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28/10/2013

Manipulação Genética



Os avanços da medicina mostram o caminho da manipulação genética para acabar com as doenças. O Espiritismo afirma que os desequilíbrios do espírito e, consequentemente, do perispírito levam às moléstias. Como ficamos?

A medicina quando expressa uma afirmativa ela é verdadeira. Pode o assunto estar entrosado às necessidades da vida mental ou espiritual. Não podemos desprestigiar a medicina, porque, quando ela fala, está baseada em fatos e experiências.


Explicando melhor, André Luiz declarou no livro “No Mundo Maior” que, se nós interferirmos na câmara genética e impusermos o sexo ao embrião, poderemos estar influindo para o nascimento de um homossexual, porque o espírito vai permanecer com os sinais psicológicos masculinos ou femininos que trazia antes da interferência morfológica. Os médicos podem manipular o gene, mas se o complexo de culpa permanece, o espírito não vai imprimir isso ao corpo?

Se a pessoa tem o complexo de culpa, ele vai se manifestar. A personalidade é um edifício muito bem construído. Por exemplo: um alfinete pode ferir o braço, mas, se a mão não tiver tendências para o tétano, aquilo se refaz por si só. Se a pessoa, porém, tem uma dívida de 400 anos atrás, para a qual o tétano seria o remédio que vai curá-la, então ele se manifesta. Vai aparecer a doença, conforme o complexo de culpa.

Devemos considerar também as atenuantes que podem surgir em cada caso. Por isso, a Doutrina Espírita é tão bem entrosada com a Medicina. Ela ensina a prática do Bem. As atenuantes vão surgindo com a prática do Bem e, com eles, a cura para os males que trazemos. O Bem verdadeiro não relaciona a dívida. Não devíamos nunca falar a palavra ingratidão, porque o bem que se faz está se fazendo para si mesmo. Não temos que pensar em recompensa e nem mesmo em compreensão. A pessoa vai compreender quando ela puder, daqui a mil anos, não tem importância. A importância é nossa em aproveitar o tempo para fazer o Bem.

Certo dia, precisava de uma pessoa que me orientasse Perguntei: “Como é esse problema de sempre fazer o Bem? ”. Escutei Emanuel falar assim: “Você olha o relógio". Eu olhei. “Tem algum ponteiro viajando para trás? ”, ele perguntou. Não, respondi. "Então, nós não temos nada de ir para trás”. É preciso fazer sempre o Bem. Estou com as pernas com dificuldades, paralisadas há quase três anos. Como é que eu posso ajudar as pessoas, pensei. Os espíritos me responderam: de qualquer maneira, pensando no Bem, falando no Bem. Quando o sentimento ilumina a cabeça, ela entende e não tem cobrança nenhuma, de nada”.


Fonte:
Do Livro "Lições de Sabedoria" - Editora FE
 

08/06/2013

Palestra Espírita - Fluidoterapia Espírita - Videoaula 01 - Passes e águ...






A equipe do Projeto Espiritizar produziu uma interessante série de videoaulas com um curso sobre "Fluidoterapia Espírita", explanado pelo orador espírita Alírio de Cerqueira Filho, por isso estamos compartilhando com nossos amigos e esperamos que os vídeos sejam proveitosos para sua reflexão acerca de magnetismo, da prática do passe, da mediunidade de cura e demais temas afins.
Acompanhe a videoaula 1 - Passes e água fluidificada:

14/09/2011

Curas Espirituais





Cura Espiritual



De modo geral, denomina-se como “Cura Espiritual” o restabelecimento da saúde por métodos executados não pela medicina oficial, mas por meios paranormais. É de muito tempo que o trabalho do homem, crente ou não, tem influído na saúde de seu próximo. As tribos, os povos não desenvolvidos e os Sacerdotes e Pitonisas da antiguidade restabeleciam a saúde de seus semelhantes por meios desconhecidos até por eles mesmos. Só com a vinda de Jesus é que estes atos foram executados de forma consciente. No Brasil, em 1900, Leopoldo Cirne fez o primeiro relato escrito sobre o assunto, a fim de levá-lo para Paris, no IV Congresso Espírita. Na Europa, naquela época, já se realizavam tratamentos de doenças através de magnetização praticada por Espíritas, Martinistas, Rosacruzes, Positivistas, Teosofistas etc., que defendiam a imortalidade da alma, o intercâmbio entre vivos e mortos e a reencarnação. Depois de Allan Kardec, apareceram os médiuns curadores, até que, em 1888, os espíritas da Espanha fizeram demonstrações práticas na presença de cientistas e investigadores. Estes trabalhos foram realizados por J. Fernandes, discípulo de Kardec.Em 1889, nas comemorações do primeiro centenário da Revolução Francesa, reuniu-se em Paris o II Congresso Espírita, agora representado por espíritas e espiritualistas em geral. É de conhecimento geral que os sacerdotes faziam sessões de cura em seus conventos, invocando o Espírito Santo. Porém, perde-se na noite dos tempos o momento em que a cura por processos não médicos foi utilizada, como benzeduras, mesinhas, sacrifícios de animais e outros tantos processos usados pelo homem para socorrer seus semelhantes. Vemos isto principalmente entre tribos brasileiras e africanas, fatos que deram lugar à expressão irônica de Bocage: “Unta-se num instante, a perna torna a crescer e fica melhor que dantes”. Isto fere o princípio de minha querida ortopedia.



Condições Necessárias

Antes de tudo, há que se ter uma fé sincera, atuante, não vacilante. Um dos motivos pelo qual, muitas vezes, a cura espiritual não se realiza é simplesmente a falta de fé. Entenda-se aqui que esta fé é a convicção, não o fanatismo. Foi o próprio Jesus quem sentenciou: “Tudo é possível para aquele que crê”. Não é somente fé em quem pratica o ato da cura, mas também em quem recebe. As vibrações fecundas de um e de outro se traduzem em um ajustamento energético que, mesmo fora do campo espiritual, produz resultados prodigiosos. A medicina oficial está cheia de processos psicossomáticos e de placebos, todavia, o médium curador não deve se entusiasmar demais, para não ser vítima de animismo e nem da empolgação de que ele é agente. Sabemos que mesmo na cura por métodos puramente físicos, somos intermediários. Este conceito ainda não está arraigado nos médicos, o que tiraria deles a empáfia de curadores e salvadores. Falta a muitos a humildade de compreender que não obteremos sucesso sem a presença de Deus e a intermediação dos bons companheiros. É justamente isso que tem feito o fracasso de um lado e de outro do tratamento, quer espiritual, quer medicamentoso. É este conceito de fé que prova o tratamento e o diagnóstico à distância nas curas espirituais, o que alguns rotulam de “tratamento por ausência”. Além disso, exige-se do médium de cura uma conduta ilibada, alimentação adequada, pontualidade, humildade, senso de autocrítica, instrução espiritual precisa, renovação de seus conhecimentos espirituais, disciplina, bom relacionamento com outros médiuns e respeito afetuoso com quem vai curar. Sem essas qualidades, um médium curador não obtém êxito.

