 01 - Passes e águ...
A equipe do Projeto Espiritizar produziu uma interessante série de videoaulas com um curso sobre "Fluidoterapia Espírita", explanado pelo orador espírita Alírio de Cerqueira Filho, por isso estamos compartilhando com nossos amigos e esperamos que os vídeos sejam proveitosos para sua reflexão acerca de magnetismo, da prática do passe, da mediunidade de cura e demais temas afins.
Acompanhe a videoaula 1 - Passes e água fluidificada:
COMÉDIA: "O LIVRO DOS MÉDIUNS"
Parabenizamos esse trabalho divertido e bem trabalhado
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O Livro dos Médiuns
05/11/2011
Deficiência Mental
Silvânia.
Quando vemos um deficiente físico ou mental, ficamos a indagar o porquê de determinadas pessoas encarnarem em corpos enfermos?
Na antiguidade, a humanidade pensava que os indivíduos vinham com essas enfermidades por que os deuses não gostavam deles, assim, seria um castigo imposto por algo indevido que haviam praticado.
Toda enfermidade é um resgate por excessos do pretérito. No livro Deficiente Mental: Por que fui um?, há o seguinte comentário sobre esse assunto: “Temos muitas oportunidades de voltar a Terra em corpos diferentes e que são adequados para o aprendizado necessário. Quando há muito abuso, há o desequilíbrio, e para ter novamente o equilíbrio tem de haver a recuperação. Quando se danifica o corpo perfeito, podemos por aprendizado tê-lo com anormalidades para aprender a dar valor a essa grande oportunidade que é viver por períodos num corpo de carne. Somos o que fizemos, somos o que praticamos e por isso iremos merecer aquilo que fizemos de bom ou de ruim, e as dificuldades que passamos no período da encarnação são lições preciosas”.
Convictos de que o espírito escolhe as provações que experimentará na terra, durante o processo reencarnatório nas esferas superiores, o individuo em plena condição moral dos seus atos, elege automaticamente para si, grande parte das doenças que lhe incorporam ás preocupações.
Lembramos das decisões lamentáveis, em que assumimos no corpo físico, todos sabemos que a prática do bem é simples dever de praticar o bem, é o único antídoto contra o mal em nós próprios.Entretanto, criamos habitualmente, ás sugestões do mal, favorecendo á instalação de determinadas moléstias no corpo físico. Seja na ingestão de alimentos inadequados, por extravagância á mesa, seja no uso do álcool mesmo moderado, no aborto criminoso e nos abusos sexuais, estabelecemos em nosso prejuízo as síndromes das mais diferentes ordens.
Mantidas tais conexões, surgem freqüentemente os processos obsessivos que, muitas vezes, sem afetarem a razão, nos mantém nos domínios da enfermidade e assim pouco a pouco esterilizam nossas forças e corroem a nossa existência. É servindo ao próximo, serviremos á nos mesmo, lembrando que cada um adquire as doenças que deseja para tormento próprio.
Como fica o espírito do deficiente mental em sua existência?
R: Sabemos que durante alguns momentos o espírito do deficiente, tem períodos de lucidez, afinal não seria justo que o doente não tivesse consciência do seu estado senão para que serviria a sua expiação. Por isso, o espírito sempre terá momentos de lucidez para saber valorizar o novo corpo e em muitos casos o deficiente tem plena certeza do seu estado atual. Durante o sono é que o deficiente mental tem a maior consciência e nitidez em que encontra o seu corpo material, é no momento do sono e dos sonhos que o espírito se desprende parcialmente do corpo e assim esta liberto por alguns momentos.
Qual é o papel da família?
R: A família tem um papel fundamental, a expiação não é só do enfermo mas sim de toda a família, o resgate e a regeneração também são para os membros da família, para que todos possam atingir uma conduta moral coletiva, isto é em muitos casos aquele deficiente esta nesta ou naquela condição para que a sua família ou um determinado membro evolua.
O convívio a família é o primeiro degrau, o primeiro grupo social do qual fazemos parte e em segundo lugar a escola é em casa aonde aprendemos as primeiras noções de comportamento e atitudes, portanto, o convívio do deficiente com a família gera a compreensão, afetividade, carinho, companheirismo, união e principalmente que o lar esteja sempre em harmonia. E se possível à prática do evangelho no lar, mudança de atitudes e pensamentos. Na educação é necessário procurar escolas capacitadas e profissionais especializados e treinados, que possam oferecer as mais variadas atividades.
E a obsessão nos casos de deficiência mental?
R: O enfermo por estar mais no estado latente, não tem plena consciência dos seus atos, a ação obsessiva por parte dos desencarnados, contribui para algumas causas; o baixo consumo de oxigênio, a anemia secundária; baixo fluxo sangüíneo e outros distúrbios registrados nos pacientes portadores de deficiência, outra característica da obsessão é a vampirização, ideoplastia, telementalização, hipnose, alienação mental, desajustes temperamentais, conduta irregular. Em alguns casos pode levar o doente até ao autismo, causando, rigidez, desagregação do pensamento, idéias delirantes, incoerência.
Como o Centro espírita pode ajudar?
