06/03/2011

Evangelho no Lar


Orientações sobre Culto no Lar




Fonte: Setor de Ajuda do CVDEE (Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo).
“Onde quer que se encontrem duas ou três pessoas reunidas em meu nome, eu com elas estarei.”
Jesus (Mateus, 18:20)
O que é o Culto do Evangelho no Lar?
Trata-se do estudo do Evangelho de Jesus em reunião familiar. O Culto do Evangelho no Lar, realizado no ambiente doméstico, é precioso empreendimento que traz diversos benefícios às pessoas que o praticam.
Permite ampla compreensão dos ensinamentos de Jesus e a prática destes, nos ambientes em que vivemos. Ampliando-se o conhecimento sobre o Evangelho, pode-se oferecê-lo com mais segurança a outras criaturas, colaborando-se para a implantação do Reino de Deus na Terra.
As pessoas, unidas por laços consangüíneos, compreenderão a necessidade da vivência harmoniosa e, dentro de suas possibilidades, buscarão, pouco a pouco, superar possíveis barreiras, desentendimentos e desajustes, que possam existir entre pais e filhos, cônjuges e irmãos.
Através do estudo da reencarnação, compreenderão que, aqueles com quem dividem o teto, são espíritos irmãos, cujas tarefas individuais, muitas vezes, dependerão da convivência sadia no ambiente em que vieram a renascer.
Aqueles que, desde cedo, têm suas vidas orientadas pela conduta Cristã, evitam, com mais facilidade, que os embriões dos defeitos que estão latentes em seus espíritos apareçam, sanando, desta forma, o mal antes que ele cresça.
Se, porventura, tendências negativas aflorarem, apesar da orientação desde a infância, encontrarão seguros elementos morais para superá-las, porque os ensinamentos de Jesus tornam-se fortes alicerces para a sua superação.
Com o estudo do Evangelho de Jesus aprende-se a compreender e a conviver na família humana.
Assim, conscientes de que são espíritos devedores perante as Leis Universais, procuram conduzir-se dentro de atitudes exemplares, amando e perdoando, suportando e compreendendo os revezes da vida.
Quando o Culto do Evangelho no Lar é praticado fielmente à data e ao horário semanal estabelecidos, atrai-se para o convívio doméstico Espíritos Superiores, que orientam e amparam, estimulam e protegem a todos.
A presença de Espíritos iluminados no Lar afasta aqueles de índole inferior, que desejam a desunião e a discórdia. O ambiente torna-se posto avançado da Luz, onde almas dedicadas ao Bem estarão sempre presentes, quer encarnadas, quer desencarnadas.
As pessoas habituadas à oração, ao estudo e à vivência cristã, tornam-se mais sensíveis e passíveis às inspirações dos Espíritos Mentores.
Procedimentos:
Escolhe-se um dia da semana e hora em que seja possível a presença de todos os familiares ou da maior parte deles, observando-se com rigor a sua constância e pontualidade, para facilitar a assistência espiritual.
A direção do Culto do Evangelho no Lar caberá a um .dos cônjuges ou a pessoa que disponha de maiores conhecimentos doutrinários. Cabe lembrar, no entanto, que por se tratar de um estudo em grupo não é necessária a presença de pessoas com cultura doutrinária. Na pureza dos ideais e na sinceridade das intenções, todos aprenderão juntos, auxiliando-se mutuamente.
É importante que os temas sejam discutidos com a participação de todos, na medida do possível, sem imposições, para evitar-se constrangimentos.
Deve-se buscar um ambiente amistoso, de respeito, pois, viver e falar com Jesus é uma felicidade que não se deve desprezar.
Antes do início da reunião, prepara-se o local, colocando-se em cima da mesa água pura, em uma garrafa, para ser beneficiada pelos Benfeitores Espirituais, em nome de Jesus.
1. Leitura de uma mensagem
A leitura inicial de uma mensagem poderá, após, ser comentada ou não. Ela tem por objetivo propiciar um equilíbrio emocional, procurando harmonizá-lo com os ideais nobres da vida, a fim de facilitar melhor aproveitamento das lições.
Poderemos lembrar obras com “Pão Nosso”, “Fonte Viva”, “Vinha de Luz”, “Caminho, Verdade e Vida”, “Palavras de Vida Eterna”, “Ementário Espírita”, “Glossário Espírita Cristão”.
2. Prece Inicial
