17/10/2011

IMAGENS HISTÓRICAS...BRASIL - ÉPOCA DO DESCOBRIMENTO E DE MANOEL DA NÓBREGA

Descobrimento: chegam os portugueses






















                             Nóbrega e a benção a Anchieta antes da partida


                                

Nóbrega e a benção a Anchieta antes da partida - 2a imagem



Pátio do Colégio, SP: o início da cidade



Duas imagens de Nóbrega: perfil e em selo angolano




Casa rústica que era escola, igreja e morada
ao mesmo tempo


                                               Nóbrega, Anchieta (de joelhos) e a pacificação dos Tamoios



  
                                              Dois mapas para o começo de São Paulo


                                                   

                                              O massacre dos Potiguaras pelos portugueses


                                       

 

16/10/2011

Anotações em Torno de "Nosso Lar"








1 - O irmão Lucius fez quanto pôde, a fim de trazer, aos amigos domiciliados no Plano Físico, alguns aspectos de Nosso Lar, a colônia de trabalho e reeducação a que nos vinculamos na Espiritualidade, especialmente o plano piloto que lhe diz respeito.
Para isso, encontrou a dedicação da médium Heigorina Cunha, na cidade de Sacramento, em Minas Gerais, no Brasil.


2 - Terá conseguido transmitir, minuciosamente, toda a imagem do vasto contexto residencial a que nos referimos?
Decerto que não, mas estamos à frente de uma realização válida pelas formas e idéias básicas que o mencionado amigo alinhou, cuidadosamente, através do intercâmbio espiritual.


3 - Justo lembrar aqui os mapas que Cristóvão Colombo desenhou, por influência de Mentores e Amigos Espirituais, antes de desvelar a figura da América.
Semelhantes esboços não continham a realidade total, no entanto, demonstram, até hoje, que o valoroso navegador apresentava a configuração do Novo Continente, em linhas essenciais.


4 - Convém esclarecer que Nosso Lar é uma colônia-cidade, habitada por homens e mulheres, jovens e adultos, que já se desvencilharam do corpo físico.
Outras colônias-cidades espirituais, porém, existem, às centenas, em torno da Terra, obedecendo às leis que lhe regem os movimentos de rotação e translação.


5 - Em toda parte, depois do berço, o homem, no centro da Natureza, é defrontado pelos princípios de seqüência.
Depois da morte também.


6 - Atendendo aos ditames da reencarnação e da desencarnação, nascem na experiência física e liberam-se dela milhares de criaturas humanas, no estado mental em que se comprazem.

7 - Quantos abordam o mundo material através do renascimento, evidenciam-se na condição em que se achavam, no Plano Espiritual, procedentes do mundo, lá se revelam tal qual se encontram, seja em matéria de evolução ou seja ante a contabilidade da lei de causa e efeito.
8 - Ninguém é constrangido a pensar dessa ou daquela forma, por força dos princípios universais que nos governam.
Cada consciência, encarnada ou desencarnada, é livre, em pensamento, para escolher o caminho que lhe aprouver, ainda que esteja, transitoriamente, nos resultados infelizes de opções que haja feito, no passado, resultados nos quais a criatura pode amenizar ou agravar a própria situação, na pauta da conduta que adote.

