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01/12/2013

O Mistérioso Triângulo das Bermudas


Conhecido pelos inúmeros desaparecimentos de embarcações e aeronaves, o Triângulo das Bermudas é um dos lugares mais misteriosos que existe. Muitas vidas foram perdidas nessa região, e muitos culpam esse fato à atividades paranormais que acontecem na região do Caribe.
Muitos foram os nomes dados ao lugar, como "Cemitério do Atlântico", “Mar do Demônio", “Mar dos navios perdidos” ou ainda “Mar das Feiticeiras”.

O Triângulo das Bermudas ou Triângulo do Diabo é uma região do oceano Atlântico onde um grande número de aviões e navios desapareceram em condições misteriosas. As vértices deste triângulo costuma ser delimitado pela Ilha de Bermudas, pela cidade de San Juan em Porto Rico e por Miami, na Flórida, mas suas fronteiras são elásticas, podendo chegar a formar um losango para comportar todos os desaparecimentos da redondeza.

Muitas teorias foram criadas para explicar tal fenômeno:  portais para outras dimensões, campos de energia provocados por antigos cristais do continente perdido de Atlântida abandonados no fundo do oceano, anomalias temporais, magnéticas ou gravitacionais, buracos negros, abduções alienígenas e monstros marinhos, já para os cientistas são frutos de súbitas erupções gasosas submarinas e ondas gigantes. 

A primeira descrição que se teve sobre o Triângulo das Bermudas foi de Cristóvão Colombo, quando ia em direção à América, que relatou ter visto uma bola de fogo no céu, explicada hoje como um meteorito.


Charles Berlitz publicou em 1974, o livro "Triângulo das Bermudas”, sucesso de vendas, no qual abordava temas sobrenaturais dos desaparecimentos, citando fatos como: o mistério do Vôo 19, que era o nome de um grupo de cinco caças-bombardeiros TBM Avenger da Marinha americana que decolou no dia 15 de dezembro de 1945, de Fort Lauderdale, que após um treinamento bem sucedido, desapareceu sem deixar vestígios, logo após desapareceu também um dos hidroaviões de resgate enviado, desencadeando uma das maiores operações de resgate da história, com mais de 240 aviões, navios da Marinha, barcos da guarda costeira, iates particulares e até submarinos, mas nada foi encontrado.

Muitos navios também desapareceram no local, os que não desapareceram foram encontrados à deriva sem tripulação, a exemplo temos: o USS Cyclops que nunca mais foi visto após sair do posto das Bermudas; o S.S. Marine Sulphur Queen, um navio tanque carregado de enxofre que desapareceu após seu último contato, em 3 de fevereiro de 1963;o navio brasileiro São Paulo, destinado ao ferro-velho, que estava sendo rebocado por dois navios, mas um destes, temendo uma tempestade, soltou o cabo durante a noite, na manhã seguinte o navio e sua tripulação de 8 pessoas havia desaparecido sem deixar vestígios.
E outras dezenas de embarcações e aeronaves desaparecem na região, muitas delas sem deixar nenhum rastro de sua existência.

Sendo assim, a maioria dos pesquisadores acredita que o grande número de desaparecimentos na região seja por causa do clima. O Triângulo das Bermudas é vulnerável à tempestades imprevisíveis, furacões e outros fenômenos naturais.



21/03/2011

O Mestre Ramatis







 O Mestres Ramatis e Kuthumi, são na verdade a mesma fonte de consciência. Como Ramatis, este nosso Irmão Maior, exerce hoje a função de Secretário Geral da FRATERNIDADE DA CRUZ E DO TRIÂNGULO, que se empenha em divulgar os ensinamentos de JESUS, paralelamente com a tradição espiritualista do Oriente, estabelecendo assim, um profícuo intercâmbio entre as correntes espiritualistas do Ocidente e as fraternidades iniciáticas do mundo Oriental, com significativo proveito para toda a Humanidade.

Ramatis foi Nathan, o grande conselheiro de SALOMÃO; Essen, filho de Moisés e fundador da fraternidade Essênia, fiel seguidor dos ensinamentos Kobdas; e mais recentemente, Phylon de Alexandria, contemporâneo de JESUS, por cuja segurança muito lutou.