“Dando curso ao salutar programa iniciado por Jesus, o de reunir-se com os discípulos para os elevados cometimentos da comunhão com Deus, mediante o exercício da conversação edificante e da prece renovadora, os espiritistas devem reunir-se com regularidade e freqüência para reviver, na prece e na ação nobilitante, o culto da fraternidade, em que se sustentem quando as forças físicas e morais estejam em deperecimento, para louvar e render graças ao Senhor por todas as suas concessões, para suplicar mercês e socorros para si mesmos quanto para o próximo, esteja este no círculo da afetividade doméstica e da consanguinidade, se encontre nas provações redentoras ou se alongue pelas trilhas da imensa família universal.”
Após a leitura da mensagem, inicia-se o Culto do Evangelho no Lar, com uma prece. A oração deve ser proferida por um dos participantes, em tom de voz audível a todos os presentes e de forma simples e espontânea, não devendo ser, portanto, decorada. Os demais, acompanham-no, seguindo a rogativa, frase por frase, repetindo,-mentalmente, em silêncio, cada expressão, a fim de imprimir o máximo ritmo e harmonia ao verbo, ao som e a idéia, numa só vibração.
Na prece pode pedir-se o amparo de Deus para o lar onde o Evangelho está sendo estudado, para os presentes, seus parentes e amigos; para os enfermos, do corpo e da alma; para a paz na Terra; para os trabalhadores do Bem e etc.
A prece, além de ligar o ser humano à espiritualidade, traduz respeito pelo momento de estudo a realizar-se.
3. Estudo do Evangelho de Jesus
O estudo do Evangelho do Cristo, à luz da Doutrina Espírita – “O Evangelho segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec – poderá ser estudado de duas formas:
a) estudo em seqüência – o estudo metódico, em pequenas partes, permite o conhecimento gradual e ordenado dos ensinamentos que o livro encerra. Após o seu término, volta-se, novamente, ao capítulo inicial;
b) estudo ao acaso – consiste na abertura, ao acaso, de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, o que ensejará, também, lições oportunas, em qualquer ocasião.
Os comentários devem envolver o trecho lido, buscando-se alcançar a essência dos ensinamentos de Jesus, realçando-se a necessidade da sua aplicação na vida diária.
Pode reservar-se, posteriormente, um momento de palavra livre, onde os participantes da reunião exponham situações da vida prática, para o melhor entendimento e fixação das lições.
4. Prece de agradecimento
Um dos presentes fará uma prece, agradecendo as bênçãos recebidas no Culto do Evangelho no Lar, pela paz, pelas lições recebidas etc.
Observações:
A duração do Culto do Evangelho no Lar deve ser de até 1 (uma) hora, mais ou menos. (Preferencialmente não deve durar mais do que 30 minutos)
No Culto do Evangelho no Lar deve ser evitada manifestações mediúnicas. A sua finalidade básica é o estudo do Evangelho de Jesus, para o aprendizado Cristão, a fim de que seus participantes melhor se conduzam na jornada terrena. Os casos de mediunidade indisciplinada devem ser encaminhados a uma sociedade espírita idônea.
Deve-se evitar comparações ou comentários que desmereçam pessoas ou religiões. No Evangelho busca-se a aquisição de valores maiores, tais como a benevolência e a caridade, a compreensão e a humildade, não cabendo, dessa forma, qualquer conversação menos edificante.
A realização do Culto do Evangelho no Lar não deve ser suspensa em virtude de visitas inesperadas. Deverá ser esclarecido o assunto com delicadeza e franqueza, convidando-se o visitante a participar do Culto, caso lhe aprouver.
O Culto do Evangelho no Lar não deve ser prejudicado, também, em virtude de solicitações sem urgência, recados inoportunos, passeios, festividades de qualquer ordem. Soluções razoáveis, de imediato, ou iniciativas, apôs a reunião, deve ser o caminho para superar os pretensos impedimentos.
Somente no caso de situações incontornáveis, em que todos não possam estar presentes, é que se justifica a não realização do Culto do Evangelho no Lar.
Evite-se ligar rádio ou televisão no dia do Culto, próximo e depois da hora de sua realização, bem como a leitura de jornais ou obras sem caráter edificante, para que se mantenha um ambiente vibratório de paz e tranqüilidade dentro do Lar, bem como saídas à rua, senão para inevitáveis e inadiáveis compromissos.
Presença de criança no Culto
As crianças devem, também, participar do Culto do Evangelho no Lar. Nesses casos, os adultos descerão os comentários ao nível de entendimento delas.
Recomenda-se a leitura, como subsídio, dos capítulos 35 e 36 da obra “Os Mensageiros”, do Espírito André Luiz, e “Evangelho em Casa”, do Espírito Meimei, psicografadas pelo médium Francisco Cândido Xavier e editadas pela Federação Espírita Brasileira.