R: Os Centros Espíritas oferecem vários tipos de tratamento, isto é, dependendo da necessidade do doente: Passe Magnético, Desobsessão, Passe à Distância, Reiki, ou outros tratamentos que a Casa Espírita julgar necessário.
Esse filme é muito bom e emocionante, aborda bastante um hospital psiquiátrico.
Abordado por policiais, um homem tranqüilo e estranho (Kevin Spacey, de Beleza Americana) se recusa a tirar seus óculos escuros. Motivo: a luminosidade na Terra é muito forte e ofuscaria seus olhos alienígenas. Em segundos, o suposto extraterrestre é internado como deficiente mental. Porém, não reage sequer aos medicamentos mais fortes. O psiquiatra Mark Powell (Jeff Bridges, de O Grande Lebowski) é designado para resolver o caso, mas logo o próprio médico se vê confuso (e fascinado) pelos enormes conhecimentos de física e astronomia de seu paciente. Quem seria aquele estranho homem, devorador de frutas, amigável e pacífico, que jura ter vindo de um planeta distante?
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21/08/2011
Perispírito
Perispírito é invólucro semi-material do Espírito. Nos encarnados serve de laço intermediário entre o Espírito e a matéria. É por seu intermédio que o espírito encarnado se acha em relação contínua com os desencarnados; é por seu intermédio, que se operam no homem fenômenos especiais, cuja causa fundamental não se encontra na matéria tangível e que, por essa razão, parecem sobrenaturais para alguns.
O perispírito é o órgão sensitivo do Espírito, por meio do qual este percebe coisas espirituais que escapam aos sentidos corpóreos.
O Espírito Emmanuel, designa o Perispírito como “campo eletro-magnético, em circuito fechado, composto de gases rarefeitos” (gases que se desfazem ou diminuem de intensidade).
O Espírito é envolvido por uma substância que é vaporosa para os encarnados, mas ainda bastante grosseira para os desencarnados; suficientemente vaporosa, entretanto, para que ele possa elevar-se na atmosfera e transportar-se para onde quiser. Como a semente de um fruto é envolvida pelo perisperma, o Espírito propriamente dito é revestido de um envoltório que, por comparação, se pode chamar Perispírito.
O Perispírito é o princípio intermediário entre a matéria e o Espírito, cuja finalidade é tríplice: — manter indestrutível e intacta a individualidade; — servir de substrato ao corpo físico, durante encarnação ; — constituir o laço de união entre o Espírito e o corpo físico, para a transmissão recíproca das sensações de um e das ordens do outro.
A origem do perispírito está no fluido universal. O ponto de partida do fluido universal é a pureza absoluta, da qual nada nos pode dar idéia; o ponto oposto é a sua transformação em matéria tangível, adquirindo diversos graus de condensação. O perispírito é uma dessas transformações, mas sob a forma de matéria quintessenciada, ou seja, não perceptível aos olhos carnais. Assim, o perispírito, ou corpo fluídico dos Espíritos, é um dos mais importantes produtos do fluido cósmico; é uma condensação desse fluido em torno de um foco de inteligência ou alma. O corpo carnal também tem seu princípio de origem nesse mesmo fluido condensado e transformado em matéria tangível. No perispírito, a transformação molecular se opera diferentemente, porquanto o fluido conserva a sua imponderabilidade e suas qualidades etéreas. A natureza do envoltório fluídico está sempre em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito.
NATUREZA E CONSTITUIÇÃO DO PERISPÍRITO
A natureza do perispírito está sempre em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito. Os Espíritos inferiores não podem mudar de envoltório a seu bel-prazer, pelo que não podem passar, à vontade de um mundo para o outro. Os Espíritos superiores, ao contrário, podem vir aos mundos inferiores, e, até, encarnar neles. Quando o Espírito encarna em um globo, ele extrai do fluido cósmico desse globo os elementos necessários para a formação do seu perispírito. Assim, conforme seja mais ou menos depurado o Espírito, seu perispírito se formará das partes mais puras ou das mais grosseiras do fluido peculiar ao mundo onde ele encarna. Resulta disso que a constituição íntima do perispírito não é idêntica em todos os Espíritos encarnados e desencarnados que povoam a Terra ou o espaço que a circunda. O mesmo já não se dá com o corpo carnal, que se forma dos mesmos elementos, qualquer que seja a superioridade ou inferioridade do Espírito.
PROPRIEDADES DO PERISPÍRITO
plasticidade, densidade, ponderabilidade,luminosidade, penetrabilidade, visibilidade, tangibilidade, sensibilidade global, sensibilidade magnética, expansibilidade, biocorpereidade, unicidade, perenidade, mutabilidade, capacidade refletora, odor, temperatura.
Flexibilidade e expansibilidade são as duas principais propriedades do perispírito. O perispírito não está preso ao corpo, sem poder desprender-se. Em Obras Póstumas, no capítulo sobre manifestações dos Espíritos, 1.ª parte, item 11, lemos: "O Perispírito não está encerrado nos limites do corpo como numa caixa. É expansível por sua natureza fluídica; irradia-se e forma, em torno do corpo, uma espécie de atmosfera que o pensamento e a força de vontade podem ampliar mais ou menos".