Quando de sua passagem por Atlântida, em que foi um Sacerdote, conviveu com Allan Kardec. Viveu também no Egito, na era de Ramsés II e do Faraó Mernephtah, quando reencontrou–se com Kardec, então o sacerdote Amenófis.

Ramatis, assim como muitos de nós, é oriundo do Sistema Estelar de Sírius. Em Atlântida, ele foi um Sacerdote Aumbandhã, que foi uma sabedoria milenar que trouxe do Sistema de Sírius, que significa Lei Maior Divina ou Sabedoria Secreta, Setenária e Esotérica. Aumbandhã é um instrumento de Magia Branca utilizado pelos altos Sacerdotes da Luz Atlantes, na verdade, os Magos Brancos, composto por Leis Cósmicas e pelas Forças da Natureza, para deter o avanço das trevas.

Esses Magos Brancos de outrora, que na sequência foram Caldeus, Babilônicos, Egípcios e, alguns, africanos, fizeram com que se mantivesse viva a Magia Atlante ancestral. O Mantra original da Lei Divina, Aumbandhã, foi retomado e nasceu a Umbanda. Isto aconteceu em 1.908, quando o médium Zélio Fernandino de Moraes, numa sessão mediúnica que se realizava na Federação Espírita de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, recebeu uma Entidade de Luz, que se denominou Caboclo das Sete Encruzilhadas e comunicou que, por deliberação do Alto, iria se instituir, sob o signo da caridade um novo culto ao qual dariam o nome de Umbanda. No dia seguinte, 16 de novembro de 1.908, o primeiro Templo de Umbanda, a Tenda Nossa Senhora da Piedade, foi fundada por aquela entidade.  Era o componente que faltava do Conhecimento Antigo. Ela tinha que reviver no Brasil, porque aqui ficou a semente espiritual do povo atlante. Vem também desde os tempos de Atlântida, nosso envolvimento com as Terapias que hoje conhecemos por Apometria e Anti-goécia.

Como mensageiro sideral, ombreia-se Ramatis com as mais destacadas entidades, tais como Emmanuel ou Hilarion. E, como luzeiro espiritual, não há prisma terráqueo capaz de mensurá-lo. É de se notar, que em toda a sua literatura, Ramatis curva-se à majestosa personalidade de Allan Kardec, com importantes referências ao seu legado, a Codificação do Espírito, salientando sempre que o Espiritismo sem Kardec não é Espiritismo.

O Templo que Ramatis fundou foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Cada pedra de alvenaria recebeu o toque misterioso, que não pode ser explicado a contento na linguagem humana.

Embora tendo desencarnado ainda moço, Ramatis pode aliciar 72 discípulos que, no entanto, após o desaparecimento do mestre, não puderam manter-se à altura do mesmo padrão iniciático original. Eram adeptos de diversas correntes religiosas do EGITO, da ÍNDIA, da GRÉCIA, da CHINA e até da ARÁBIA.

Apenas 17 conseguiram envergar a simbólica Túnica Azul e alcançar o último grau daquele círculo iniciático. Os demais, seja por ingresso tardio, seja por menor capacidade de compreensão espiritual, não alcançaram a plenitude do conhecimento das disciplinas ensinadas pelo Mestre. Vinte e seis adeptos estão no Espaço desencarnados, cooperando nos trabalhos da “CRUZ E DO TRIÂNGULO”. O restante disseminou-se pela Terra, em diversos lugares. Acredita-se que 18 reencarnaram no Brasil, 6 nas Américas, enquanto os demais espalharam-se pela Europa e Ásia.

Como a Europa está atingindo o final de sua missão civilizadora, alguns discípulos reencarnados emigrarão para o Brasil, em cujo território, afirma Ramatis, reencarnarão os predecessores da generosa humanidade do terceiro milênio. No templo que Ramatis fundou na Índia, esses discípulos desenvolveram seus conhecimentos sobre magnetismo, astrologia, clarividência, psicometria, radiestesia e assuntos quirológicos, aliados à filosofia do “duplo etérico”. Os mais capacitados tiveram êxito no campo da “Fenomenologia mediúnica” dominando fenômenos de levitação ubiqüidade, vidência e psicografia de mensagens que os instrutores enviavam para aquele templo de estudos espirituais.