Mundo de Regeneração





Essa é a nossa mais importante encarnação. De Alkíndar de Oliveira. Parte 2
No livro Plantão de Respostas, Volume II, Chico Xavier diz: “Emmanuel afirma que a Terra será um mundo regenerado por volta de 2.057”.
Percebamos que o ano de 2.057 está dentro dos limites preconizado por Kardec, no Conclusão-I, logo acima. O que nos leva a crer que, quando os princípios espíritas estiverem implantados em todo o planeta, haverá uma revolução cultural em tamanha proporção, que veremos o alvorecer do tão esperado Mundo de Regeneração.
Conclusão-II: O Mundo de Regeneração terá seu alvorecer por volta de 2.057, ano este dentro dos limites de tempo em que Kardec afirma que o Espiritismo será Crença Comum.

História de um Espírito - Divaldo Pereira Franco


                                                                                         

Há muitos anos, um Espírito apareceu a Divaldo (médium espírita, dirigente da instituição Mansão do Caminho da Bahia), e contou-lhe sua triste história:


“Eu era uma mulher bela, casada, também, com um homem muito atraente. Éramos felizes . . . até que um dia a beleza física dele nos desgraçou. Simpático, jovial e atraente, arranjou outra mulher mais bela e mais jovem do que eu. Uniu-se a ela, e disse-me:

- A partir de hoje irei transferir-me de casa. Por você estar velha e desgastada, procurei outra mulher mais jovem para me estimular e dar colorido à minha vida.

Dizendo isso, arrumou suas malas e saiu. Enquanto ele saía, dei um tiro em minha cabeça, para que ele ouvisse e tivesse remorso para o resto da vida. Suicidei-me . . . Não posso lhe dizer quanto tempo se passou . . . Senti o tormento que me veio depois do suicídio, a crueldade do ato impensado, o desespero que me proporcionou. Tudo quanto posso lhe dizer é que agora eu me libertei, momentaneamente do tiro, da bala que partira minha cabeça. E meu primeiro pensamento foi ver o homem por quem eu destruí minha vida. Quis visitá-lo, e uma força estranha como um magneto atraiu-me à uma casa majestosa, a uma mulher de meia idade e a um homem que estava atormentado e deitado em uma cama especial. Era meu antigo marido, portador agora de uma doença degenerativa. Estava desmemoriado, deformado, hebetado, teve também, derrame cerebral, estava sem cabelos, sem dentes, trêmulo sobre a cama . . . Uma verdadeira pasta de carne! Então eu olhei, e pensei: - Meu Deus! Foi por isso que eu me matei!? Como fui tão apegada à matéria, que murcha e se decompõe mesmo em vida. Hoje estou sofrendo moralmente! Como pude dar tanto valor à matéria! . . . Não confiei em Deus, e cheguei ao extremo de tirar minha vida por um homem que não a merecia, enceguecida por sua beleza física. Apeguei-me muito, a ponto de anular minha personalidade. Não podia viver sem ele. Tem piedade de mim e de todos aqueles que estão presos às pastas de carnes que irão se decompor e morrer em breve tempo, mais breve do que esperamos.”

E o Espírito, saiu depressa, sem dar tempo de Divaldo falar com ela.

Dessa história, podemos tirar 3 lições:

1ª - Sobre o suicídio. A recomendação Espírita é: “Não se mate você não morre.”

2ª - Procurar parceiros (as) visando beleza física e não espiritual, é outro engano. O amor verdadeiro não é cego, mas a paixão sim. Na questão 969, os Espíritos disseram para Allan Kardec que: “Muitos são os que acreditam amar perdidamente, porque apenas julgam pelas aparências, e que, obrigados a viver em comum, não tardam a reconhecer que só experimentaram um encantamento material! Não basta uma pessoa estar enamorada de outra que lhe agrada e em quem supõe belas qualidades. Vivendo realmente com ela é que poderá apreciá-la. Cumpre não se esqueça de que é o espírito quem ama e não o corpo, de sorte que, dissipada a ilusão material, o espírito vê a qualidade.”

3ª - Ninguém é de ninguém. Ninguém é posse de ninguém. Quando amamos verdadeiramente a outra pessoa, nós queremos vê-la bem, feliz, seja lá com quem for. Divaldo com muita propriedade nos exorta:

- É necessário libertar-nos dos apegos, das coisas escravocratas e seguirmos a direção do alvo, porque somos a flecha que o grande Arqueiro disparou.
Aprende pois a olhar, não com nossos olhos ,mas sim com o coração, amar verdadeiramente a alma e não o corpo, pois o corpo acaba e a alma se eterniza o Espírito é realmente a verdadeira luz , e nós como seres humanos deveríamos ver ,não com os olhos mas com o coração,pois este, nunca nos engana!!!!
"Você não tem o direito de passar por uma pessoa sem deixá-la melhor e mais feliz".  (Madre Tereza de Calcutá)
"Aprendi com a primavera a me deixar cortar. E a voltar sempre inteira."

Deixai vir a mim as criancinhas...





                                                                                              
A Primeira Escola

Deixai vir a mim os pequeninos...