9 - Compreensível que os seres humanos transfiram para a Vida Espiritual, quando lhes ocorra desencarnação, os ideais nobilitantes e as paixões deprimentes, os desgostos e as alegrias, a convicção e a descrença, os valores do entendimento e os desmandos da inteligência, o conhecimento deficitário e a ânsia de elevação de que se vejam possuídos.
10 - Renascendo na Terra, a personalidade espiritual permanece internada na veículo físico, cercada de testes que lhe aferem o valor alcançado, com alicerces na assimilação do que já tenha realizado de melhor, em si mesma; e, desencarnado, essa mesma personalidade patenteia, claramente, o que é, como está e em que degrau evolutivo se acomoda, irradiando de si própria o clima espiritual em que se lhe apraz viver e conviver.
11 - No berço terrestre, a pessoa se reassume na família ou no grupo social em que deva reaprender lições e conclusões do pretérito, com o resgate de débitos que haja contraído,  ou em que possa prosseguir nas tarefas de amor e cooperação às quais livremente se empenha.
12 - Na desencarnação, essa mesma pessoa retoma a companhia do grupo espiritual com que se afina, de modo a continuar mentalmente estanque, como deseja, ou de maneira a colher os resultados felizes no esforço de auto-sublimação que haja desenvolvido no Plano Físico, seja pelo aperfeiçoamento realizado em si mesma ou seja pelas tarefas enobrecedoras que tenha iniciado, entre os homens, entrando naturalmente no grupo de elevação a que se promoveu.
13 - Todo espírito é livre, no pensamento, para melhorar-se, melhorando o campo de vivência em que esteja, ou para complicar-se, complicando o campo de experiências a que se vincule.
14 - Nas colônias-cidades ou colônias-parques que gravitam em torno do Plano Físico, para domicílio transitório das inteligências desencarnadas, é natural que a luta do bem para extinguir o mal ou o desequilíbrio da mente, continue com as características que lhe conhecemos na Crosta da Terra.
15 - A morte não opera milagres. O ser humano, além ela, prossegue no trabalho do auto-burilamento ou estacionário, enquanto não aceite a obrigação de renovar-se e evoluir.
16 - As religiões, a filosofia e a ciência continuam, por necessidade das criaturas desencarnadas, crendo, estudando e experimentando na sustentação do progresso e do aprimoramento humano, oferecendo vastos domínios de serviço nobilitado aos seus intérpretes, cultivadores e expoentes.
17 - Considerando a densidade das multidões de espíritos desencarnados, desvalidos de orientações, vítimas de paixões acalentadas por eles próprios, analfabetos da alma, desvairados pelos sentimentos possessivos, portadores de enfermidades e conflitos que eles mesmos atraem e alimentam, espíritos imaturos e desinformados, de todas as procedências, é necessário que o lar de afinidades, o templo da fé, a escola e a predicação, a prece e o reconforto, o diálogo e a instrução, o hospital e a assistência, o socorro e os tratamentos de segregação, funcionem, nas comunidades do Mais Além, com extremada compreensão de quantos lhes esposam tarefas salvadoras.
18 - Para o esclarecimento gradativo dos espíritos desencarnados, que se revelam necessitados de apoio e e instrução ( e contam-se por milhões), a palavra articulada, falada ou escrita, irradiada ou televisada, ainda é o processo mais rápido de comunicação, embora a telepatia e a sublimação contêm, além da morte, com círculos de iniciados, cada vez mais amplos, em elevados níveis de entendimento.
19 - Justo que a didática, no Mais Além, utilize a lição, o exame, a exposição prática, os cursos vários de introdução ao conhecimento superior, a disciplina, o apólogo, a fábula, os exemplos da história e todos os recursos de auxílio aos companheiros necessitados de conhecimento e motivação para o bem deles próprios.
20 - Nas comunidades de criaturas desencarnadas, a afinidade é o clima ideal para a união dos seres, o interesse pela ascensão do espírito aos planos superiores é a marca de todos aqueles que já despertaram para o respeito a Deus e para o amor ao próximo, o trabalho do bem é incessante, a religião não tem dogmatismo, a filosofia acata os melhores pensamentos onde se manifestem, a ciência é humanitária e o esforço pelo próprio aperfeiçoamento íntimo é impulso infatigável em todas as criaturas de boa vontade.
21 - Além da morte, a vida continua e, com mais clareza, aí se vê a realidade da teologia simples que rege a evolução, em tudo o que a evolução possua em comum com a Natureza: "A cada um segundo as suas próprias obras".


                                                                                           ANDRÉ LUIZ Uberaba, 17 de junho de 1983.
                   ( Anotações recebidas pelo médium Francisco Cândido Xavier, em Uberaba, Minas Gerais)
                                                                                                                 Do livro "CIDADE NO ALÉM"
Pelos Espíritos Lúcius e André Luiz




Nosso Lar tem a forma de uma estrela
de seis pontas, localizando-se a Governadoria
no centro do círculo em que está inscrita a estrela.



NOSSO LAR
(PLANO PILOTO)


Mencione-se, desde logo, que existem dois desenhos, o primeiro que abrange apenas a estrela, onde se localiza a Governadoria e os conjuntos habitacionais, inscritos dentro dela, destinados aos trabalhadores de cada Ministério; o segundo já engloba mais além, os conjuntos residenciais que, conquanto ainda afetos aos trabalhadores do Ministério, podem ser adquiridos por estes, através de "bonus-horas" e são suscetíveis de transmissão hereditária. Também nele se vê a grande muralha protetora da cidade.