Mas, o principal “toque pessoal” que Ramatis desenvolveu em seus discípulos foi o pendor universalista, devido ao próprio fundamento fraterno e Crístico para com todos os esforços na esfera espiritualista. Não se preocupam com os invólucros dos homens, movendo-se para solucionar o mistério da vida. Sentem a realidade contínua do Espírito, que só lhes inspira o amor e a fraternidade, a qualquer momento e em qualquer local. Respeitam e compreendem a necessidade que os homens tem de buscar a verdade, a fim de se exercitarem para os vôos crísticos do futuro. Não se adaptam a exclusivismo algum e evitam postulados doutrinários que cerceiam a liberdade da razão.

Sua última encarnação na Terra já como Ramatis, ocorreu na INDOCHINA no século X. Continua, entretanto, militando em nosso pequeno mundo, em obras de transformações sociais e como insigne mensageiro que, não obstante as conhecidas limitações mediúnicas, ainda consegue ditar obras de envergadura de FISIOLOGIA DA ALMA, MENSAGENS DO ASTRAL, EVANGELHO À LUZ DO COSMO, além de outras, contendo mais de uma dezena de preciosidades de inegável valor doutrinário e filosófico.




 Os relatos acima são dos Médiuns: Hercílio Maes e Norberto Peixoto,
extraídos dos livros Mensagens do Astral, e Chama Crística.


23/01/2011

Atlântida - o Reino Perdido




















Os continentes que hoje conhecemos nunca tiveram os aspectos e costas atuais, e mais, nem sempre estiveram acima da superfície das águas como hoje estão.



As forças naturais, o vento, a chuva, as forças internas do planeta, o próprio luar, estão em constante luta contra as regiões terrestres que lhe oferecem resistência. Estão sempre mudando a fisionomia do planeta.


Nas tradições humanas, nos velhos manuscritos, nas esculturas e velhas inscrições, encontramos referências sobre terras, ilhas e mesmo continentes inteiros, que desapareceram sob as águas e, entre estas milenares tradições, encontramos uma que fala de um fabuloso continente, com uma extraordinária civilização, denominado ATLÂNTIDA.


De todas as tradições deixadas, a que segue é a mais detalhada, ou seja:


"Todo o país era cortado de magníficas estradas. A água era levada às cidades por anelo e gigantescos aquedutos, cavavam-se túneis sob as águas, sob as montanhas; erguiam-se pirâmides colossais; construíam-se palácios magníficos; tudo era de tal maneira formidável, que a arte egípcia é como que uma miniatura da arte atlante em todas as suas manifestações.


Nos Templos funcionavam observatórios meteorológicos, astronômicos etc.. As estátuas atingiam alto grau de perfeição e a pintura de cores vivas e sem perspectiva servia somente para decorações.


As casas eram rodeadas de jardins. As ruas calçadas de lajes. As terras eram cortadas por canais de irrigação e navegação; os portos cavados ou melhorados artificialmente. Tinham grandes navios e navegavam com a bússola. Empregavam a pólvora e outros explosivos mais violentos para o progresso. Os abastados viajavam em ricos barcos aéreos movimentados pelo misterioso "vril", os pobres e os escravos em carros puxados por leões e leopardos. Havia máquinas aéreas de metal e de madeira capazes de transportar 80 a 100 homens.


Sua indústria era próspera. Exploravam minas. Traziam o cobre do Canadá, o ouro e a prata do Peru, quando não os fabricavam quimicamente. Conheciam um metal denominado "Orichalco" que não se sabe se era produto da terra ou o resultado de transmutação, e que, com eles desapareceu.


Metalúrgicos notáveis fabricavam toda a casta de objetos de bronze que vendiam aos povos bárbaros (nós) ainda na idade da pedra polida.