Quando Jesus atribuiu a si mesmo a qualidade de Caminho, Verdade e Vida, não fez, logicamente, uma declaração de ordem pessoal, mas se referiu, decerto, à mensagem que trouxera aoMundo, em nome e por delegação do Pai.
Reportou-se o Mestre, sem dúvida, aos ensinos, ao roteiro que traçava por norma de aperfeiçoamento, à moral que pregava e exemplificava.
O Evangelho é Caminho, porque, seguindo-o, não nos perderemos nas sombrias veredas da incompreensão e do ódio, da injustiça e da perversidade, mas perlustraremos, com galhardia e êxito,as luminosas trilhas da evolução e do progresso — da ascensão e da felicidade que se não extingue.
O Evangelho é Verdade, porque é eterno.
Desafia os séculos e transpõe os milênios.
Perde-se no Infinito dos Tempos. . .
O Evangelho é Vida, porque a alma que se alimenta dele, e nele vive, ganhará a vida eterna.
Aquele que crê em Jesus e pratica os Seus ensinos viverá — mesmo que esteja morto.

                                                                 ***

 Deixar ir a Jesus os pequeninos, levar as crianças ao Mestre não significa, pois, organizar, objetiva e materialmente, uma caravana de Espíritos de meninos — encarnados ou desencarnados —para, em luminosa carruagem, romperem as barreiras espaciais, vencerem as distâncias cósmicas eprostrarem-se, devotamente, ante o Excelso Governador Espiritual do Mundo, com a finalidadeinconcebível, porque absurda, de Lhe tributarem pomposas homenagens.

Conduzir as crianças a Jesus significa incutir-lhes nos corações os preceitos evangélicos, a fim de que os seus atos possam revelar, no futuro, nobreza e dignidade.
O Espiritismo, através das Escolas de Evangelho, vem cuidando de levar os pequeninos ao Mestre, fazendo-os apreender as imortais lições da Boa Nova do Reino.
Urge, contudo, que o meritório esforço das nossas instituições, polarizando-se na
criança, não encontre obstáculos na despreparação evangélica dos pais, para evitar que a criança "ouça", nos Centros, luminosos conceitos de espiritualidade e moral, mas "veja" e "sinta", dentro de casa, no próprio lar, inadequadas atitudes de egoísmo e torpeza.

Não basta, pois, evangelizar a criança nas Instituições Espíritas.
E' imprescindível que essa educação alcance, também, os genitores ou responsáveis,
evitando-se, destarte, se estabeleça na incipiente alma infantil a desastrosa confusão de "ver" e"ouvir", em casa, atitudes e conceitos bem diversos dos que "vê" e "ouve" nas aulas de Evangelho eEspiritismo.
A primeira escola é o lar.
E o lar evangelizado dá à criança, grava-lhe, na consciência, as firmes noções do Cristianismo sentido e vivido.
Imprime-lhe, no caráter, os elementos fundamentais da educação.

E' necessário que a criança sinta e se impregne, no santuário doméstico, desde os primeirosinstantes da vida física, das sublimes vibrações que só um ambiente evangelizado pode assegurar,para que, simultaneamente com o seu desenvolvimento moral e intelectual, possa ela "ver"o que ébelo, "ouvir" o que é bom e "aprender" o que é nobre.
Se o lar não é evangelizado, as lições colhidas fora dele podem ser, apenas, um conhecimento a mais, no campo religioso, para a inteligência infantil.
Um conhecimento a mais não passa de um acidente instrutivo. E o que devemos buscar é a realidade educativa, moral, que tenha sentido de perene renovação.

Cuidar da criança—- esquecendo os pais da criança— parece-nos esforço incompleto.
Não adianta ser a criança aconselhada, na Escola de Evangelho, por devotadas
instrutoras ou instrutores, a se expressarem de maneira conveniente, se observa ela em casa palavrões e gírias maliciosas, impropriedades e xingamentos.

Se o lar é uma escola— A PRIMEIRA ESCOLA— e se os pais representam para os
filhos, como primeiros educadores, o que há de melhor, sob o ponto de vista de cultura e respeito, experiência e autoridade, evidentemente a criança será inclinada — entre os pais que proferem palavrões e grosserias e a professora de Evangelho que ensina boas maneiras e sobriedade no vocabulário— a seguir os primeiros.
Com os pais a criança dorme, levanta-se, faz refeições e convive, diuturnamente.
O convívio da criança, na Aula de Evangelho, com os instrutores, verifica-se uma vez por semana, durante uma hora ou pouco mais.
E não nos esqueçamos de que, na opinião dos filhos, os pais são os maiores.
Contribuir para que os pequeninos possam "ir a Jesus", mediante o aprendizado evangélico,representa, a nosso ver,providênciacorrelata,simultâneacomo esforço de "levar a Jesus" os pais,preparando-os, condignamente, para a missão da paternidade ou da maternidade.
Informa a sabedoria popular que o exemplo deve vir de cima...

EMMANUEL, O Consolador, Primeira Parte, Capítulo V , Ciências Aplicadas.

108 — Onde a base mais elevada para os métodos de educação?

— As noções religiosas, com a exemplificação dos mais altos deveres da vida, constituem a base de toda a educação, no sagrado instituto da família.

109 — O período infantil é o mais importante para a tarefa educativa?