Tal fato, também poderá explicar o rejuvenescimento que experimentam os Espíritos desencanados, conscientes de seu estado. Mesmo tendo desencarnado com idade física avançada, sentindo-se mais jovens, apresentam-se com tal, totalmente livre dos condicionamentos humanos do corpo físico, o espírito humano não sofre o envelhecimento corporal, assim como não morre. Quando se manifestam envelhecidos, o fazem artificialmente por poder mental, para a comprovação de sua identidade terrena, quando ainda estava encarnado.
Contudo, tal possibilidade de alterar a indumentária perispiritual é limitada ao padrão evolutivo, intrínseco a cada alma. A depender em profundidade de sua, poderíamos dizer, “organização interna”, emocional. Pois, muitas vezes o espírito mergulha em tão severo desequilíbrio afetivo que, imerso em um monoideísmo avassalador, chega a entrar em processo de retração das tessituras perispirituais, comprometendo assim, dolorosamente suas funções e potencialidades. Poderíamos aqui falar dos casos de zoantropia (capacidade ideoplástica em feições animalescas que o perispírito se reveste, devido às condições mentais dos Espíritos envolvidos em tal processo, passando por enormes transformações morfológicas do veículo perispiritual, porquanto, os órgãos psicossomáticos retraídos, por falta de funções benéficas, assemelham-se a ovóides. É essa propriedade do perispírito que explica diversas manifestações que ocorrem tanto na dimensão espiritual, como física, dentre os quais, adaptação perispiritual, comumente utilizada pelos Espíritos Superiores, os quais, alteram a forma de sus corpos espirituais, reduzindo a própria luminosidade e assumindo aspectos que possam com as regiões e as almas que merecem seus serviços socorristas, moldando dessa forma, suas condições vibracionais. O contrário ocorre com aqueles Espíritos que envolvidos com o mal são socorridos e necessitam de uma modificação ou minorização de suas dificuldades para serem melhor atendidos, nesse caso, sendo o Espírito ainda incapaz de modificar seu tônus vibratório, Mentes Superiores, ostentam um alto poder, que possibilitam maiores operações de adaptação plástica.
Já nos processos reencarnatórios, o perispírito em um processo de modelagem, molda a organização física, informam os Mestres Espirituais, que aproximando o momento da reencarnação, o Espírito reencarnante, comumente, entra em gradativo processo de redução psicossômica, o qual acontece simultaneamente com a diminuição da consciência de si, então, até nos processos acima citados o perispírito demonstra seu poder de plasticidade.
Densidade – Como dissemos no início, o perispírito é formado também por fluidos ainda que não sejam totalmente eterizados, também não são totalmente materiais. E não deixando de ser matéria, ainda que quintessenciado, e como tal apresenta em si uma densidade, que se relaciona com o grau de evolução da alma.
A variedade de densidade do perispírito varia também de indivíduo para indivíduo, em Espíritos Moralmente adiantados, é mais sutil e se aproxima da dos Espíritos Elevados; nos espíritos inferiores, ao contrário, aproxima-se da matéria e é o que faz os Espíritos inferiores de baixa condição conservam por muito tempo as ilusões da vida terrestre. A densidade psicossômica varia, de acordo com a evolução do Espírito, ditando, então, seu peso e, também, sua luminosidade, pois quanto menor a densidade do perispírito, menor seu peso e maior a luminosidade.
Ponderabilidade – Sob os aspectos físicos a matéria sutil, o corpo espiritual, em si, não apresentaria um peso possível de ser detectado por meio de qualquer instrumentação até agora conhecida.
Não obstante, na dimensão espiritual, cada organização perispirítica tem seu peso específico, que varia de acordo com sua densidade, ditada, sobretudo, como visto, pelo estado de moralidade do Espírito. Nossa posição determina o peso específico do nosso envoltório espiritual e, conseqüentemente, o habitat que lhe compete. Significa que, embora possa parecer fisicamente imponderável – porque não é matéria densa -, não deixa de apresentar certo peso, variável em cada região ou esfera, visto que, de qualquer forma, sendo matéria, ainda que tênue, submete-se aos princípios gravitacionais imperantes no meio em que se situa e do qual se nutre.
Luminosidade - Como muitas outras características assim como a luminosidade, também desponta como característica particular de cada Espírito e seus condicionamentos morais evolutivos. A intensidade da Luz está na razão da pureza do Espírito: as menores imperfeições morais atenuam e enfraquecem a condição de luminosidade do Espírito. Sabemos que quando o Espírito mais evolui, mais etérea e pura transforma-se naturalmente sua condição vibracional energética, e sabendo que energia em diversos níveis vibracionais ou velocidade de movimento, produzem luminosidade a depender da freqüência em que se encontram operando, quando mais evoluído a entidade maior freqüência vibracional e por conseguinte maior luminosidade e tanto menos evoluído a criatura, menor freqüência vibracional e luminosidade.