A sua Capital era CERNÊ, a cidade das portas de Ouro, que ficava ao pé da alta montanha de 3 cumes que se avistava de muito longe no Mar. Foi isso que deu origem ao símbolo do tridente netuniano, gravado nas mais antigas moedas do mundo.


O Egito, o México e o Peru, colônias dos Atlantes, revelam que a sua civilização era admirável. Seus sábios haviam condensado em tábuas famosas, a ciência e a moral mais elevadas.


Acreditavam num Deus Superior que se manifestava nas forças na natureza e se revelava pela linguagem dos astros. Sua Religião era, ao mesmo tempo, filosófica e científica.


Ao povo se deixavam as formas rudimentares dessa Religião que, na essência, só os iniciados conheciam. Os templos eram dedicados ao Sol, instrumento vital do grande Todo.


A arquitetura era ciclópica e as danças rituais comemoravam os signos do Zodíaco, bem como as cerimônias litúrgicas representavam os mistérios do céu.


Os atlantes criam na imortalidade da Alma e mumificavam os mortos. Acreditavam na reencarnação; mas o culto dos antepassados só lhes foi trazido pelos brancos hiperbólicos. Conheciam a Astrologia e a praticavam. Consubstanciavam nos astros as forças naturais e todo o seu ensino era oral, sob a fiscalização do Colégio dos Iniciados.


...e tal civilização era mais adiantada que a nossa de hoje, moralmente e mesmo materialmente.


Sua decadência proveio do desequilíbrio entre a evolução moral e a material. O orgulho do poder e da ciência gerou o egoísmo e a opressão.


O luxo engendrou a sede das riquezas. Os freios morais relaxaram-se e os apetites à solta, de braços com a magia negra, trouxeram a idade da besta.


Reinaram os instintos. Devassidão e barbárie dominaram a sociedade. A anarquia instalou-se.


E o dilúvio e os cataclismos, lançados pelos Deuses irritados, pouco a pouco foram destruindo aquele grande Império, até que, 9.564 anos AC, soçobrou na mais pavorosa catástrofe."


Este relato é digno de respeito, pois existem inúmeras provas CIENTÍFICAS E ATUAIS de que uma grande catástrofe ocorreu EXATAMENTE no lugar em que as tradições colocam o continente da Atlântida.



Teorias a respeito da Atlântida



PLATÃO

 





Foi esse filósofo grego quem trouxe ao mundo a história do continente perdido da Atlântida. Sua história começou a surgir para ele em ao redor de 355 A.C. Ele escreveu a respeito dessa terra chamada Atlântida em dois de seus diálogos – Timeus e Critias, ao redor de 370 A.C. Platão disse que o Continente ficava no Oceano Atlântico, próximo do Estreito de Gibraltar até sua destruição 10.000 anos antes.

Platão descreveu a Atlântida como anéis alternados de mar e terra, com um palácio no centro do “olho de boi”. Ele usou uma série de diálogos para expressar suas idéias. Um dos personagens de seus diálogos, Kritias, conta uma história da Atlântida que está em sua família por muitas gerações. De acordo com o personagem, a história foi originalmente contada para seu ancestral Sólon, por um padre durante a visita de Sólon ao Egito.