Sucesso e Fracasso na Cura Espiritual

Existe sucesso na cura espiritual mais do que pensamos ou sabemos. Em nosso modo de ver, o merecimento é o elemento primordial para uma cura espiritual, além da harmonia mental do médium e do doente, a assistência espiritual requerida ou apresentada, a correta manipulação dos fluidos, a vontade e o desejo de se curar. Baseado no harmonioso conjunto mente e corpo, traduz uma possibilidade indiscutível de êxito. Essa harmonia justifica muitas vezes o tratamento à distância, confirma o valor mental do médium e assegura a confiança do doente. Isto se confirma inúmeras vezes nas doenças tidas como incuráveis, nas quais até a recomposição de órgãos está provada através de exames específicos. Diagnósticos imediatos, tratamento espetacular, informes dos pacientes e atestados de observadores e de profissionais da área comprovam firmemente o sucesso das curas espirituais e a sobrevida dos beneficiados. As operações realizadas em condições precárias e inadequadas, assistidas por quem entende, provam esses sucessos e consolidam a crença de quem se dedica a elas. Entretanto, há fracassos e muitos na cura espiritual. A descrença, a impontualidade e a desídia concorrem muito para isto. É preciso saber e conveniente dizer que as leis cósmicas não podem ser superadas pelos homens. Logo, em uma doença cármica, só Deus pode curar. Ambrósio Paré, que não era espírita, dizia aos seus doentes: “Eu te operei, Deus te curará”. Se ele, que fazia uma amputação de coxa em sete minutos, tinha humildade, avaliamos hoje que, com todo conhecimento de que dispomos, não temos nem podemos ter a pretensão de curar. Somos instrumentos da vontade de Deus, pois se não fosse assim, se a cura se realizasse só por nosso saber, todas as doenças seriam curáveis. Há outros fatores que concorrem para o fracasso da cura espiritual, como o ambiente desarmonioso, a falta de compostura do médium, a indisciplina do doente e o defeito na reforma íntima. É indiscutível que quem se aventura a fazer cura espiritual tem que se precaver com uma série de cuidados, a fim de não ser surpreendido por chantagens, simulações, ciladas e tantos outros recursos daqueles que descrêem e acusam o Espiritismo de mistificação. Assim, necessitamos de um bom diagnóstico científico, tanto quanto possível, da assistência de um médico espírita e de provas necessárias de doenças verídicas. As doenças psicossomáticas, mesmo que possam parecer duvidosas, têm respaldo científico e orientação espiritual, para que o médium não seja chantageado. A presença de pessoas discordantes, obsediadas ou inconvenientes é outro motivo de precaução para o tratamento espiritual. Somos partidários de um ambiente reservado exclusivamente para este mister. O médium curador deve evitar a todo custo a recompensa espiritual, principalmente a pecuniária, para não misturar indesejavelmente as coisas.

“Dar de graça o que se recebe de graça” deve ser uma constante na cabeça de quem faz cura espiritual. O amor de Deus e a presença de Jesus são recompensas maiores que o ouro do mundo.



Quem deve fazer Cura Espiritual?

Todo ser dotado de fé, forrado de boa vontade e conhecedor do predomínio do espírito sobre a matéria tem condição de fazer cura espiritual. Porém, como em matemática, isto é necessário, mas não é o suficiente. A aptidão para realizar tal atividade vem com o indivíduo desde o nascimento e desenvolvê-la é indispensável quando há vontade de se dedicar a este trabalho. Assim, o médium que é instruído, esclarecido, informado ou treinado para isto não deve se eximir desta missão. Alguns centros espíritas preparam certos médiuns para a cura. É necessário muito critério por parte do próprio dirigente e dos médiuns que vão se dedicar a isto, pois o fato de querer não justifica a indicação, é preciso poder, ter aptidão, ser preparado. Há centros que exigem cursos de até quatro anos, exigência que revela o escrúpulo e o respeito que estes locais têm pelo trabalho de seus médiuns e de sua reputação. Portanto, precisamos ser exigentes na prática da cura espiritual. O que ocorre sempre é que um médico desencarnado incorpora em um médium, que geralmente não é diplomado, para a realização da cura espiritual. Comumente também, não é somente um, mas um grupo de médicos desencarnados que se unem a fim de levar ao doente a influência de seus conhecimentos e apresentar a habilidade de transmitir ao médium a possibilidade de ser utilizado para este fim. A água fluidificada e o próprio magnetismo do médium colaboram de maneira eficiente na realização do ato de cura, principalmente quando este é operatório. Não se infira daí que isto não possa acontecer à distância. Pode sim, pois o transporte da equipe curadora não tem obstáculo para ir onde é necessário o benefício da cura. O ritmo e o número de vezes que isso tem ocorrido prova tal afirmativa. Uma outra condição para o poder da cura é a facilidade de saber manejar o ectoplasma, porque este deverá ser usado como substituto de um órgão ou de parte dele e isto quem vai doar é o próprio médium.

Convencendo-se da utilização da Cura

Sabemos que a cura espiritual é um recurso ao qual a criatura humana recorre comumente quando perdeu a esperança de recuperação pela medicina oficial. O paciente, em muitos casos, procura os centros espíritas quando está desiludido e, às vezes, são levados a eles até com descrença, por insistência de amigos. Todavia, é forçoso confessar que o tratamento pela cura espiritual é tão eficiente e seguro que um grande espírita brasileiro afirmou: “Se não fossem as curas espirituais, coitados dos doentes do Rio de Janeiro”. O que precisamos é difundir entre os profissionais de medicina os casos cientificamente comprovados de cura para convencê-los a respeitar o tratamento espiritual. Aqueles que lidam com o Espiritismo sabem que a cura se dá através dos fluidos magnéticos que o médium transmite ao doente, porque o magnetismo simples pode fazer curas, mas estas não são duradouras e são feitas para espetáculos públicos. A influência do médium curador preparado suficientemente consegue, dizem os entendidos, afastar um pouco o perispírito, que é onde justamente reside a doença, para melhor agir nele e, por uma ação reflexa, agir no corpo. Assim sendo, atuando sobre o perispírito, o médium vai alterar sua constituição perturbada, restabelecendo sua organização natural e fazendo com que a justaposição do perispírito ao corpo restabeleça a harmonia necessária para a recuperação da saúde do paciente. É sabido que não há doença que não deixe de agir no perispíritoe não há doença do corpo físico que não se reflita naquele. Para isto, basta que o vidente desdobre a aura de seu paciente. Quando se faz uma operação espiritual em um órgão ou se retira um tumor deste, o ectoplasma do médium é enviado para aquela região para recompor o órgão e restabelecer toda a sua função. É por isto que a cura é definitiva, a função é recuperada e o aspecto do paciente é modificado. A imposição das mãos revela a transmissão do fluido curador para seu paciente e Jesus fez isto muitas vezes, ensinando este modo de agir. Entretanto, temos confirmado a “cura à distância” ou a chamada “cura por ausência”, na qual as mãos do médium não chegam lá, mas chegam os fluidos conduzidos por sua força mental e pelos mensageiros do bem através do Fluido Universal. O mundo está cheio de médiuns que realizam tais façanhas. A discussão da veracidade das curas espirituais está apenas no campo teórico. Para quem deseja se informar, o Espiritismo, especificamente no Brasil, pode responder aos descrentes. A doutrina espírita está aberta para dar o testemunho sério e honesto deste procedimento.
Curas Espíritas – Oswaldo de Souza
Associação Médico-Espírita do Brasil