A luz irradiada por um Espírito será, tanto mais viva, quanto maior o seu adiantamento. Assim, sendo o Espírito, de alguma sorte, é o seu próprio farol luminescente, verá proporcionalmente à intensidade da luz que produz, do que resulta que os Espíritos que não a produzem em grande capacidade acham-se na obscuridade.Note-se que a luz espiritual nada tem com a luz conhecida em Física – radiação eletromagnética, pois, luz emitida por fontes como lâmpada fluorescente ou de mercúrio, por exemplo, chega a parecer, diante de uma presença espiritual superior, mera claridade emitida por uma vela.
Penetrabilidade – Volvendo nossa atenções a natureza etérea do perispírito que permite ao Espírito, caso presente as necessárias condições mentais, atravessar qualquer barreira física, pois matéria alguma lhe opões obstáculo, ele atravessa todos, assim como a luz atravessa os corpos transparentes. Todavia, verifiquemos que existem Espíritos que não conseguem atravessar alguns obstáculos, pelo simples motivo de não saberem que podem fazê-lo. A ignorância ou até mesmo a incerteza diminuem suas aptidões e potenciais, e, conseqüentemente seu poder de ação nas mais diversas áreas. “Todos os corpos são porosos; não se tocando, suas moléculas podem dar passagem a um corpo estranho. Os acadêmicos de Florença tinham demonstrado este ponto, fazendo violenta pressão sobre a água encerrada em uma esfera de ouro; ao fim de pouco tempo via-se o líquido transudar por pequenas gotas, na superfície da esfera. Verificamos, por esses diferentes exemplos, qual a matéria pode atravessar a matéria. É preciso empregar a pressão ou calor para dilatar as substâncias que se quer fazer atravessar outras. Isso é possível e necessário, porque as moléculas do corpo que atravessa, não adquirindo o grau suficiente de dilatação, ficam encerradas uma contras as outras. Mas, se pusermos um estado da matéria em que as moléculas sejam muito menos aproximadas e eminentemente tênues, poderá ela atravessar toas as substâncias, sem necessidade de manipulação. É o que acontece com o perispírito que, formado de moléculas menos condensadas que a matéria que conhecemos, não pode ser detido por nenhum Obstáculo”. (Gabriel DELANNE)
Compreensível, assim, a inexistência de barreiras físicas para o espírito fato que, como visto, poderia ser explicado pelo princípio da porosidade, observável em toda estrutura material, embora, nos dias atuais, também possa ser entendido pelo princípio da incompatibilidade de freqüências, segundo o qual, por exemplo, um raio luminoso azul e outro amarelo, ainda que se incidirem, simultaneamente, sobre uma superfície branca, façam com que esta se torne verde -, se se cruzarem, interpenetrando-se, não mostrarão qualquer alteração, permanecendo, cada qual em sua freqüência e com sua coloração.
Visibilidade - Aos olhos físicos o perispírito é totalmente invisível, todavia não o é para os Espíritos, nos casos dos menos evoluídos só percebem os seus pares, captando-lhes o aspecto geral. Já os Espíritos Superiores, podem perscrutar a intimidade perispiritual de desencarnados de menor grau de elevação, bem como a dos encarnados, observando-lhes as desarmonias e as necessidades. Mostram-no bem, por exemplo, os trabalhos de esclarecimento espiritual, em que os Espíritos Superiores responsáveis revelam, por meio dos dialogadores encarnados, a realidade do sofredor conduzindo ao entendimento, auscultado seu perispírito,e, também, as sessões de cura, em que os médicos espirituais detectam os sinais patológicos presentes no psicossoma do enfermo. Finalmente, quanto à possibilidade de alguns médiuns videntes verem o perispírito, muito raro são os que, em verdade, possuem as necessárias condições para distingui-lo, ainda, que eventualmente, entre as projeções que formam a aura.
Tangibilidade – Sendo o perispírito também matéria, poderá com o devido apoio ectoplásmico, tornar-se materialmente tangível, no todo ou em parte. Sendo também esse fenômeno, chama do de teleplastia, onde o perispírito do desencarnado ou até mesmo do encarnado, envolve-se por assim dizer com as condições energéticas do ambiente e de algum médium capaz de emprestar recursos energéticos através do duplo etérico, fomentando matéria necessária para revestir o perispírito na energia necessária para o aparecimento.
Neste capítulo, ganham destaques os fenômenos chamados por nós de – transposição de sentidos - , que mostram a possibilidade de algumas pessoas mais sensíveis, perceberem os estímulos por vias físicas totalmente impróprias para isso, explicando, assim, que a sensibilidade global do perispírito pode exteriorizar-se mesmo estando o Espírito encarnado, ainda que em casos excepcionais.
Sensibilidade Magnética – Sendo o perispírito um campo de força que é, a sustentar uma estrutura semimaterial, apresenta-se impressionável pela ação magnética, pois sendo ele mesmo uma criação vibratória do Espírito. Sabemos que somos criados pela mesma matéria, no seu sentido original e, essa matéria que em diferentes estados dá origem a tudo, é energia pura, e sendo o perispírito também oriundo dessa matéria que é o Fluido Cósmico Universal ( FCU ), torna-se o Espírito suscetível às influências da energia ambiental que o envolve (psicosfera) e é essa propriedade que lhe permite absorver, assimilar e, também transmitir a energia espiritual que capta ou recebe. A exemplo disso, temos o precioso processo do passe: o Espírito, acumulando energias e estimulando a sensibilidade do médium, conjuga suas forças com a deste, psíquicas e vitais, para a transmissão dos recursos de cura.