De acordo com os diálogos,, houve um poderoso império localizado a oeste dos “Pilares de Hércules” (o que agora chamamos o Estreito de Gibraltar) numa ilha no Oceano Atlântico. Essa nação havia sido estabelecida por Poseidon, o deus do mar. Poseidon era pai de cinco pares de gêmeos na ilha. Poseidon dividiu a terra em dez partes, cada uma para ser governada por um filho, ou seus herdeiros.
A capital da cidade de Atlântida era uma maravilha de arquitetura e engenharia. A cidade era composta de uma série de paredes e canais concêntricos. Bem no centro havia um monte, e no topo do monte um templo para Poseidon. Dentro havia uma estátua de ouro do deus do mar com ele dirigindo seis cavalos alados.
Aproximadamente 9.000 anos antes do tempo de Platão, após o povo da Atlântida ter se tornado corrupto e cobiçoso, os deuses decidiram destruí-los. Um violento terremoto agitou a Terra, ondas gigantes vieram sobre as costas e a ilha afundou no mar para nunca mais ser vista.
Em muitos pontos nos diálogos, os personagens de Platão referem-se à história da Atlântida como uma “história real” . Platão também parece colocar na história muitos detalhes sobre a Atlântida que seriam desnecessários se ele pretendesse usar isso apenas como um instrumento literário.
Em “Timeus”, Platão descreve Atlântida como uma nação próspera que iria expandir seu domínio: “Agora nesta ilha de Atlântida havia um grande e maravilhoso império que governou em toda a ilha e em várias outras, e em partes do continente”, ele escreveu “e depois, os homens da Atlântida dominaram as partes da Líbia dentro das colunas de Hércules até o Egito e a Europa, até a Tyrrhenia.
Platão ainda conta como os atlantes cometeram um grave erro procurando conquistar a Grécia. Eles não puderam resistir ao poderio militar dos gregos e em seguida à derrota, um desastre natural selou seus destinos. “Timeus” continua: “Mas depois ocorreram ali violentos terremotos e inundações e num único dia e noite de infortúnio, todos os seus guerreiros afundaram na terra e a ilha de Atlântida desapareceu nas profundezas do mar.”
Platão conta uma versão mais metafísica da história de Atlântida em “Critias”. Aí ele descreve o continente perdido como o reino de Poseidon, o deus do mar. Essa Atlântida era uma sociedade nobre, sofisticada, que reinou em paz por séculos, até que seu povo tornou-se complacente e cobiçoso. Raivoso com sua queda da graça, Zeus escolheu puni-los, destruindo a Atlântida.
De acordo com Platão, Poseidon teve cinco pares de gêmeos com mulheres mortais. Poseidon designou o mais velho de seus filhos, Atlas, o Titan, como governador desta bela ilha. Atlas tornou-se a personificação das montanhas ou pilares que sustentavam o céu. Platão descreveu como uma vasta ilha-continente, a oeste do Mediterrâneo, rodeada pelo Oceano Atlântico. A palavra grega Atlantis (Atlântida) significa - a ilha de Atlas -, assim como a palavra Atlântico significa –o oceano de Atlas.


O Fim da Atlântida: Nova Luz sobre uma antiga lenda



A Atlântida era governada em paz, era rica em comércio, avançada em conhecimento e dominava as ilhas e continentes que a rodeavam. De acordo com a lenda de Platão, o povo da Atlântida tornou-se complacente e seus líderes arrogantes;como punição, os deuses destruíram a Atlântida, inundando-a e submergindo-a em um dia e uma noite. Embora Platão tenha sido o primeiro a usar o termo “Atlântida”, há antecedentes da lenda. Há uma lenda egípcia que Sólon provavelmente ouviu enquanto viajava pelo Egito e foi passada a Platão anos depois. A ilha nação de Keftiu, lar de um dos quatro pilares que sustentavam o céu, era considerada uma gloriosa civilização avançada que foi destruída e afundou no oceano.







19/02/2008

Atlântida - o continente perdido...
























Atlântida 


Talvez seja esse o maior mistério do mundo. Será que ela realmente existiu um dia? E se existiu o que de terá de fato acontecido? 