21/08/2011

Perispírito


 








Perispírito é invólucro semi-material do Espírito. Nos encarnados serve de laço intermediário entre o Espírito e a matéria. É por seu intermédio que o espírito encarnado se acha em relação contínua com os desencarnados; é por seu intermédio, que se operam no homem fenômenos especiais, cuja causa fundamental não se encontra na matéria tangível e que, por essa razão, parecem sobrenaturais para alguns.
O perispírito é o órgão sensitivo do Espírito, por meio do qual este percebe coisas espirituais que escapam aos sentidos corpóreos.
O Espírito Emmanuel, designa o Perispírito como “campo eletro-magnético, em circuito fechado, composto de gases rarefeitos” (gases que se desfazem ou diminuem de intensidade).
O Espírito é envolvido por uma substância que é vaporosa para os encarnados, mas ainda bastante grosseira para os desencarnados; suficientemente vaporosa, entretanto, para que ele possa elevar-se na atmosfera e transportar-se para onde quiser. Como a semente de um fruto é envolvida pelo perisperma, o Espírito propriamente dito é revestido de um envoltório que, por comparação, se pode chamar Perispírito. 

 O Perispírito é o princípio intermediário entre a matéria e o Espírito, cuja finalidade é tríplice: — manter indestrutível e intacta a individualidade; — servir de substrato ao corpo físico, durante encarnação ; — constituir o laço de união entre o Espírito e o corpo físico, para a transmissão recíproca das sensações de um e das ordens do outro.


A origem do perispírito está no fluido universal. O ponto de partida do fluido universal é a pureza absoluta, da qual nada nos pode dar idéia; o ponto oposto é a sua transformação em matéria tangível, adquirindo diversos graus de condensação. O perispírito é uma dessas transformações, mas sob a forma de matéria quintessenciada, ou seja, não perceptível aos olhos carnais. Assim, o perispírito, ou corpo fluídico dos Espíritos, é um dos mais importantes produtos do fluido cósmico; é uma condensação desse fluido em torno de um foco de inteligência ou alma. O corpo carnal também tem seu princípio de origem nesse mesmo fluido condensado e transformado em matéria tangível. No perispírito, a transformação molecular se opera diferentemente, porquanto o fluido conserva a sua imponderabilidade e suas qualidades etéreas. A natureza do envoltório fluídico está sempre em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito.

NATUREZA E CONSTITUIÇÃO DO PERISPÍRITO
A natureza do perispírito está sempre em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito. Os Espíritos inferiores não podem mudar de envoltório a seu bel-prazer, pelo que não podem passar, à vontade de um mundo para o outro. Os Espíritos superiores, ao contrário, podem vir aos mundos inferiores, e, até, encarnar neles. Quando o Espírito encarna em um globo, ele extrai do fluido cósmico desse globo os elementos necessários para a formação do seu perispírito. Assim, conforme seja mais ou menos depurado o Espírito, seu perispírito se formará das partes mais puras ou das mais grosseiras do fluido peculiar ao mundo onde ele encarna. Resulta disso que a constituição íntima do perispírito não é idêntica em todos os Espíritos encarnados e desencarnados que povoam a Terra ou o espaço que a circunda. O mesmo já não se dá com o corpo carnal, que se forma dos mesmos elementos, qualquer que seja a superioridade ou inferioridade do Espírito.

PROPRIEDADES DO PERISPÍRITO
plasticidade, densidade, ponderabilidade,luminosidade, penetrabilidade, visibilidade, tangibilidade, sensibilidade global, sensibilidade magnética, expansibilidade, biocorpereidade, unicidade, perenidade, mutabilidade, capacidade refletora, odor, temperatura.

Flexibilidade e expansibilidade são as duas principais propriedades do perispírito. O perispírito não está preso ao corpo, sem poder desprender-se. Em Obras Póstumas, no capítulo sobre manifestações dos Espíritos, 1.ª parte, item 11, lemos: "O Perispírito não está encerrado nos limites do corpo como numa caixa. É expansível por sua natureza fluídica; irradia-se e forma, em torno do corpo, uma espécie de atmosfera que o pensamento e a força de vontade podem ampliar mais ou menos".

Plasticidade – O perispírito sendo o espelho da alma e eterno extensão da mente, molda-se de acordo com seu comando plastizante, pois como já dissemos é formado também por fluidos ainda que não sejam totalmente eterizados, também não são totalmente materiais. De fato o corpo espiritual mostra um extremo poder plástico, como assinala EMMANUEL, adaptando-se automaticamente às ordens mentais que brotam continuadamente da alma. Forma essa que assume, pode, às vezes, e em certos limites, dizer muito a capacidade do próprio ser em intelectualidade, com o desenvolvimento da vontade, com o treino mental próprio, enfim, independentemente do aperfeiçoamento moral. O crescimento intelectual da criatura, com intensa capacidade de ação, pode pertencer a inteligências de mentes perversas. Daí a razão de encontrarmos, em grande número, compactas falanges de entidades libertas dos laços fisiológicos, operando nos círculos da perturbação e da crueldade, com espetaculares recursos de modificação nos aspectos em que se exprimem para causar suas influencias malévolas.
Tal fato, também poderá explicar o rejuvenescimento que experimentam os Espíritos desencanados, conscientes de seu estado. Mesmo tendo desencarnado com idade física avançada, sentindo-se mais jovens, apresentam-se com tal, totalmente livre dos condicionamentos humanos do corpo físico, o espírito humano não sofre o envelhecimento corporal, assim como não morre. Quando se manifestam envelhecidos, o fazem artificialmente por poder mental, para a comprovação de sua identidade terrena, quando ainda estava encarnado.
Contudo, tal possibilidade de alterar a indumentária perispiritual é limitada ao padrão evolutivo, intrínseco a cada alma. A depender em profundidade de sua, poderíamos dizer, “organização interna”, emocional. Pois, muitas vezes o espírito mergulha em tão severo desequilíbrio afetivo que, imerso em um monoideísmo avassalador, chega a entrar em processo de retração das tessituras perispirituais, comprometendo assim, dolorosamente suas funções e potencialidades. Poderíamos aqui falar dos casos de zoantropia (capacidade ideoplástica em feições animalescas que o perispírito se reveste, devido às condições mentais dos Espíritos envolvidos em tal processo, passando por enormes transformações morfológicas do veículo perispiritual, porquanto, os órgãos psicossomáticos retraídos, por falta de funções benéficas, assemelham-se a ovóides. É essa propriedade do perispírito que explica diversas manifestações que ocorrem tanto na dimensão espiritual, como física, dentre os quais, adaptação perispiritual, comumente utilizada pelos Espíritos Superiores, os quais, alteram a forma de sus corpos espirituais, reduzindo a própria luminosidade e assumindo aspectos que possam com as regiões e as almas que merecem seus serviços socorristas, moldando dessa forma, suas condições vibracionais. O contrário ocorre com aqueles Espíritos que envolvidos com o mal são socorridos e necessitam de uma modificação ou minorização de suas dificuldades para serem melhor atendidos, nesse caso, sendo o Espírito ainda incapaz de modificar seu tônus vibratório, Mentes Superiores, ostentam um alto poder, que possibilitam maiores operações de adaptação plástica.
Já nos processos reencarnatórios, o perispírito em um processo de modelagem, molda a organização física, informam os Mestres Espirituais, que aproximando o momento da reencarnação, o Espírito reencarnante, comumente, entra em gradativo processo de redução psicossômica, o qual acontece simultaneamente com a diminuição da consciência de si, então, até nos processos acima citados o perispírito demonstra seu poder de plasticidade.