A cidade tem a forma de uma estrela de seis pontas, localizando-se a Governadoria no centro do círculo em que está inscrita a estrela.
Da Governadoria partem as coordenadas que dividem a cidade em seis partes distintas, afetas, cada uma, ao mesmo número de organizações especializadas, em que desdobra a administração pública, representadas, como já se disse, pelos Ministérios da Regeneração, do Auxílio, da Comunicação, do Esclarecimento, da Elevação e da União Divina.
Assim, a cidade está dividida em seis módulos, cada um deles partindo da Governadoria, junto à qual se eleva a torre de cada ministério, configurando-se como um centro administrativo.
À frente deles está a grande praça que os circunda e que, para que se avalie o seu tamanho, está apta para receber, comodamente, um milhão de pessoas. A médium (Heigorina Cunha) descreve-a como belíssima, como piso semelhante ao alabastro, com muitos bancos ao seu redor, sendo que, nos espaços em que se vê o encontro dos vários vértices das bases dos triângulos, por detrás dos bancos, existem fontes luminosas multicoloridas, e em torno delas, flores graciosas e delicadas.
Além da praça temos os núcleos residenciais em forma de triângulo e que, como já se disse, se destinam aos trabalhadores de cada Ministério, sendo que os mais graduados residem mais próximos às praças e, portanto, ao centro administrativo. 

Essas casas pertencem à comunidade e se um trabalhador se transfere para outro Ministério, deve mudar-se também para residir junto ao seu local de trabalho. Os quadros que se vêem desenhados dentro do triângulo, e junto à muralha, são quadras onde se erguem as residências.
Nos espaços que medeiam entre um núcleo habitacional e outro, seja e, direção à muralha, seja em direção ao núcleo correspondente ao Ministério vizinho, existem grandes parques arborizados onde se erguem outras construções que foram detalhadas na planta, destinados ao lazer ou serviços aos habitantes. Vê-se, por exemplo, no parque do Ministério da Regeneração, a locação do seu Parque Hospitalar; no Ministério da União Divina. o Bosque das Águas e, no Ministério da Elevação, o Campo da Música, todos referidos no livro Nosso Lar.
Cada núcleo residencial é cortado, no centro, por ampla avenida arborizada que o liga à praça principal e à Governadoria, e que se inicia junto à muralha.
Entre os núcleos em forma de triângulo e a muralha, estão os núcleos residenciais destinados aos Espíritos que, por seus méritos, podem adquirir suas casa mediante pagamento em bonus-hora, que é a unidade monetária padrão, correspondente a uma hora de trabalho prestado à comunidade. Estas casas, pertencendo aos que as adquiriram podem ser objeto de herança. Na planta aparecem umas poucas quadras, mas na verdade são muitas quadras, a perderem-se de vista e que se alongam até a muralha.
Circundando toda a cidade, está a grande muralha protetora, onde se acham assestadas as baterias de proteção magnética, para defesa contra as arremetidas dos Espíritos inferiores, o que não deve estranhar porque, como sabemos, a cidade está situada numa esfera espiritual de transição, abrigando espíritos que ainda devem reencarnar.
Por fora da muralha estão os campos de cultivo de vegetais destinados à alimentação pública.



A planta da cidade, no entanto, carece de medidas que nos propiciem uma exata compreensão de seu tamanho.
Mas podemos imaginar sua magnitude pelas referências que André Luiz nos faz.
É uma cidade amplamente disposta, para um milhão de habitantes.
O "aeróbus", correndo numa velocidade que não permite fixar os detalhes da paisagem e com paradas de três em três quilômetros, demora quarenta minutos para ir da Praça da Governadoria até o Bosque das Águas, que está localizado na planta.