Existem outras civilizações e outros continentes perdidas, mas sem dúvida, é a Atlântida que chama mais a atenção.
Platão, o filósofo grego, descreveu em seu livro, "A Atlântida", diversas teorias que tratam da existência e desaparecimento do continente. Segundo os especialistas, a Atlântida teria desaparecido há mais ou menos 10.000 ou 12.000 anos atrás, e que as causas podem ter sido várias. A mais conhecida é a do continente ter sido submerso devido ao fim da última glaciação pelo qual o planeta passou. Há cerca de 80.000 anos atrás começou esse período, e acabou justamente entre 10.000 e 12.000 anos atrás. A consequência do fim do período glacial é o derretimento de grande parte do gelo acumulado e o consequente aumento do nível dos Oceanos. Daí a submersão do continente.
Outra questão que intriga e provoca discussões entre os especialistas, é sobre a localização do continente. A maioria acredita que a Atlântida teria se localizado onde hoje é o Oceano Atlântico (por isso o continente se chama Atlântida), entre os EUA e a Europa. Os estudiosos usam como argumento, o fato do litoral do brasileiro se "encaixar" quase com perfeição no litoral africano, e do litoral leste dos EUA não combinar com o litoral europeu.
Existem vários historiadores ou arqueólogos que viajam pelo mundo em busca de alguma prova ou até mesmo atrás da própria Atlântida. Alguns afirmam que o continente estaria localizado em alguma parte da América do Sul, já que segundo Platão "a Atlântida está a oeste do Atlântico". Alguns dizem também que a Atlântida poderia ser uma cidade, não um continente. Isso porque segundo geólogos seria impossível um continente inteiro afundar. Outros afirmam também que a história da Atlântida não seria nada mais do que um produto da imaginação fértil de Platão, que ele teria escrito a história da Atlântida para criticar a sociedade da época, já que a Grécia antiga era uma nação muito desenvolvida, e como toda nação desenvolvida, teria também suas corrupções.
Mas existem cidades que foram descobertas ao longo dos séculos que podem ser provas da existência da Atlântida. Um exemplo disso seria as ruinas de uma cidade de um antigo império existente no Peru, Tihuanaco. Esse antigo império era muito próspero, com uma sociedade muito desenvolvida. Encontra-se perto a alguns quilômetros das ruinas da cidade um grande canal que seria usado para navegação, para que navios pudessem ir a vários pontos do Império de Tihuanaco. Segundo especialistas esse canal é semelhante ao descrito por Platão em seu livro sobre a Atlântida.


A Civilização Atlante


Dizem que a civilização atlante tinha uma sabedoria muito avançada, tanto que todos se entendiam pela mente.. Com essa grande sabedoria realizaram grandes avanços em diversas áreas do conhecimento. Realizaram viagens espaciais, com intercâmbio com outros planetas do sistema solar.
A sociedade atlante era dividida em duas classes sociais: a dos homens de face resplandecente, ou de face amarela, que eram os mais espiritualizados; os de face tenebrosa, ou da face vermelha, que eram os poucos espiritualizados. Segundo antigos escritos, os de face tenebrosa teriam tomado o poder, obrigando os de face resplandecente a se refugiarem no interior das montanhas. Isso provocou uma grande divisão da nação atlante. Além dos conhecimentos na área científica, os atlantes também tinham grande conhecimento das forças da natureza. Mas, porém, com tanto conhecimento não conseguiram impedir que essas forças naturais destruíssem com tudo, e não deixando nenhum vestígio de sua existência.
Existem vários historiadores ou arqueólogos que viajam pelo mundo em busca de alguma prova ou até mesmo atrás da própria Atlântida. Alguns afirmam que o continente estaria localizado em alguma parte da América do Sul, já que segundo Platão "a Atlântida está a oeste do Atlântico". Alguns dizem também que a Atlântida poderia ser uma cidade, não um continente. Isso porque segundo geólogos seria impossível um continente inteiro afundar. Outros afirmam também que a história da Atlântida não seria nada mais do que um produto da imaginação fértil de Platão, que ele teria escrito a história da Atlântida para criticar a sociedade da época, já que a Grécia antiga era uma nação muito desenvolvida, e como toda nação desenvolvida, teria também suas corrupções.
Mas existem cidades que foram descobertas ao longo dos séculos que podem ser provas da existência da Atlântida. Um exemplo disso seria as ruinas de uma cidade de um antigo império existente no Peru, Tihuanaco. Esse antigo império era muito próspero, com uma sociedade muito desenvolvida. Encontra-se perto a alguns quilômetros das ruinas da cidade um grande canal que seria usado para navegação, para que navios pudessem ir a vários pontos do Império de Tihuanaco. Segundo especialistas esse canal é semelhante ao descrito por Platão em seu livro sobre a Atlântida.