 Densidade – Como dissemos no início, o perispírito é formado também por fluidos ainda que não sejam totalmente eterizados, também não são totalmente materiais. E não deixando de ser matéria, ainda que quintessenciado, e como tal apresenta em si uma densidade, que se relaciona com o grau de evolução da alma.
A variedade de densidade do perispírito varia também de indivíduo para indivíduo, em Espíritos Moralmente adiantados, é mais sutil e se aproxima da dos Espíritos Elevados; nos espíritos inferiores, ao contrário, aproxima-se da matéria e é o que faz os Espíritos inferiores de baixa condição conservam por muito tempo as ilusões da vida terrestre. A densidade psicossômica varia, de acordo com a evolução do Espírito, ditando, então, seu peso e, também, sua luminosidade, pois quanto menor a densidade do perispírito, menor seu peso e maior a luminosidade.

Ponderabilidade – Sob os aspectos físicos a matéria sutil, o corpo espiritual, em si, não apresentaria um peso possível de ser detectado por meio de qualquer instrumentação até agora conhecida.
Não obstante, na dimensão espiritual, cada organização perispirítica tem seu peso específico, que varia de acordo com sua densidade, ditada, sobretudo, como visto, pelo estado de moralidade do Espírito. Nossa posição determina o peso específico do nosso envoltório espiritual e, conseqüentemente, o habitat que lhe compete. Significa que, embora possa parecer fisicamente imponderável – porque não é matéria densa -, não deixa de apresentar certo peso, variável em cada região ou esfera, visto que, de qualquer forma, sendo matéria, ainda que tênue, submete-se aos princípios gravitacionais imperantes no meio em que se situa e do qual se nutre.

Luminosidade - Como muitas outras características assim como a luminosidade, também desponta como característica particular de cada Espírito e seus condicionamentos morais evolutivos. A intensidade da Luz está na razão da pureza do Espírito: as menores imperfeições morais atenuam e enfraquecem a condição de luminosidade do Espírito. Sabemos que quando o Espírito mais evolui, mais etérea e pura transforma-se naturalmente sua condição vibracional energética, e sabendo que energia em diversos níveis vibracionais ou velocidade de movimento, produzem luminosidade a depender da freqüência em que se encontram operando, quando mais evoluído a entidade maior freqüência vibracional e por conseguinte maior luminosidade e tanto menos evoluído a criatura, menor freqüência vibracional e luminosidade.
A luz irradiada por um Espírito será, tanto mais viva, quanto maior o seu adiantamento. Assim, sendo o Espírito, de alguma sorte, é o seu próprio farol luminescente, verá proporcionalmente à intensidade da luz que produz, do que resulta que os Espíritos que não a produzem em grande capacidade acham-se na obscuridade.
Note-se que a luz espiritual nada tem com a luz conhecida em Física – radiação eletromagnética, pois, luz emitida por fontes como lâmpada fluorescente ou de mercúrio, por exemplo, chega a parecer, diante de uma presença espiritual superior, mera claridade emitida por uma vela.

Penetrabilidade Volvendo nossa atenções a natureza etérea do perispírito que permite ao Espírito, caso presente as necessárias condições mentais, atravessar qualquer barreira física, pois matéria alguma lhe opões obstáculo, ele atravessa todos, assim como a luz atravessa os corpos transparentes. Todavia, verifiquemos que existem Espíritos que não conseguem atravessar alguns obstáculos, pelo simples motivo de não saberem que podem fazê-lo. A ignorância ou até mesmo a incerteza diminuem suas aptidões e potenciais, e, conseqüentemente seu poder de ação nas mais diversas áreas. “Todos os corpos são porosos; não se tocando, suas moléculas podem dar passagem a um corpo estranho. Os acadêmicos de Florença tinham demonstrado este ponto, fazendo violenta pressão sobre a água encerrada em uma esfera de ouro; ao fim de pouco tempo via-se o líquido transudar por pequenas gotas, na superfície da esfera. Verificamos, por esses diferentes exemplos, qual a matéria pode atravessar a matéria. É preciso empregar a pressão ou calor para dilatar as substâncias que se quer fazer atravessar outras. Isso é possível e necessário, porque as moléculas do corpo que atravessa, não adquirindo o grau suficiente de dilatação, ficam encerradas uma contras as outras. Mas, se pusermos um estado da matéria em que as moléculas sejam muito menos aproximadas e eminentemente tênues, poderá ela atravessar toas as substâncias, sem necessidade de manipulação. É o que acontece com o perispírito que, formado de moléculas menos condensadas que a matéria que conhecemos, não pode ser detido por nenhum Obstáculo”. (Gabriel DELANNE)
Compreensível, assim, a inexistência de barreiras físicas para o espírito fato que, como visto, poderia ser explicado pelo princípio da porosidade, observável em toda estrutura material, embora, nos dias atuais, também possa ser entendido pelo princípio da incompatibilidade de freqüências, segundo o qual, por exemplo, um raio luminoso azul e outro amarelo, ainda que se incidirem, simultaneamente, sobre uma superfície branca, façam com que esta se torne verde -, se se cruzarem, interpenetrando-se, não mostrarão qualquer alteração, permanecendo, cada qual em sua freqüência e com sua coloração.

Visibilidade - Aos olhos físicos o perispírito é totalmente invisível, todavia não o é para os Espíritos, nos casos dos menos evoluídos só percebem os seus pares, captando-lhes o aspecto geral. Já os Espíritos Superiores, podem perscrutar a intimidade perispiritual de desencarnados de menor grau de elevação, bem como a dos encarnados, observando-lhes as desarmonias e as necessidades. Mostram-no bem, por exemplo, os trabalhos de esclarecimento espiritual, em que os Espíritos Superiores responsáveis revelam, por meio dos dialogadores encarnados, a realidade do sofredor conduzindo ao entendimento, auscultado seu perispírito,e, também, as sessões de cura, em que os médicos espirituais detectam os sinais patológicos presentes no psicossoma do enfermo. Finalmente, quanto à possibilidade de alguns médiuns videntes verem o perispírito, muito raro são os que, em verdade, possuem as necessárias condições para distingui-lo, ainda, que eventualmente, entre as projeções que formam a aura.