— O período infantil é o mais sério e o mais propício à assimilação dos princípios educativos.


Até aos sete anos, o Espírito ainda se encontra em fase de adaptação para nova existênciaque lhe compete no mundo. Nessa idade, ainda não existe uma integração perfeita entre ele e amatéria orgânica. Suas recordações do plano espiritual são, por isso, mais vivas, tornando-se maissuscetível de renovar o caráter e estabelecer novo caminho, na consolidação dos princípios deresponsabilidade, se encontrar nos pais legítimos representantes do colégio familiar.


Eis por que o lar é tão importante para a edificação do homem, e por que tão profunda é a missão da mulher perante as leis divinas.
Passada a época infantil, credora de toda vigilância e carinho por parte das energias paternais,os processos de educação moral, que formam o caráter, tomam-se mais difíceis com a integração doEspírito em seu mundo orgânico material, e, atingida a maioridade, se a educação não se houver feitono lar, então, só o processo violento das provas rudes, no mundo, pode renovar o pensamento e aconcepção das criaturas, porquanto a alma reencarnada terá retomado todo o seu património nocivodo pretérito e reincidirá nas mesmas quedas, se lhe faltou a luz interior dos sagrados princípios educativos.

113 — Os pais espiritistas devem ministrar a educação doutrinária a seus filhos ou podem deixar de fazê-lo invocando as razões de que, em matéria de religião, apreciam mais a plena liberdade dos filhos?

— O período infantil, em sua primeira fase, é o mais importante para todas as bases educativas,e os pais espiritistas cristãos não podem esquecer seus deveres de orientação aos filhos, nas grandesrevelações da vida. Em nenhuma hipótese, essa primeira etapa das lutas terrestres deve ser encaradacom indiferença.


O pretexto de que a criança deve desenvolver-se com a máxima noção de liberdade pode darensejo a graves perigos. Já se disse, no mundo, que o menino livre é a semente do celerado. Aprópria reencarnação não constitui, em si mesma, restrição considerável à independência absoluta daalma necessitada de expiação e corretivo?
Além disso, os pais espiritistas devem compreender que qualquer indiferença nesse particularpode conduzir a criança aos prejuízos religiosos de outrem, ao apego do convencionalismo, e àausência de amor à verdade.


Deve nutrir-se o coração infantil com a crença, com a bondade, com a esperança e com a fé emDeus. Agir contrariamente a essas normas é abrir para o faltoso de ontem a mesma porta larga para osexcessos de toda sorte, que conduzem ao aniquilamento e ao crime.


Os pais espiritistas devem compreender essa característica de suas obrigações sagradas,entendendo que o lar não se fez para a contemplação egoística da espécie, mas, sim, para santuárioonde, por vezes, se exige a renúncia e o sacrifício de uma existência inteira.

EMMANUEL, O Consolador, Segunda Parte, Capítulo III , Cultura.

204 — A alma humana poder-se-á elevar para Deus tão-somente com o progresso moral, sem os valores inte-lectivos?

— O sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará para a perfeição infinita.


No círculo acanhado do orbe terrestre, ambos são classificados como adiantamento moral eadiantamento intelectual, mas, como estamos examinando os valores propriamente do mundo, emparticular, devemos reconhecer que ambos são imprescindíveis ao progresso, sendo justo, porém,considerar a superioridade do primeiro sobre o segundo, porquanto a parte intelectual sem a moralpode oferecer numerosas perspectivas de queda.
na repetição das experiências, enquanto que o avanço moral jamais será excessivo, representando o núcleo mais importante das energias evolutivas.

DIVALDO PEREIRA FRANCO, Palavras de Luz, Sob a inspiração de diversos espíritos, P. 20.

Os pais podem ajudar a evangelização no lar, sobretudo pela exemplificação.Éa
exemplificação a melhor metodologia para que se inculquem as idéias que desejamos penetrem
naqueles que vivem conosco.

DIVALDO PEREIRA FRANCO, Palavras de Luz, Sob a inspiração de diversos espíritos, P. 37.

Aqui estão vários educadores desencarnados, participando conosco e inspirando-nos a
considerar a educação, a evangelização infanto-juvenil à luz do Espiritismo, meta prioritária
das nossas atividades nolar,na escola e no Centro Espírita, sem o que, não teremos uma
humanidade feliz.

DIVALDO PEREIRA FRANCO, Palavras de Luz, Sob a inspiração de diversos espíritos, P. 40.
(...) a tarefa da evangelização espírita infanto juvenil é mais do que um dever.

Trata-se da construção da futura humanidade.

DIVALDO PEREIRA FRANCO, Palavras de Luz, Sob a inspiração de diversos espíritos, P. 44.

Cabe aos pais a aplicação da energiae maior exigência em relação aos filhos. Como
normalmente estão cansados no dia de domingo, às fezes, justificam-se e me dizem: "Deixa o meninofolgar hoje, coitado. Ele estudou a semana inteira", demonstrando assim que não acreditam naexcelência da Doutrina Espírita para os seus filhos.