Expansibilidade – Já nos diz Kardec em O Livro do Espíritos na questão 400 – que o “Espírito aspira incessantemente a libertação.”
O perispírito pode, entretanto, conforme suas condições, expandir-se, aumentando, inclusive, o campo de percepção sensorial. É a expansibilidade do perispírito que faculta, a processo de emancipação da alma. Expandindo-se, o perispírito pode chegar a um estado inicial de desprendimento, em que a percepção se torna acentuadamente mais aguda, podendo, a partir daí, se for o caso, evoluir para o desdobramento, a envolver, uma outra propriedade do perispírito, que é a biocorporeidade.A expansibilidade perispirítica, aliás, está na base dos principais processos mediúnico; haja vista, por exemplo, que ‘a exteriorização do psicossoma que permite ao vidente a captação da realidade espiritual e que, também, graças a essa propriedade, é que se torna possível o contato perispírito a perispírito, que marca o fenômeno chamado de incorporação, seja psicofonia ou psicografia.
Biocorporeidade – Termos este criado pelo grande codificador Kardec, relacionando-o ao fenômeno de desdobramento, embora, de certa forma, expressão mais adiantada da expansibilidade, define-se, particularmente, como notável faculdade do perispírito, que possibilita, em condições especiais, o seu desdobramento, poderíamos dizer com muita cautela “fazer-se em dois”, no mesmo lugar ou em lugares diferentes. Processo que ainda chegaremos a descobrir com mais claridade, mas graças a essa propriedade, o perispírito pode apresentar-se biocorpóreo, ou seja, com um corpo, de igual ao físico da atualidade, fluídico, com maior ou menor densidade, mas suscetível de ser visto e, até tocado, como sói acontecer em muitos casos.
Fenômeno absolutamente natural, nos dizeres de Kardec: “tal fenômeno, como todos os outros, se compreende na ordem dos fenômenos naturais, pois que decorre das propriedades do perispírito e de uma lei natural.”( Obras Póstumas, pp. 56 e 57).
Unicidade – A estrutura perispirítica, como reflexo da alma que é, não é igual a outros perispíritos, como a rigor não existem almas idênticas.
Obviamente, no decorrer do processo evolutivo diminuem as diferenças e cresce a harmonização entre as almas, sem que entretanto a individualidade, deixe de ser preservada.“A idéia do grande todo não implica, necessariamente, a fusão dos seres em um só. Um soldado que volta ao seu regimento, entra em um todo coletivo, mas não deixa, por isso, de conservar sua individualidade. O mesmo se dá com as almas que entram no mundo dos espíritos, que para elas é, igualmente um todo coletivo: o todo universal.” (Kardec, Allan. Iniciação Espírita. 13 Ed., Sobradinho, DF: Edicel, 1995, p 213. Trad. Caibar Schutel)
Nessa direção, registrado esta em O Livro dos Espíritos nas questões 149 a 152, mostrando que a alma sempre conserva sua individualidade, a refletir em seu perispírito.
Mutabilidade – O perispírito, no decorrer do processo evolutivo, se não é suscetível de modificar-se no que se refere à sua substância, o é com relação à sua estrutura íntima e forma. Sabemos que, por meio da ação plastizante, pode o Espírito mudar, por exemplo, seu aspecto, porém, tal fenômeno envolve, apenas, modificação transitória e superficial, sustentada transitoriamente pela mente.
Desde as formas dos seres antigos, até o homem e o anjo, uma longa escala é percorrida. E quanto mais progride a alma, através das sucessivas transformações, mais apurado vai se tornando seu veículo espiritual e, conseqüentemente, mais delicada a sua forma.Poder-se-ia assentar que o desenvolvimento do perispírito, através dos milênios incontáveis, passa, como formação rudimentar, pelo estágio vegetal, viaja pelo reino animal, como uma proto-estrutura psicossômica, chegando, então, à dimensão hominal como veículo elaborado, sensível e complexo, a refletir as próprias condições da alma que surge vitoriosa, tocada pelo Pensamento Divino.
O tempo, pois, constrói, com a evolução da alma, neste e em outros mundos, a própria eterização do perispírito. O item 186 de O Livro dos Espíritos, nos esclarece a respeito da condição do perispírito mais aperfeiçoado que chega a confundir-se com a própria alma, como segue:
“Haverá mundos onde o Espírito, deixando de revestir corpos materiais, sé tenha por envoltório o perispírito?”.
- “Há e mesmo esse envoltório se torna tão etéreo que para vós é como se não existisse. Esse o estado dos Espíritos puros.”
Capacidade Refletora – O corpo espiritual, extensão da alma que é, reflete contínua e instantaneamente os estados mentais.