Tangibilidade Sendo o perispírito também matéria, poderá com o devido apoio ectoplásmico, tornar-se materialmente tangível, no todo ou em parte. Sendo também esse fenômeno, chama do de teleplastia, onde o perispírito do desencarnado ou até mesmo do encarnado, envolve-se por assim dizer com as condições energéticas do ambiente e de algum médium capaz de emprestar recursos energéticos através do duplo etérico, fomentando matéria necessária para revestir o perispírito na energia necessária para o aparecimento.

Sensibilidade Global – Quando encarnado o Espírito registra impressões exteriores por meio de vias especializadas identificadas no corpo somático e que compõem os órgãos dos sentidos, sem o corpo físico, sua capacidade de perceber amplia-se extraordinariamente, pois livre das peias somáticas, a percepção do meio que o envolve já não depende dos canais nervosos materiais, acontecendo como um registro global do perispírito, ou seja, uma percepção, que o Espírito realiza com todo o seu ser. Assim, vê, ouve, sente, enfim, com o corpo espiritual inteiro, uma vez em que as sedes dos sentidos não se encontram numa localização específica e limitada, que se observa no estado de encarnação, os sentidos e capacidades ampliam-se.
Neste capítulo, ganham destaques os fenômenos chamados por nós de – transposição de sentidos - , que mostram a possibilidade de algumas pessoas mais sensíveis, perceberem os estímulos por vias físicas totalmente impróprias para isso, explicando, assim, que a sensibilidade global do perispírito pode exteriorizar-se mesmo estando o Espírito encarnado, ainda que em casos excepcionais.

Sensibilidade Magnética Sendo o perispírito um campo de força que é, a sustentar uma estrutura semimaterial, apresenta-se impressionável pela ação magnética, pois sendo ele mesmo uma criação vibratória do Espírito. Sabemos que somos criados pela mesma matéria, no seu sentido original e, essa matéria que em diferentes estados dá origem a tudo, é energia pura, e sendo o perispírito também oriundo dessa matéria que é o Fluido Cósmico Universal ( FCU ), torna-se o Espírito suscetível às influências da energia ambiental que o envolve (psicosfera) e é essa propriedade que lhe permite absorver, assimilar e, também transmitir a energia espiritual que capta ou recebe. A exemplo disso, temos o precioso processo do passe: o Espírito, acumulando energias e estimulando a sensibilidade do médium, conjuga suas forças com a deste, psíquicas e vitais, para a transmissão dos recursos de cura.

Expansibilidade Já nos diz Kardec em O Livro do Espíritos na questão 400 – que o “Espírito aspira incessantemente a libertação.”
O perispírito pode, entretanto, conforme suas condições, expandir-se, aumentando, inclusive, o campo de percepção sensorial. É a expansibilidade do perispírito que faculta, a processo de emancipação da alma. Expandindo-se, o perispírito pode chegar a um estado inicial de desprendimento, em que a percepção se torna acentuadamente mais aguda, podendo, a partir daí, se for o caso, evoluir para o desdobramento, a envolver, uma outra propriedade do perispírito, que é a biocorporeidade.
A expansibilidade perispirítica, aliás, está na base dos principais processos mediúnico; haja vista, por exemplo, que ‘a exteriorização do psicossoma que permite ao vidente a captação da realidade espiritual e que, também, graças a essa propriedade, é que se torna possível o contato perispírito a perispírito, que marca o fenômeno chamado de incorporação, seja psicofonia ou psicografia.

Biocorporeidade Termos este criado pelo grande codificador Kardec, relacionando-o ao fenômeno de desdobramento, embora, de certa forma, expressão mais adiantada da expansibilidade, define-se, particularmente, como notável faculdade do perispírito, que possibilita, em condições especiais, o seu desdobramento, poderíamos dizer com muita cautela “fazer-se em dois”, no mesmo lugar ou em lugares diferentes. Processo que ainda chegaremos a descobrir com mais claridade, mas graças a essa propriedade, o perispírito pode apresentar-se biocorpóreo, ou seja, com um corpo, de igual ao físico da atualidade, fluídico, com maior ou menor densidade, mas suscetível de ser visto e, até tocado, como sói acontecer em muitos casos.
Fenômeno absolutamente natural, nos dizeres de Kardec: “tal fenômeno, como todos os outros, se compreende na ordem dos fenômenos naturais, pois que decorre das propriedades do perispírito e de uma lei natural.”( Obras Póstumas, pp. 56 e 57).

Unicidade – A estrutura perispirítica, como reflexo da alma que é, não é igual a outros perispíritos, como a rigor não existem almas idênticas.
Obviamente, no decorrer do processo evolutivo diminuem as diferenças e cresce a harmonização entre as almas, sem que entretanto a individualidade, deixe de ser preservada.
“A idéia do grande todo não implica, necessariamente, a fusão dos seres em um só. Um soldado que volta ao seu regimento, entra em um todo coletivo, mas não deixa, por isso, de conservar sua individualidade. O mesmo se dá com as almas que entram no mundo dos espíritos, que para elas é, igualmente um todo coletivo: o todo universal.” (Kardec, Allan. Iniciação Espírita. 13 Ed., Sobradinho, DF: Edicel, 1995, p 213. Trad. Caibar Schutel)
Nessa direção, registrado esta em O Livro dos Espíritos nas questões 149 a 152, mostrando que a alma sempre conserva sua individualidade, a refletir em seu perispírito.

Mutabilidade O perispírito, no decorrer do processo evolutivo, se não é suscetível de modificar-se no que se refere à sua substância, o é com relação à sua estrutura íntima e forma. Sabemos que, por meio da ação plastizante, pode o Espírito mudar, por exemplo, seu aspecto, porém, tal fenômeno envolve, apenas, modificação transitória e superficial, sustentada transitoriamente pela mente.
Desde as formas dos seres antigos, até o homem e o anjo, uma longa escala é percorrida. E quanto mais progride a alma, através das sucessivas transformações, mais apurado vai se tornando seu veículo espiritual e, conseqüentemente, mais delicada a sua forma.
Poder-se-ia assentar que o desenvolvimento do perispírito, através dos milênios incontáveis, passa, como formação rudimentar, pelo estágio vegetal, viaja pelo reino animal, como uma proto-estrutura psicossômica, chegando, então, à dimensão hominal como veículo elaborado, sensível e complexo, a refletir as próprias condições da alma que surge vitoriosa, tocada pelo Pensamento Divino.
O tempo, pois, constrói, com a evolução da alma, neste e em outros mundos, a própria eterização do perispírito. O item 186 de O Livro dos Espíritos, nos esclarece a respeito da condição do perispírito mais aperfeiçoado que chega a confundir-se com a própria alma, como segue:
“Haverá mundos onde o Espírito, deixando de revestir corpos materiais, sé tenha por envoltório o perispírito?”.
- “Há e mesmo esse envoltório se torna tão etéreo que para vós é como se não existisse. Esse o estado dos Espíritos puros.”