As primeiras narrativas

De todas as lendas sobre povos e civilizações perdidas , a história de Atlântida parece ser aquela que mais interesse tem despertado. A primeira referência escrita deste mito encontra-se nos relatos de Platão . Nos diálogos Timeu e Crítias é narrada a fascinante história da civilização localizada "para além das colunas de Hércules" . É descrita a existência desta ilha continental , bem como os detalhes históricos de seu povo , com sua organização social, política e religiosa , além de sua geografia e também da sua fatídica destruição "no espaço de uma noite e um dia ". Eis parte do diálogo : "...Ouvi, disse Crítias, essa história pelo meu avô, que a ouvira de Sólon, o filósofo. No delta do Nilo eleva-se a cidade de Sais, outrora capital do faraó Amásis e que foi fundada pela deusa Neit, que os gregos chamam Atena. Os habitantes de Sais são amigos dos atenienses , com os quais julgam ter uma origem comum. Eis por que Sólon foi acolhido com grandes homenagens pela população de Sais. Os sacerdotes mais sábios da deusa Neit apressaram-se a iniciá-lo nas antigas tradições da história da humanidade .
Na tradição oral de muitos povos antigos , nos relatos de textos bíblicos, em documentos toltecas e nos anais da doutrina secreta , existem coincidências que nos fazem crer que outrora existiu um continente no meio do Oceano Atlântico , que um dia foi tragado pelas águas revoltas.



Atlântida ( O país, o povo suas Riquezas)

Geograficamente, Platão descreve a Atlântida desta forma : "toda a região era muito alta e caía a pique sobre o mar , mas que o terreno à volta da cidade era plano e cercado de montanhas que desciam até a praia , de superfície regular, era mais comprida do que larga, com três mil estádios na sua maior extensão, e dois mil no centro, para quem subisse do lado do mar. Toda essa faixa da ilha olhava para o sul, ao abrigo do vento norte. As montanhas das imediações eram famosas pelo número , altura e beleza, muito acima das do nosso tempo...".
segundo todos relatos , os atlantes desenvolveram-se de tal forma , que o grau de riqueza alcançado por sua civilização não encontra paralelo conhecido, sendo pouco provável que outros povos viessem a obter tamanha prosperidade e bonança.
A Atlântida possuia 10 reis . Estes soberanos por sua vez , possuiam dentro de seus domínios "um poder discricionário sobre os homens e a maior parte das leis , sendo-lhes facultado castigar quem quisessem, ou mesmo condená-los à morte".
O país dos atlantes era dividido em 60.000 lotes e cada um deles tinha um chefe militar .
O aspecto que mais fascina no relato platônico é sem dúvida o que se refere às riquesas da ilha-continente , tanto no que tange às construções , como aos imensos recursos naturais da legendária ilha .
Segundo Platão, a Atlântida possuía a capacidade de prover seus habitantes com todas as condições de sustento, apesar de receber de fora muito do necessário, provavelmente, através do comércio. Havia na ilha grande abundância de madeira que com certeza foram utilizadas nas imensas obras lá construídas, bem como imensas pastagens , tanto para animais domésticos , como para selvagens , incluindo aí a raça dos elefantes, que teriam se multiplicado pela ilha . Por sua vez, toda sorte de frutos, legumes, flores e raízes existiam alí, sendo que o fabrico de essências e perfumes era corriqueiro. A extração de minérios , em particular o ouro, ocorria fartamente em Atlântida.
Diz Platão que de início os atlantes "construíram pontes nos cinturões de mar que envolviam a antiga metrópole, a fim de conseguir passagem para fora e para o palácio real", bem como abriram um canal de três plectros de largura e cem pés de profundidade, ligando o mar ao primeiro cinturão de água, canal este que servia de entrada para embarcações vindas de outras partes. No segundo cinturão, os barcos podiam ancorar com maior segurança , e fazia deste uma espécie de porto.
As águas jorravam no centro da ilha, desde que Poseidon assim quis, também tiveram tratamento dos mais apurados : em suas imediações foram plantadas "árvores benéficas para as águas ", bem como foram construídas "cisternas para banhos quentes no inverno". Havia, contudo, locais próprios para os banhos dos reis, bem como modalidades específicas para as mulheres. Segundo o relato, "parte da água corrente eles canalizaram para o bosque de Poseidon a outra parte era canalizada para os cinturões externos por meio de aquedutos que passavam sobre as pontes ".
Nos cinturões externos de terra, foram construídos ginásios para práticas esportivas e hipódromos , bem como moradia para soldados, hangares para barcos e armazéns para todas as modalidades conhecidas de artigos naúticos. O canal principal que servia de entrada para embarcações era muito movimentado, tanto de dia como de noite, o que demonstra ter sido Atlântida um grande centro comercial de seu tempo.
O palácio real era segundo os relatos "uma verdadeira obra prima de encantar a vista , por suas dimensões e beleza. "
O templo dedicado a Poseidon era cercado por um muro de ouro, que segundo o relato , ele "tinha um estádio de comprimento e três plectros de largura para fora, todo o templo era forrado de prata, com exceção dos acrotérios, que eram de ouro. No interior , a abóboda era de marfim, com ornamentos de ouro, prata e oricalco. "
Havia também no templo estátuas dedicadas a diversas divindades, bem como outras que homenageavam os reis e suas esposas, além de um altar cuja beleza e magnificência não encontrava paralelo conhecido. Essa é resumidamente a Atlântida de Platão, com seus detalhes e maravilhas.