ALLAN KARDEC, OBRAS PÓSTUMAS, O EGOISMO E O ORGULHO.

Para que os homens vivam na Terra como irmãos, não basta se lhes dêem lições demoral; importa destruir as causas de antagonismo, atacar a raiz do mal: o orgulho e o egoísmo.


O Espiritismo é, sem contradita, o mais poderoso elemento de moralização, porque
mina pela base o egoísmo e o orgulho, facultando um ponto de apoio à moral.Há feito
milagres de conversão; é certo que ainda são apenas curas individuais e não raro parciais. O que, porém, ele há produzido com relação a indivíduos constitui penhor do que produzirá um dia sobre as massas. Não lhe é possível arrancar de um só golpe as ervas daninhas. Ele dá a fé e a fé é a boa semente, mas mister se faz que ela tenha tempo de germinar e de frutificar,razão por que nem todos os espíritas já são perfeitos.

Ele tomou o homem em meio da vida, no fogo das paixões, em plena força dos preconceitos ese, em tais circunstâncias, operou prodígios, que não será quando o tomar ao nascer, ainda virgem detodas as impressões malsãs; quando a criatura sugar com o leite a caridade e tiver a fraternidade aembalá-lo;quando, enfim, toda uma geração for educada e alimentada com idéias que a razão, desenvolvendo- se, fortalecerá, em vez de falsear? Sob o domínio destas idéias,a cimentarem a fé comum a todos, não mais esbarrando o progresso no egoísmo e no orgulho, as instituições se reformarão por si mesmas e a Humanidade avançará rapidamente para os destinos que lhe estão prometidos na Terra, aguardando os do céu.

Evangelização Infantil e do Jovem




  EVANGELIZAÇÃO

ANDRÉ LUIZ, CONDUTA ESPÍRITA, Capítulo 21.

“Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque deles é o reino de Deus.” – Jesus.
Lucas, 18:16.

Os pais espíritas podem e devem matricular os filhos nas escolas de moral espírita cristã, para que os companheiros recém-encarnados possam iniciar com segurança a nova experiência terrena.
Os pais respondem espiritualmente como cicerones dos que ressurgem no educandário da carne.

MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA, ENTRE DOIS MUNDOS, Divaldo P. Franco, Cap. 18, p. 204.
Com a permissão do Dr. Arquimedes. Petitinga, Angelo, Germano e nós resolvemos visitar respeitável Sociedade Espírita, em Cidade próxima, onde se desenvolviam programas de educação espiritista para a infância e a juventude com vistas ao futuro da sociedade.
Desejando conhecer de perto o profícuo labor, dirigimo-nos jubilosamente aoNúcleo-Escola, noqual defrontamos uma ordeira movimentação.

Recepcionados pelo abnegado Espírito Arthur Lins de Vasconcellos, que ali estava representando osGuias da Instituição, tomamos conhecimento da programação iluminativa das consciências em formação,bem como dos grandes investimentos espirituais que eram aplicados no despertamento dos valoresmorais desses viajores do porvir, que reiniciavam a jornada carnal.
O lúcido seareiro do Espiritismo, que muito se dedicara, quando na Terra, à tarefa de divulgação daDoutrina, pela palavra oral e escrita, mas sobretudo pelos exemplos de abnegação e de devotamento ao Bem,explicou-nos que ali se encontrava laborando com outros companheiros vinculados à responsabilidade de preservar a pulcritude dos postulados herdados do ínclito Codificador. Aqueles eram dias de grave perturbação entre as criaturas, nos quais a vulgaridade e a ignorância desejavam pontificar, inclusive através de propostas desca bidas que pretendiam introduzir no arcabouço do Espiritismo, buscando, dessaforma, atrair adeptos levianos e inconseqüentes.
Cabia-lhe, como a outros tantos vanguardeiros do pensamento espirita, ora desencarnados,inspirar os companheiros que jornadeiam no carro físico, auxiliando-os no discernimento dospostulados doutrinários e na sua manutenção, a fim de que o escalracho das distorções e adaptações sem sentido não medrasse, ameaçando o trigo saudável e nutriente da mensagem libertadora.
Aos domingos, naquela Sociedade, alem das atividades com as crianças e os jovens, também realizavam-se sessões de esclarecimentos para o público, quando se aplicavam recursos bioenergéticos aosnecessitados de varia ordem, que a buscavam.
Desse modo, muito bem assessorados, visitamos as salas, onde grupos de gárrulas crianças ouviamcom incomum interesse as aulas bem elaboradas sobre as origens do ser, seu destino, suasresponsabilidades e deveres, o amor e a fraternidade que dimanam da fonte inexaurível da CodificaçãoEspírita.
Acompanhamos com emoção os monitores encarregados das oficinas com os jovens,ministrando-lhes informações e esclarecimentos sobre a vida e sua finalidade, questões outrasfundamentais do dia-a-dia, e a postura espírita diante da promiscuidade moral reinante em quase toda parte.
Inspirando esses orientadores, generosos Amigos de nosso Plano envolviam-nos em vibrações de elevado teor de paz, que lhes renovavam o organismo, liberando-os dos clichêssensuais uns, perniciososoutros, que acumulavam durante a semana. Ao mesmo tempo, os Guiasespirituais dos alunos cooperavam na formação do seu caráter e da sua personalidade, aplicando-lhes vigorosas forças fluídicas para a estruturação da existência, que deveriam pautar em linhas de equilíbrio e de paz.
O conhecimento do Espiritismo na infância como na juventude constitui uma dádiva de invulgar significado pelos benefícios que propicia, preservando as lembranças das lições trazidas do Mundo Espiritual, bem como ampliando as áreas do discernimento, para que não tropecem com facilidade nos obstáculos que se antepõem ao processo de crescimento interior.
Pude observar, também, que algumas crianças perturbadas por adversários insanos, atendidas emclasse especial, recebiam, além das bases formadoras da educação espírita, o socorro específico paralibertá-las da injunção penosa em que se encontravam.