Capacidade Refletora O corpo espiritual, extensão da alma que é, reflete contínua e instantaneamente os estados mentais.
O perispírito, é suscetível de refletir, a glória ou viciação da mente. Por isso, a atividade mental nos marca o perispírito, identificando nossa real posição evolutiva.
Todo pensamento encontra imediata ressonância na delicada tessitura perispiritual, produzindo os tipos de efeitos:
Gera na aura a sua imagem, conhecida hoje, como forma-pensamento – variável, de acordo com a carga emocional, inclusive sob o aspecto cromático, como demonstram técnicas e testemunhos incontestáveis e, também, na dimensão física, influindo na fisiologia dos centros vitais, repercute nos sistemas nervoso, endócrino, sangüíneo, e demais vias de sustentação do edifício celular, marcando-lhe o desempenho regular ou não, na economia vital.

Odor O perispírito, a refletir-se na aura, caracteriza-se, também por odor particular, facilmente perceptível pelos Espíritos.
Contém a literatura mediúnica, com particularidade , as obras de ANDRÉ LUIZ, descrição de regiões infestadas de miasmas pestilentos, a exalarem odores tão fétidos que se tornam quase insuportáveis para os Espíritos mais sensíveis. Tais odores brotariam da podridão fluídica características desses ambientes e, ao que se sabe, dos próprios perispíritos de seus habitantes. Todas as criaturas vivem cercadas pelo seu próprio halo vital das energias que lhes vibram no íntimo do ser e esse halo é constituído por partículas de força a se irradiarem por todos os lados e direções de si para o ambiente, impressionando-nos o olfato, de modo agradável ou desagradável, segundo a natureza do indivíduo que as irradia, cada criatura se caracteriza pela vibração, exalação que lhe é peculiar, aqui e em todos os mundos.
Alguns trabalhos, no campo do labor mediúnico e da fluidoterapia, que, no decorrer médiuns chegam a captar odores, agradáveis ou não, indicativos, inclusive, da evolução dos Espíritos presentes. Odores esses que não se confundem com aqueles oriundos da manipulação ectoplásmica e que chegam a impressionar uma assistência por inteiro, característica essa que nós mesmos já experimentamos na presença de Dr. Bezerra de Menezes, em momentos de suas comunicações.

Temperatura Como, no desenvolvimento da atividade mediúnica, certos médiuns registram, por exemplo, uma espécie de gélido torpor, com a avizinhação de alguma alma sofredora, ou, ao contrário, uma cálida sensação de bem-estar, quando da aproximação de um Espírito superior, é lícito cogitar-se da possibilidade de que o Espírito também mostre através de seu perispírito uma espécie de temperatura própria, relacionada, naturalmente, com o grau de evolução do Espírito.

FUNÇÕES DO PERISPÍRITO
ORGANIZADOR BIOLÓGICO
O perispírito é o molde fluídico, a "idéia diretriz" , o "esqueleto astral" ou o "modelo organizador biológico" do corpo carnal.
Sabemos que o Espírito acompanhado de seu perispírito começa a se ligar ao corpo físico do reencarnante desde o começo da vida embrionária. Como esboço fluídico que é, o Perispírito vai orientando a divisão celular, ou seja, a sua união com o princípio vito-material do germe. Como campo eletromagnético que é, pode, por isso, ser comparado ao campo do ímã, quando orienta a disposição da limalha de ferro.

 INTERMEDIÁRIO ENTRE O CORPO E O ESPÍRITO
O Perispírito é órgão transmissor, funcionando como um transformador elétrico, no qual a corrente entra com certa voltagem e sai com voltagem diferente. O corpo recebe a impressão, o Perispírito a transmite e o Espírito, sensível e inteligente, a recebe, analisa e incorpora. Mas podemos ter um trajeto inverso. Quando há iniciativa que vem do Espírito, como ordem para o corpo executar, o Perispírito a transmite para o sistema nervoso, que a define como um impulso motor. Essa ordem vai, através dos nervos motores, aos músculos, que se contraem, obedecendo à ordem recebida. Surgem, assim, os movimentos: locomoção, fala, gestos da mímica, canto, salto etc. Alguns movimentos são automáticos, como os da respiração, do bombeamento do sangue pelo coração e, mais profundamente inconscientes, as contrações peristálticas do intestino. Também, nesse caso, a atuação do Perispírito é inegável.

ATUAÇÃO NAS COMUNICAÇÕES MEDIÚNICAS


As bilocações dos Espíritos são os fatos marcantes que atestam o desprendimento do Perispírito. Kardec, em Obras Póstumas, diz: "Fica, pois, demonstrado que uma pessoa viva pode aparecer simultaneamente em dois pontos diferentes; num, com o corpo real; em outro, com o Perispírito condensado, momentaneamente, sob a aparência de suas formas materiais".
Em todo o ato mediúnico, o Espírito aproxima-se do médium e o envolve nas suas vibrações espirituais. Essas vibrações irradiam-se do seu corpo espiritual, atingindo o corpo espiritual do médium. A esse toque vibratório semelhante a um brando choque elétrico reage o perispírito do médium.

Aura Humana





                                                                                                                                                                                  
Possuímos um campo magnético próprio, poderíamos até considerar como se fosse uma lâmpada acesa, com um campo luminoso formado pelos fótons irradiados ao seu redor.Este campo se assemelha a uma lâmpada acesa, contém, realmente, a irradiação luminosa de nossa individualidade espiritual, de nosso próprio espírito, a refletir as irradiações de nosso corpo físico, de nosso perispírito e de nosso corpo mental, de nossa identidade eterna, formando assim, este conjunto que chamamos de AURA. Em síntese, são emanações de nossas células orgânicas e de nosso perispírito em uma simbiose comandada por nossa onda mental. Se localizarmos em rápidas palavras o envolvimento do perispírito sob o corpo somático poderemos de uma forma mais profunda analisar estes detalhes:
Corpo: Considerando-se toda célula em ação por unidade viva, qual motor microscópico, em conexão com a usina mental, é claramente compreensível que todas as agregações celulares emitam radiações e que essas radiações se articulem, constituindo-se tecidos de forças" André Luiz, em Evolução em Dois Mundos, p´g. 129)