O perispírito, é suscetível de refletir, a glória ou viciação da mente. Por isso, a atividade mental nos marca o perispírito, identificando nossa real posição evolutiva.Todo pensamento encontra imediata ressonância na delicada tessitura perispiritual, produzindo os tipos de efeitos:
Gera na aura a sua imagem, conhecida hoje, como forma-pensamento – variável, de acordo com a carga emocional, inclusive sob o aspecto cromático, como demonstram técnicas e testemunhos incontestáveis e, também, na dimensão física, influindo na fisiologia dos centros vitais, repercute nos sistemas nervoso, endócrino, sangüíneo, e demais vias de sustentação do edifício celular, marcando-lhe o desempenho regular ou não, na economia vital.
Contém a literatura mediúnica, com particularidade , as obras de ANDRÉ LUIZ, descrição de regiões infestadas de miasmas pestilentos, a exalarem odores tão fétidos que se tornam quase insuportáveis para os Espíritos mais sensíveis. Tais odores brotariam da podridão fluídica características desses ambientes e, ao que se sabe, dos próprios perispíritos de seus habitantes. Todas as criaturas vivem cercadas pelo seu próprio halo vital das energias que lhes vibram no íntimo do ser e esse halo é constituído por partículas de força a se irradiarem por todos os lados e direções de si para o ambiente, impressionando-nos o olfato, de modo agradável ou desagradável, segundo a natureza do indivíduo que as irradia, cada criatura se caracteriza pela vibração, exalação que lhe é peculiar, aqui e em todos os mundos.
Alguns trabalhos, no campo do labor mediúnico e da fluidoterapia, que, no decorrer médiuns chegam a captar odores, agradáveis ou não, indicativos, inclusive, da evolução dos Espíritos presentes. Odores esses que não se confundem com aqueles oriundos da manipulação ectoplásmica e que chegam a impressionar uma assistência por inteiro, característica essa que nós mesmos já experimentamos na presença de Dr. Bezerra de Menezes, em momentos de suas comunicações.
Temperatura – Como, no desenvolvimento da atividade mediúnica, certos médiuns registram, por exemplo, uma espécie de gélido torpor, com a avizinhação de alguma alma sofredora, ou, ao contrário, uma cálida sensação de bem-estar, quando da aproximação de um Espírito superior, é lícito cogitar-se da possibilidade de que o Espírito também mostre através de seu perispírito uma espécie de temperatura própria, relacionada, naturalmente, com o grau de evolução do Espírito.
FUNÇÕES DO PERISPÍRITO
ORGANIZADOR BIOLÓGICO
O perispírito é o molde fluídico, a "idéia diretriz" , o "esqueleto astral" ou o "modelo organizador biológico" do corpo carnal.
Sabemos que o Espírito acompanhado de seu perispírito começa a se ligar ao corpo físico do reencarnante desde o começo da vida embrionária. Como esboço fluídico que é, o Perispírito vai orientando a divisão celular, ou seja, a sua união com o princípio vito-material do germe. Como campo eletromagnético que é, pode, por isso, ser comparado ao campo do ímã, quando orienta a disposição da limalha de ferro.
INTERMEDIÁRIO ENTRE O CORPO E O ESPÍRITO
O Perispírito é órgão transmissor, funcionando como um transformador elétrico, no qual a corrente entra com certa voltagem e sai com voltagem diferente. O corpo recebe a impressão, o Perispírito a transmite e o Espírito, sensível e inteligente, a recebe, analisa e incorpora. Mas podemos ter um trajeto inverso. Quando há iniciativa que vem do Espírito, como ordem para o corpo executar, o Perispírito a transmite para o sistema nervoso, que a define como um impulso motor. Essa ordem vai, através dos nervos motores, aos músculos, que se contraem, obedecendo à ordem recebida. Surgem, assim, os movimentos: locomoção, fala, gestos da mímica, canto, salto etc. Alguns movimentos são automáticos, como os da respiração, do bombeamento do sangue pelo coração e, mais profundamente inconscientes, as contrações peristálticas do intestino. Também, nesse caso, a atuação do Perispírito é inegável.
ATUAÇÃO NAS COMUNICAÇÕES MEDIÚNICAS
As bilocações dos Espíritos são os fatos marcantes que atestam o desprendimento do Perispírito. Kardec, em Obras Póstumas, diz: "Fica, pois, demonstrado que uma pessoa viva pode aparecer simultaneamente em dois pontos diferentes; num, com o corpo real; em outro, com o Perispírito condensado, momentaneamente, sob a aparência de suas formas materiais".
Em todo o ato mediúnico, o Espírito aproxima-se do médium e o envolve nas suas vibrações espirituais. Essas vibrações irradiam-se do seu corpo espiritual, atingindo o corpo espiritual do médium. A esse toque vibratório semelhante a um brando choque elétrico reage o perispírito do médium.
Aura Humana
Possuímos um campo magnético próprio, poderíamos até considerar como se fosse uma lâmpada acesa, com um campo luminoso formado pelos fótons irradiados ao seu redor.Este campo se assemelha a uma lâmpada acesa, contém, realmente, a irradiação luminosa de nossa individualidade espiritual, de nosso próprio espírito, a refletir as irradiações de nosso corpo físico, de nosso perispírito e de nosso corpo mental, de nossa identidade eterna, formando assim, este conjunto que chamamos de AURA. Em síntese, são emanações de nossas células orgânicas e de nosso perispírito em uma simbiose comandada por nossa onda mental. Se localizarmos em rápidas palavras o envolvimento do perispírito sob o corpo somático poderemos de uma forma mais profunda analisar estes detalhes:
O fenômeno da insensibilização poderá ser lembrado aqui, pois, a insensibilidade resultaria de um bloqueio induzido fisicamente, parcial ou não, localizado ou não, na passagem da energia do duplo etérico para o corpo, com a possibilidade inclusive, de um afrouxamento dos próprios liames perispirituais, que, no caso de anestesia geral, poderia ate’favorecer o seu desprendimento.