As eras glaciais e a Atlântida

Denomina-se eras glaciais os períodos em que grandes regiões do planeta estiveram sob um processo contínuo de glaciações , fenômeno este resultante de causas múltiplas e complexas : movimentos orbitais da terra, continentalidade dos polos, elevação de terras, circulações oceânicas, mudanças na composição da atmosfera e outras.
Ocorreram na história do planeta diversas fases deste fenômeno, desde o período pré-cambiano até bem recentemente. No entanto, dado as dificuldades a pesquisa científica só conseguiu definir de forma minuciosa a última grande glaciação, que ocorreu durante o pleistoceno.
Uma glaciação inicia-se quando após um rigoroso inverno, a neve acumulada não se derrete totalmente com a chegada do verão , sobrevivendo até o outro inverno na forma de gelo. Este fato, resfria a região e num acúmulo sucessivo de milhares de anos forma-se uma calota de gelo, cada vez mais resistente criando impactos de resfriamento cada vez maiores.
Há cerca de 80.000 anos atrás , iniciou-se o último grande avanço das geleiras nas regiões norte do planeta, tanto na Europa como na América do Norte, sendo que o fim desta última glaciação deve ter ocorrido entre 20.000 a 10.000 anos atrás .O fim da Glaciação implica na subida do nível dos Oceanos . Esta última é a data factídida da Submersão da Atlântida.
Levantamentos geológicos dão indícios de que durante a última glaciação , a expansão das geleiras atingiram latitudes aproximadamente iguais tanto na América do Norte como na Europa. Dessa forma é possível supor que os efeitos da corrente do golfo não atuavam de modo satisfatório junto ao noroeste europeu naqueles tempos . Esta constatação nos leva a uma interessante hipótese : a não existência da corrente do golfo naqueles tempos , ou a impossibilidade desta corrente alcançar a Europa , na medida em que seu curso fosse alterado por algum bloqueio em pleno oceano Atlântico . O tamanho do bloqueio só poderia ser uma grande massa continental , que bem poderia ter sido a Atlântida .

Crânios de atlantes ou lemurianos...










Estes crânios encontram-se expostos no Museu de Antropologia de Lima (Peru).
























































































































Lemúria e Atlântida...as cidades esquecidas...






















Lemúria


O continente perdido do Pacífico - assim como a Atlântida, que por sua vez se situava no Oceano Atlântico, lendários continentes que segundo as mais antigas lendas e tradições há muito milênios submergiram devido a um enorme cataclismo de natureza não inteiramente identificada,No meio do Ocenao pacífico existem estranhos vestígios de uma antiga civilização, assim como acontece na Ilha de Páscoa com os seus mais de trezentos Moais - gigantescas estátuas que olham para o horizonte e que retratam, segundo as lendas indígenas, as figuras dos "homens-pássaros"!E no Pacífico Norte, em uma localização que ainda é mantida em sigilo, os mergulhadores encontraram de fato as colossais ruínas de uma cidade muito antiga.