Duplo etérico: O perispírito ao se colar às organizações somáticas, faz às expensas de zona energética bem definida, chamada o Duplo – Etérico, cujas efusões, de mistura com aquelas da organização física, determinam um halo energético em volta do corpo; halo este , de configuração ovóide em seu todo, variável de indivíduo a indivíduo, não só com suas expansões, mas também de múltipla coloração.
O Duplo etérico forma-se com a encarnação do Espírito e não possui existência própria como o perispírito, desintegrando-se com a morte física como dissemos acima. É considerado o cerne da eletricidade biológica humana, por ter função de absorver energias vitais do ambiente distribuindo-as eqüitativamente, envolvendo órgãos e sistemas em eflúvios próprios, permitindo o diagnóstico precoce de males que futuramente venham a acometer o indivíduo.
Nos suicidas, o duplo ainda pleno de energias vitais, permanece ligado ao perispírito e ao cadáver fazendo com que o Espírito sinta uma espécie de repercussão daquilo que está a ocorrer na matéria, ou seja, a decomposição provocada pelos vermos na terra. Tudo indica que a carga de energia vital contida no duplo condiciona  a maior ou menor longevidade do ser humano. Entende-se então, que os medianeiros curadores, em geral, e os aptos à produção de fenômenos ectoplásmicos particularmente ostensivos, já trazem, em seu duplo etérico, reserva maior de energia vital.
Compreendemos, também, como uma vida na carne pode, eventualmente, ser prolongada, como nos mostram inúmeros relatos, bem conhecidos, aliás, dos espíritas brasileiros. Em caso de prolongamento da vida física, por razões evidentemente especiais, avaliadas pelos Espíritos Superiores, surge o revigoramento fisiológico, graças a uma suplementação de recursos no duplo etérico da pessoa contemplada com tal benefício. Existe uma relação muito estreita do duplo etérico e o corpo físico, uma deficiência energética de um, repercute no outro com nítida queda de vitalidade.
O fenômeno da insensibilização poderá ser lembrado aqui, pois, a insensibilidade resultaria de um bloqueio induzido fisicamente, parcial ou não, localizado ou não, na passagem da energia do duplo etérico para o corpo, com a possibilidade inclusive, de um afrouxamento dos próprios liames perispirituais, que, no caso de anestesia geral, poderia ate’favorecer o seu desprendimento.
Nos caso de materialização completa, um outro efeito se verifica nessa circunstância quando por qualquer agressão ao corpo materializado repercute imediatamente no corpo denso do médium doador de recursos ectoplásmicos, através do duplo, chegando a produzir ferimentos no corpo do medianeiro. Pois o fluxo do ectoplasma, do duplo etérico do médium doador ao psicossoma do Espírito em materialização, revestindo-o e possibilitando-lhe expressão física. Efeitos esses lembram os fenômenos de estigmatização, em que o duplo etérico do médium é influenciado por tais ações mentais que a fisiologia se altera, tecidos podem se romper, feridas aparecer e o sangue fluir para passado o momento de influenciação, restabelecer-se o estado de normalidade.
Basicamente todos os fenômenos de efeitos físicos, definidos e muitos bem definidos no compêndio kardequiano, por dependerem basicamente do ectoplasma, guardam relação com o duplo etérico.
No desdobramento, visando a uma diminuição na sua densidade com conseqüente aumento da velocidade e na mobilidade, o perispírito devolve ao físico, largas cotas de energia com as quais se encontra impregnado quando justaposto a este, tal qual um balão, que para alçar maior altitude desvencilha-se do lastro que o torna lento.
Nos desdobramento em que se faz acompanhar do duplo etérico, ou eflúvios vitais, o perispírito não consegue um afastamento maior da organização terrestre, pois essa energia adensa um pouco mais o perispírito.

O Perispírito elaborado desde milhões de anos, nos laboratórios da natureza, o perispírito herdou o automatismo permanente que o mantém atuante, transmitindo ao Espírito as impressões dos sentidos e comunicando ao corpo as vontades deste. Graças a este automatismo perispiritual, o homem não precisa programar-se ou pensar para respirar, dormir, promover os efeitos digestivos, excretar, fazer circular o sangue e os hormônios e um sem número de funções que lhe passam desapercebidas.
O corpo físico obedece ao automatismo perispirítico até mesmo quando o perispírito se afasta. Aquele, formado célula a célula em invasão perispiritual, entranha-se neste, unindo-se molécula a molécula, resultando de tal intimidade completo intercambio, adaptação e aprendizagem perfeita, tal como se o físico recebesse como herança perispirítica os automatismos que lhe são peculiares.
Por isso, nos desdobramentos, onde o complexo Espírito-perispírito se afasta do corpo ficando a ele ligado por um laço fluídico, suas funções permanecem, sem prejuízo da economia celular. O mesmo ocorre no coma, onde às vezes, por milhares de dias, Espírito e perispírito podem estar distantes, mas não desligados completamente com o físico animado à espera da volta de ambos.
Afirmamos ainda, que neste corpo se encontra a gênese patológica das mais variadas enfermidades, que são drenadas para o físico, graças ao favorecimento de uma sintonia com os microorganismos patogênicos, gerada por seu adensamento.
Alimentado pelo fluido vital o corpo permanece com suas funções celulares, mesmo com a saída do Espírito, qual motor que fica ligado sem o operador estar presente, embebecido pelo duplo etérico, que contem, ou melhor é formado por eflúvios vitais na compensação e manutenção do organismo físico.
Todos os corpos da natureza, irradiam de si mesmos uma energia, pois todos são em essência energia. 

A nossa aura, quando equilibrada, saudável, brilhante, se constitui num escudo que poderá nos defender das irradiações inferiores, como pensamentos de inveja, ciúme, vingança, ódio, etc. que estão contidos no espaço que nos circunda, em forma de ondas mentais, já projetadas pelas irradiações de outros, prontas a alimentarem poderosamente o nosso campo energético, se sintonizarmos com elas.
É ainda André Luiz que nos diz, em Seu Livro Evolução em Dois Mundos, pág 129 - " A aura é, portanto a nossa plataforma onipresente em toda comunicação com as rotas alheias, antecâmara do espírito, em todas as nossas atividades de intercâmbio com a vida que nos rodeia, através da qual somos vistos e examinados pelas inteligências Superiores, sentidos e reconhecidos pelos nossos afins, e temidos e hostilizados ou amados e auxiliados pelos irmãos que caminham em posição inferior à nossa.
Isso porque exteriorizamos, de maneira invariável, o reflexo de nós mesmos, nos contatos de pensamentos a pensamentos, sem necessidade das palavras para as simpatias ou repulsões fundamentais".
Esclarece ainda, no mesmo livro - " É por essa couraça vibratória, espécie de carapaça fluídica, em que cada consciência constrói o seu ninho ideal, que começaram todos os serviços da mediunidade na Terra, considerando-se a mediunidade como atributo do homem encarnado para corresponder-se com os homens liberados do corpo físico".
Poderemos verificar acima que, refletimos o que sentimos e pensamos em nós mesmos e é essa aura que nos apresenta como verdadeiramente somos.
É um campo resultante de emanações de natureza eletromagnética, a envolver todo o ser humano, encarnado ou desencarnado. Reflete, não só sua realidade evolutiva, seu padrão psíquico, como sua situação emocional e o estado físico, espelha, pois, o ser integral: alma-perispírito- duplo etérico- corpo e no desencarnado: Espírito – perispírito.
A nossa desarmonia íntima provoca uma alteração sensível na aura, no ponto correspondente à situação do órgão ou região desarmonizada. Assim é que a aura poderá apresentar pontos frágeis e doentes que, com intervenção magnética poderão ser corrigidos. É também por essas descontinuidades de nossa aura desarmonizada que espíritos malfazejos podem alcançar o nosso perispírito e provocar, desarmonia que, como vimos vai gerar perturbações e esta a doença.

19/02/2008

Os chakras e os bloqueios











Os chakras são pontos energéticos que são ligados às glândulas de nosso corpo através de feixes chamados Meridianos.


Os meridianos não ligam apenas os chakras às glândulas mas também os ligam uns aos outros num delicado complexo que pode sofrer alteração facilmente. No caso de uma operação, dependendo da parte do corpo onde ela ocorrer, estes meridianos podem ser rompidos. Hipnose


Os feixes de meridianos começam nos dedos dos pés e sobem pela perna, ramificando no pâncreas e apêndice. Continuam subindo e passam por novas ramificações nas supra-renais e timo, juntando-se em um único feixe quando atingem as amídalas. Sobem pelo lado direito do pescoço passando dois dedos abaixo da base da orelha e terminam na glândula pineal. No caso os feixes que partem dos dedos das mãos se ramificam aos outros feixes quando atingem o timo.