Por isso, nos desdobramentos, onde o complexo Espírito-perispírito se afasta do corpo ficando a ele ligado por um laço fluídico, suas funções permanecem, sem prejuízo da economia celular. O mesmo ocorre no coma, onde às vezes, por milhares de dias, Espírito e perispírito podem estar distantes, mas não desligados completamente com o físico animado à espera da volta de ambos.
Afirmamos ainda, que neste corpo se encontra a gênese patológica das mais variadas enfermidades, que são drenadas para o físico, graças ao favorecimento de uma sintonia com os microorganismos patogênicos, gerada por seu adensamento.
Alimentado pelo fluido vital o corpo permanece com suas funções celulares, mesmo com a saída do Espírito, qual motor que fica ligado sem o operador estar presente, embebecido pelo duplo etérico, que contem, ou melhor é formado por eflúvios vitais na compensação e manutenção do organismo físico.
Isso porque exteriorizamos, de maneira invariável, o reflexo de nós mesmos, nos contatos de pensamentos a pensamentos, sem necessidade das palavras para as simpatias ou repulsões fundamentais".
Esclarece ainda, no mesmo livro - " É por essa couraça vibratória, espécie de carapaça fluídica, em que cada consciência constrói o seu ninho ideal, que começaram todos os serviços da mediunidade na Terra, considerando-se a mediunidade como atributo do homem encarnado para corresponder-se com os homens liberados do corpo físico".
Corpo: Considerando-se toda célula em ação por unidade viva, qual motor microscópico, em conexão com a usina mental, é claramente compreensível que todas as agregações celulares emitam radiações e que essas radiações se articulem, constituindo-se tecidos de forças" André Luiz, em Evolução em Dois Mundos, p´g. 129)
Duplo etérico: O perispírito ao se colar às organizações somáticas, faz às expensas de zona energética bem definida, chamada o Duplo – Etérico, cujas efusões, de mistura com aquelas da organização física, determinam um halo energético em volta do corpo; halo este , de configuração ovóide em seu todo, variável de indivíduo a indivíduo, não só com suas expansões, mas também de múltipla coloração.
O Duplo etérico forma-se com a encarnação do Espírito e não possui existência própria como o perispírito, desintegrando-se com a morte física como dissemos acima. É considerado o cerne da eletricidade biológica humana, por ter função de absorver energias vitais do ambiente distribuindo-as eqüitativamente, envolvendo órgãos e sistemas em eflúvios próprios, permitindo o diagnóstico precoce de males que futuramente venham a acometer o indivíduo.
Nos suicidas, o duplo ainda pleno de energias vitais, permanece ligado ao perispírito e ao cadáver fazendo com que o Espírito sinta uma espécie de repercussão daquilo que está a ocorrer na matéria, ou seja, a decomposição provocada pelos vermos na terra. Tudo indica que a carga de energia vital contida no duplo condiciona a maior ou menor longevidade do ser humano. Entende-se então, que os medianeiros curadores, em geral, e os aptos à produção de fenômenos ectoplásmicos particularmente ostensivos, já trazem, em seu duplo etérico, reserva maior de energia vital.
Compreendemos, também, como uma vida na carne pode, eventualmente, ser prolongada, como nos mostram inúmeros relatos, bem conhecidos, aliás, dos espíritas brasileiros. Em caso de prolongamento da vida física, por razões evidentemente especiais, avaliadas pelos Espíritos Superiores, surge o revigoramento fisiológico, graças a uma suplementação de recursos no duplo etérico da pessoa contemplada com tal benefício. Existe uma relação muito estreita do duplo etérico e o corpo físico, uma deficiência energética de um, repercute no outro com nítida queda de vitalidade. O fenômeno da insensibilização poderá ser lembrado aqui, pois, a insensibilidade resultaria de um bloqueio induzido fisicamente, parcial ou não, localizado ou não, na passagem da energia do duplo etérico para o corpo, com a possibilidade inclusive, de um afrouxamento dos próprios liames perispirituais, que, no caso de anestesia geral, poderia ate’favorecer o seu desprendimento.
Nos caso de materialização completa, um outro efeito se verifica nessa circunstância quando por qualquer agressão ao corpo materializado repercute imediatamente no corpo denso do médium doador de recursos ectoplásmicos, através do duplo, chegando a produzir ferimentos no corpo do medianeiro. Pois o fluxo do ectoplasma, do duplo etérico do médium doador ao psicossoma do Espírito em materialização, revestindo-o e possibilitando-lhe expressão física. Efeitos esses lembram os fenômenos de estigmatização, em que o duplo etérico do médium é influenciado por tais ações mentais que a fisiologia se altera, tecidos podem se romper, feridas aparecer e o sangue fluir para passado o momento de influenciação, restabelecer-se o estado de normalidade.