Fonte: institutoandreluiz






14/09/2011

Curas Espirituais





Cura Espiritual



De modo geral, denomina-se como “Cura Espiritual” o restabelecimento da saúde por métodos executados não pela medicina oficial, mas por meios paranormais. É de muito tempo que o trabalho do homem, crente ou não, tem influído na saúde de seu próximo. As tribos, os povos não desenvolvidos e os Sacerdotes e Pitonisas da antiguidade restabeleciam a saúde de seus semelhantes por meios desconhecidos até por eles mesmos. Só com a vinda de Jesus é que estes atos foram executados de forma consciente. No Brasil, em 1900, Leopoldo Cirne fez o primeiro relato escrito sobre o assunto, a fim de levá-lo para Paris, no IV Congresso Espírita. Na Europa, naquela época, já se realizavam tratamentos de doenças através de magnetização praticada por Espíritas, Martinistas, Rosacruzes, Positivistas, Teosofistas etc., que defendiam a imortalidade da alma, o intercâmbio entre vivos e mortos e a reencarnação. Depois de Allan Kardec, apareceram os médiuns curadores, até que, em 1888, os espíritas da Espanha fizeram demonstrações práticas na presença de cientistas e investigadores. Estes trabalhos foram realizados por J. Fernandes, discípulo de Kardec.Em 1889, nas comemorações do primeiro centenário da Revolução Francesa, reuniu-se em Paris o II Congresso Espírita, agora representado por espíritas e espiritualistas em geral. É de conhecimento geral que os sacerdotes faziam sessões de cura em seus conventos, invocando o Espírito Santo. Porém, perde-se na noite dos tempos o momento em que a cura por processos não médicos foi utilizada, como benzeduras, mesinhas, sacrifícios de animais e outros tantos processos usados pelo homem para socorrer seus semelhantes. Vemos isto principalmente entre tribos brasileiras e africanas, fatos que deram lugar à expressão irônica de Bocage: “Unta-se num instante, a perna torna a crescer e fica melhor que dantes”. Isto fere o princípio de minha querida ortopedia.



Condições Necessárias

Antes de tudo, há que se ter uma fé sincera, atuante, não vacilante. Um dos motivos pelo qual, muitas vezes, a cura espiritual não se realiza é simplesmente a falta de fé. Entenda-se aqui que esta fé é a convicção, não o fanatismo. Foi o próprio Jesus quem sentenciou: “Tudo é possível para aquele que crê”. Não é somente fé em quem pratica o ato da cura, mas também em quem recebe. As vibrações fecundas de um e de outro se traduzem em um ajustamento energético que, mesmo fora do campo espiritual, produz resultados prodigiosos. A medicina oficial está cheia de processos psicossomáticos e de placebos, todavia, o médium curador não deve se entusiasmar demais, para não ser vítima de animismo e nem da empolgação de que ele é agente. Sabemos que mesmo na cura por métodos puramente físicos, somos intermediários. Este conceito ainda não está arraigado nos médicos, o que tiraria deles a empáfia de curadores e salvadores. Falta a muitos a humildade de compreender que não obteremos sucesso sem a presença de Deus e a intermediação dos bons companheiros. É justamente isso que tem feito o fracasso de um lado e de outro do tratamento, quer espiritual, quer medicamentoso. É este conceito de fé que prova o tratamento e o diagnóstico à distância nas curas espirituais, o que alguns rotulam de “tratamento por ausência”. Além disso, exige-se do médium de cura uma conduta ilibada, alimentação adequada, pontualidade, humildade, senso de autocrítica, instrução espiritual precisa, renovação de seus conhecimentos espirituais, disciplina, bom relacionamento com outros médiuns e respeito afetuoso com quem vai curar. Sem essas qualidades, um médium curador não obtém êxito.