Portanto, as operações que correm maior risco de romper os meridianos são duas:
Na região do ventre – cesariana, apêndice, etc;
Na região da laringe – amídalas.
Quando um meridiano passa a não transmitir a energia de um ponto ao outro ele está bloqueado e o chakra que receberia sua energia não a recebe. Portanto o nome bloqueio vem desta alteração.
Se rompido o meridiano, o bloqueio se tornará mais difícil de ser tratado, porque será necessário religar para que desapareça por completo o bloqueio.


Os chakras são estruturas energéticas em forma de vórtice, que gira no sentido horário e de acordo com o ciclo planetário, que é mais ou menos entre 33 e 37 ciclos por segundo. (de acordo com uma máquina que tem a capacidade de filmar e fotografar os chakras – máquina esta que ainda não chegou a ser comercializada por causa de seu alto custo de fabricação)


Outros motivos que podem levar a um bloqueio dos chakras são os desequilíbrios das atividades físicas, mentais e emocionais que acabam fazendo com que o movimento do chakra fique alterado, ou mais rápido ou mais lento do que sua velocidade normal – que é de acordo com os ciclos planetários – ou mesmo fazendo com que ele tenha um movimento contrário, ou seja, anti-horário.
Nestes casos não chegam a ser considerados como bloqueios e sim apenas como desequilíbrio do chakra, porque facilmente é equilibrado e com uso de técnicas simples e rápidas, podendo até mesmo ser utilizadas no dia-a-dia para prevenir o seu desequilíbrio.


Os chakras emocionais:

Plexo solar, cardíaco e Laríngeo



O chakra do Plexo solar, quando afetado ou bloqueado, causa sintomas de dores estomacal e má digestão, além de que, geralmente, causa depressão. Na aura costuma causar falhas e “Vácuos Negros” em toda a corona e afeta muito a energia paranormal e espiritual. Sua localização física se encontra no pâncreas e baço.


O cardíaco causa as mesmas sensações que nos chakras do plexo solar e laríngeo, e geralmente um dos sois ou os dois estarão também bloqueado, porque a energia antes de chegar ao cardíaco passa pelos dois chakras. Pode também causar palpitações e aceleração do coração.


O chakra Laríngeo, afeta principalmente a garganta e sistema respiratório, mas causa também depressão, nos três níveis, inconsciente, consciente e profunda, causa também sentimento de culpa (abertura para obsessores) e sentimentos suicidas. Principal sintoma é o sentimento de perseguição. Sua localização física está nas amídalas.



Chakras Energéticos:


São os chakras que controlam e distribui as energias, o frontal e coronário.

O chakra frontal nunca fica bloqueado, o que pode acontecer é ele ficar com seus ciclos acelerados ou lentos.

Sintomas se acelerado:
geralmente a insônia e dores de cabeça causada principalmente pela falta de sono, em alguns casos a pessoa pode sentir muito sono. A pessoa geralmente se torna muito acelerado e impaciente.


Sintomas se lento: Muito sono e ansiedade, geralmente e na maioria dos casos, a pessoa passa a comer muito e a engordar com muita facilidade.


Para equilibrar este chakra é muito simples, existem muitas técnicas, a que passo é apenas uma delas, basta esfregar as mãos, depois respira fundo e prende a respiração, durante a respiração preza, com a mão direita acelera o chakra com movimentos circulares e no sentido horário, muito rápido, enquanto a respiração está presa, depois para equilibrar para que não fique muito acelerado. Depois que soltar a respiração, bate com as pontas dos dedos no frontal umas sete ou nove vezes. Isto faz com que o chakra fique na velocidade certa de acordo com o ciclo planetário que hoje está em 37 – trinta e sete ciclos por segundo. Tanto faz se o chakra está acelerado ou lento. Deve-se fazer isto 3 dias seguidos, mas pode-se fazer uma vez ao dia ou quantas vezes quiser todos os dias que desta forma sempre se mantém equilibrado. Sua localização física é na glândula pituitária.


Chakra coronário, este quando bloqueado, provoca dores de cabeça, perdas de memória e principalmente a má distribuição energética para os outros chakras. Sua localização física é na glândula pineal.


Quando um chakra está bloqueado, ele não recebe sua energia específica e fica debilitado, debilitando assim o corpo físico, para manter seu funcionamento, ele rouba energia de um outro chakra, mas como não é a sua própria energia. Ele irá funcionar de forma errada e pode complicar os sintomas. O problema maior é que o chakra que está sendo roubado, passa a se debilitar e pode até formar outro bloqueio e assim roubar de outro chakra e simultaneamente, assim por diante um rouba do outro, até passarem a utilizar a energia bruta do chakra básico. Nesta situação todo o corpo estará debilitado, com problemas físicos, emocionais e até espirituais.


As formas de bloqueios são várias, mas as principais são: bolhas de energia saindo da região do chakra (muito comum), falhas oncológicas ao redor da região do chakra, vácuos negros como se fossem conflitos emocionais e até mesmo falhas na corona.


Centros de forças


Os centros de forças são os seguintes:


1) Coronário: é considerado o + importante dos chakras pois distribui as energias para os demais centros.Por isso está em ligação com a parte superior do cérebro, da mente, que é o computador central de nosso ser.Sua função é ligar po plano espiritual com plano físico.Relaciona-se materialmente com a epífise ou glândula pineal, considerada pelo esp´rito André Luiz-glândula da vida mental, que funciona como o mais avançado laboratório de elemntos psíquicos da criatura terrestre.


2) Frontal: é o rsponsável pelo funcionamento dos centros superiores da inteligência e do sistema nervoso central.Relaciona-se materialmente com com os lobos cerebrais frontais.


3) Laríngeo: é o chakra responsável pelo funcionamento das glândulas do timo e da tireóide e da faculdade da palavra. Está ligado fisicamente com a garganta.


4) Cardíaco: é o responsável pelo funcionamento do aparelho circulatório. Está ligado fisicamente com o coração.


5) Gástrico: é o responsável pelo funcionamento do aparelho digestivoou com o plexo solar, com o qual está a ligação material.


6) Esplênico: este centro de força responsabiliza-se pelo funcionamento do baço, com o qual está em contato físico. Tem grande importância na formação e reposição das defesas orgânicas através do sangue.


7) Genésico: ou básico, é o centro responsável pelo funcionamento dos órgãos reprodutores, com os quais está em ligação material.

Os centros de força, análogos aos transformadores de energia, é que permitem nos sustentar no corpo físico, uma vez que somos espíritos imortais em trânsito pela carne, e que servem de canais de entrada e saída das energias, inclusive as ministtradas pelo passe magnético.
Enfim, os centros de força, conjugados com o perispírito, permitem a integração entre o espírito e o corpo, união que permite a ação recíproca entre a energia orgânica e a mental, o que favorece a condução das energias fluídicas, movimentadasa pelo passe, às celulas do corpo.