Basicamente todos os fenômenos de efeitos físicos, definidos e muitos bem definidos no compêndio kardequiano, por dependerem basicamente do ectoplasma, guardam relação com o duplo etérico.
No desdobramento, visando a uma diminuição na sua densidade com conseqüente aumento da velocidade e na mobilidade, o perispírito devolve ao físico, largas cotas de energia com as quais se encontra impregnado quando justaposto a este, tal qual um balão, que para alçar maior altitude desvencilha-se do lastro que o torna lento.Nos desdobramento em que se faz acompanhar do duplo etérico, ou eflúvios vitais, o perispírito não consegue um afastamento maior da organização terrestre, pois essa energia adensa um pouco mais o perispírito.
O Perispírito elaborado desde milhões de anos, nos laboratórios da natureza, o perispírito herdou o automatismo permanente que o mantém atuante, transmitindo ao Espírito as impressões dos sentidos e comunicando ao corpo as vontades deste. Graças a este automatismo perispiritual, o homem não precisa programar-se ou pensar para respirar, dormir, promover os efeitos digestivos, excretar, fazer circular o sangue e os hormônios e um sem número de funções que lhe passam desapercebidas.
O corpo físico obedece ao automatismo perispirítico até mesmo quando o perispírito se afasta. Aquele, formado célula a célula em invasão perispiritual, entranha-se neste, unindo-se molécula a molécula, resultando de tal intimidade completo intercambio, adaptação e aprendizagem perfeita, tal como se o físico recebesse como herança perispirítica os automatismos que lhe são peculiares.Por isso, nos desdobramentos, onde o complexo Espírito-perispírito se afasta do corpo ficando a ele ligado por um laço fluídico, suas funções permanecem, sem prejuízo da economia celular. O mesmo ocorre no coma, onde às vezes, por milhares de dias, Espírito e perispírito podem estar distantes, mas não desligados completamente com o físico animado à espera da volta de ambos.
Afirmamos ainda, que neste corpo se encontra a gênese patológica das mais variadas enfermidades, que são drenadas para o físico, graças ao favorecimento de uma sintonia com os microorganismos patogênicos, gerada por seu adensamento.
Alimentado pelo fluido vital o corpo permanece com suas funções celulares, mesmo com a saída do Espírito, qual motor que fica ligado sem o operador estar presente, embebecido pelo duplo etérico, que contem, ou melhor é formado por eflúvios vitais na compensação e manutenção do organismo físico.
Todos os corpos da natureza, irradiam de si mesmos uma energia, pois todos são em essência energia.
A nossa aura, quando equilibrada, saudável, brilhante, se constitui num escudo que poderá nos defender das irradiações inferiores, como pensamentos de inveja, ciúme, vingança, ódio, etc. que estão contidos no espaço que nos circunda, em forma de ondas mentais, já projetadas pelas irradiações de outros, prontas a alimentarem poderosamente o nosso campo energético, se sintonizarmos com elas.
É ainda André Luiz que nos diz, em Seu Livro Evolução em Dois Mundos, pág 129 - " A aura é, portanto a nossa plataforma onipresente em toda comunicação com as rotas alheias, antecâmara do espírito, em todas as nossas atividades de intercâmbio com a vida que nos rodeia, através da qual somos vistos e examinados pelas inteligências Superiores, sentidos e reconhecidos pelos nossos afins, e temidos e hostilizados ou amados e auxiliados pelos irmãos que caminham em posição inferior à nossa.Isso porque exteriorizamos, de maneira invariável, o reflexo de nós mesmos, nos contatos de pensamentos a pensamentos, sem necessidade das palavras para as simpatias ou repulsões fundamentais".
Esclarece ainda, no mesmo livro - " É por essa couraça vibratória, espécie de carapaça fluídica, em que cada consciência constrói o seu ninho ideal, que começaram todos os serviços da mediunidade na Terra, considerando-se a mediunidade como atributo do homem encarnado para corresponder-se com os homens liberados do corpo físico".
Poderemos verificar acima que, refletimos o que sentimos e pensamos em nós mesmos e é essa aura que nos apresenta como verdadeiramente somos.
É um campo resultante de emanações de natureza eletromagnética, a envolver todo o ser humano, encarnado ou desencarnado. Reflete, não só sua realidade evolutiva, seu padrão psíquico, como sua situação emocional e o estado físico, espelha, pois, o ser integral: alma-perispírito- duplo etérico- corpo e no desencarnado: Espírito – perispírito.
A nossa desarmonia íntima provoca uma alteração sensível na aura, no ponto correspondente à situação do órgão ou região desarmonizada. Assim é que a aura poderá apresentar pontos frágeis e doentes que, com intervenção magnética poderão ser corrigidos. É também por essas descontinuidades de nossa aura desarmonizada que espíritos malfazejos podem alcançar o nosso perispírito e provocar, desarmonia que, como vimos vai gerar perturbações e esta a doença.






