― Alguns desses inimigos - elucidou-nos o amigo Lins -ficam retidos em nossas fronteiras, a fim de receberem, no momento adequado das reuniões mediúnicas, o socorro de que carecem, despertando para nova ordem de valores e de pensamento. É certo que, em determinadas situações, não podemos ir além do que nos é permitido, mas sempre nos é lícito auxiliar as vítimas e os seus perseguidores.

― Não podemos olvidar - adiu Petitinga - que toda palestra edificante, toda aula de esclarecimento tem poder psicoterapêutico. Em se tratando de lição espírita, em face dos seus fundamentos, torna-se de incalculável significado curativo para a alma, pelo poder de esclarecer a criatura, encarnada ou não.

― Laboratório de realizações profundas – opinou Germano - a Casa Espírita que se mantém fiel às diretrizes da Doutrina, consegue o salutar objetivo de modificar as delicadas tecelegens do pensamento humano, nele insculpindo paisagens atraentes e fecundas.


Profícuo: Vantajoso, útil.
Pulcritude: Beleza.
Ínclito: Celebrado, ilustre.
Escalracho: Gramínea nociva às searas.
Gárrulas: Tagarelas.


MARTINS PERALVA, 
ESTUDANDO O EVANGELHO, 
Capítulo 8, A Primeira Escola




















São chegados os Tempos - Espírito da Verdade









Em mensagem transmitida em 1862, constante de O Evangelho segundo o Espiritismo, o Espírito de Verdade observa:


"Aproxima-se o tempo em que se cumprirão as coisas anunciadas para a transformação da Humanidade".


1. Passados 144 anos, encontramo-nos em pleno processo dessa transformação anunciada. Tida inicialmente como marcada por dores e sofrimentos, observa-se hoje que ela é caracterizada por uma fase de transição, em que a Terra passa de Mundo de Expiação e Provas para Mundo de Regeneração, onde os seres humanos, cientes da sua condição de Espíritos imortais, estarão empenhados em seu próprio aprimoramento moral à Luz do Evangelho de Jesus.
No encerramento do 2° Congresso Espírita Brasileiro, em abril de 2007, em mensagem transmitida através do médium Divaldo Pereira Franco, Bezerra de Menezes anunciou que "[...] o nobre Codificador, aqui presente com as falanges do Espírito de Verdade, está conosco e nos acompanhará neste novo ciclo que se abre até o momento quando o mundo de regeneração se encontre instaurado e instalado na Terra".


2. Neste sentido, voltamos à mensagem do Espírito de Verdade, acima citada, que observa ainda: "Ditosos serão os que houverem trabalhado no campo do Senhor, com desinteresse e sem outro móvel, senão a caridade! Seus dias de trabalho serão pagos pelo cêntuplo do que tiverem esperado". Conscientes desta realidade, os espíritas não temos nenhuma razão em titubear diante das possibilidades de concorrer para a construção desse Mundo Novo, para as quais estamos todos sendo chamados.


3. O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo XX, item 5, Ed. FEB. 4.Mensagem "Instalação da Nova Era", publicada no Suplemento da revista Reformador de maio de 2007. DIVALDO P. FRANCO, Palavras de Luz, Sob a Inspiração de Diversos Espíritos, Perguntas e Respostas, EVANGELIZAÇÃO INFANTIL Qual a importância da evangelização da criança no Centro Espírita? Divaldo: Da mais alta relevância. Se dissemos que quem instrui prepara para a vida, quem educa dá a vida, quem evangeliza fomenta a vida. Este "evangeliza"entendamo-lo à luz do Espiritismo, por ser a luz do Espiritismo que dá lógica e entendimento ao Evangelho. O Evangelho, puro e simples, é ministrado por outras doutrinas cristãs, mas a reencarnação e a comiinicabilidade dos espíritos dão clareza e lógica, ao contrário de outras doutrinas evangélicas, preparando a criança para uma vida saudável no seu relacionamento futuro. Não se pode conceber uma Casa Espírita na qual as novas gerações não recebam a evangelização espírita, porque sem isto estaremos condenando o futuro a uma grave tarefa curativa das chagas adquiridas no trânsito da juventude para a razão. Portanto, é imprescindível a presença da atividade do evangelho à luz do Espiritismo, junto à criança e ao jovem.


CAMPO FÉRTIL Inútil improvisar escoras regenerativas para obrigar o endireitamento de árvores que envelheceram tortas. As escoras só asseguram o crescimento correto de plantas novas, evitando que seus caules se desviem do rumo certo. Assim ocorre também com os seres humanos. Depois que as pessoas consolidam tendências e as transformam em viciações, que acabam por tornar-se numa segunda natureza, tudo fica sempre muito difícil quando se cogita de reformas de procedimento, em sentido profundo. É preciso cuidemos, portanto da criança e do jovem, plantas em processo de crescimento, ainda amoldáveis e direcionáveis para o bem maior. No jovem, ainda é possível corrigir e compensar falhas e deficiências da infância, mas no adulto a tarefa de remodelação é normalmente muito mais difícil. Ademais, a infância possui insuspeitados patrimónios de percepção e de passividade, que facilitam enormemente a missão do educador, do mesmo modo que o entusiasmo e a impulsividade dos jovens representam potenciais positivos para o adestramento de capacidades realizadoras, em regime de cessão total.


Nada disso é novo, nem temos a presunção de dizer qualquer coisa que não seja bem sabida. Acontece, porém, que nunca é demais incentivar os amigos em sua tarefa redentora junto aos Espíritos que iniciam sua jornada reencamatória na Terra, necessitados de proteção e de estímulo, de inspiração e de rumo. De tudo quanto empreendi em minha derradeira romagem terrena, o que melhor me resultou não foram as tertúlias que realizei, com honestidade e desassombro, nem os esforços que levei a cabo para assegurar ao Espiritismo o lugar ao sol que a evolução geral lhe assinalava.Fo i - isto sim! - o que pude fazer pela criança e pelo jovem, matérias-primas, que são, do grande porvir da Humanidade. No meu tempo de homem, muita vez sonhei em ver instalado no mundo um programa ativo e efetivo que visasse à educação plena, em favor dos pequeninos. Agora, meu coração se rejubila ao constatar como a Casa de Ismael concretiza esse ideal formoso, avançando, a passos largos, no terreno da orientação e do amparo às novas gerações. É evidente que não poderemos conceber uma Doutrina Consoladora, como o Espiritismo, sem amplos programas de esclarecimento geral, sem assistência solícita e desvelada aos velhos e aos enfermos, sem, cuidadoso arsenal de iniciativas em favor dos desesperados e dos atónitos, dos sem teto e dos sem pão.


Entretanto, a vanguarda do progresso está nos berços que sustentam o porvir, nas escolas que forjam o futuro, nos lares que definem a qualidade daquilo que será o futuro do mundo. Todos sabem essas coisas, e não é senão por isso que tantos recursos se concentram em conduzir a mente infantil e as energias da mocidade para caminhos e metas de acordo com as pretensões daqueles que desejam garantir a vijória dos seus ideais, nem sempre construtivos e dignificantes. O fato é que a Treva Organizada passa dos limites toleráveis,em matéria de audácia e temeridade, indo já ao ponto de insuflar esquemas oficiosos de desvirtuamento do senso moral dos infantes, a partir das próprias escolas primárias, num desafio aberto à capacidade de bom senso das autoridades e do povo de nossa abençoada nação. Será, por isso, indispensável que os arautos do bom combate não se limitem ao esforço construtivo do bem-fazer, mas atentem, por igual para a necessidade do esclarecimento público, não fugindo ao dever de tomar posições claras e inequívocas em defesa da família, em sua mais elevada expressão. Juntos, seguiremos nessa luta abençoada e produtiva, mesmo porque seremos todos os herdeiros inquestionáveis de quanto agora plantarmos na terra exuberante do presente.


Meu fraternal abraço.
Leopoldo Machado.
SANT’ANNA, Hernani T., Campo Fértil. REFORMADOR, Rio de Janeiro, v. 100, nº 1843, p. 308, Out. 1982

07/02/2011

Brasil Coração do Mundo Pátria do Evangelho

Esta obra se destina a explicar a missão da terra brasileira no mundo moderno. O Brasil não está somente destinado a suprir as necessidades materiais dos povos mais pobres do planeta, mas, também, a facultar ao mundo inteiro uma expressão consoladora de crença e de fé raciocinada e a ser o maior celeiro de claridades espirituais do orbe inteiro.