Sucesso e Fracasso na Cura Espiritual

Existe sucesso na cura espiritual mais do que pensamos ou sabemos. Em nosso modo de ver, o merecimento é o elemento primordial para uma cura espiritual, além da harmonia mental do médium e do doente, a assistência espiritual requerida ou apresentada, a correta manipulação dos fluidos, a vontade e o desejo de se curar. Baseado no harmonioso conjunto mente e corpo, traduz uma possibilidade indiscutível de êxito. Essa harmonia justifica muitas vezes o tratamento à distância, confirma o valor mental do médium e assegura a confiança do doente. Isto se confirma inúmeras vezes nas doenças tidas como incuráveis, nas quais até a recomposição de órgãos está provada através de exames específicos. Diagnósticos imediatos, tratamento espetacular, informes dos pacientes e atestados de observadores e de profissionais da área comprovam firmemente o sucesso das curas espirituais e a sobrevida dos beneficiados. As operações realizadas em condições precárias e inadequadas, assistidas por quem entende, provam esses sucessos e consolidam a crença de quem se dedica a elas. Entretanto, há fracassos e muitos na cura espiritual. A descrença, a impontualidade e a desídia concorrem muito para isto. É preciso saber e conveniente dizer que as leis cósmicas não podem ser superadas pelos homens. Logo, em uma doença cármica, só Deus pode curar. Ambrósio Paré, que não era espírita, dizia aos seus doentes: “Eu te operei, Deus te curará”. Se ele, que fazia uma amputação de coxa em sete minutos, tinha humildade, avaliamos hoje que, com todo conhecimento de que dispomos, não temos nem podemos ter a pretensão de curar. Somos instrumentos da vontade de Deus, pois se não fosse assim, se a cura se realizasse só por nosso saber, todas as doenças seriam curáveis. Há outros fatores que concorrem para o fracasso da cura espiritual, como o ambiente desarmonioso, a falta de compostura do médium, a indisciplina do doente e o defeito na reforma íntima. É indiscutível que quem se aventura a fazer cura espiritual tem que se precaver com uma série de cuidados, a fim de não ser surpreendido por chantagens, simulações, ciladas e tantos outros recursos daqueles que descrêem e acusam o Espiritismo de mistificação. Assim, necessitamos de um bom diagnóstico científico, tanto quanto possível, da assistência de um médico espírita e de provas necessárias de doenças verídicas. As doenças psicossomáticas, mesmo que possam parecer duvidosas, têm respaldo científico e orientação espiritual, para que o médium não seja chantageado. A presença de pessoas discordantes, obsediadas ou inconvenientes é outro motivo de precaução para o tratamento espiritual. Somos partidários de um ambiente reservado exclusivamente para este mister. O médium curador deve evitar a todo custo a recompensa espiritual, principalmente a pecuniária, para não misturar indesejavelmente as coisas.

“Dar de graça o que se recebe de graça” deve ser uma constante na cabeça de quem faz cura espiritual. O amor de Deus e a presença de Jesus são recompensas maiores que o ouro do mundo.



Quem deve fazer Cura Espiritual?

Todo ser dotado de fé, forrado de boa vontade e conhecedor do predomínio do espírito sobre a matéria tem condição de fazer cura espiritual. Porém, como em matemática, isto é necessário, mas não é o suficiente. A aptidão para realizar tal atividade vem com o indivíduo desde o nascimento e desenvolvê-la é indispensável quando há vontade de se dedicar a este trabalho. Assim, o médium que é instruído, esclarecido, informado ou treinado para isto não deve se eximir desta missão. Alguns centros espíritas preparam certos médiuns para a cura. É necessário muito critério por parte do próprio dirigente e dos médiuns que vão se dedicar a isto, pois o fato de querer não justifica a indicação, é preciso poder, ter aptidão, ser preparado. Há centros que exigem cursos de até quatro anos, exigência que revela o escrúpulo e o respeito que estes locais têm pelo trabalho de seus médiuns e de sua reputação. Portanto, precisamos ser exigentes na prática da cura espiritual. O que ocorre sempre é que um médico desencarnado incorpora em um médium, que geralmente não é diplomado, para a realização da cura espiritual. Comumente também, não é somente um, mas um grupo de médicos desencarnados que se unem a fim de levar ao doente a influência de seus conhecimentos e apresentar a habilidade de transmitir ao médium a possibilidade de ser utilizado para este fim. A água fluidificada e o próprio magnetismo do médium colaboram de maneira eficiente na realização do ato de cura, principalmente quando este é operatório. Não se infira daí que isto não possa acontecer à distância. Pode sim, pois o transporte da equipe curadora não tem obstáculo para ir onde é necessário o benefício da cura. O ritmo e o número de vezes que isso tem ocorrido prova tal afirmativa. Uma outra condição para o poder da cura é a facilidade de saber manejar o ectoplasma, porque este deverá ser usado como substituto de um órgão ou de parte dele e isto quem vai doar é o próprio médium.

Convencendo-se da utilização da Cura

Sabemos que a cura espiritual é um recurso ao qual a criatura humana recorre comumente quando perdeu a esperança de recuperação pela medicina oficial. O paciente, em muitos casos, procura os centros espíritas quando está desiludido e, às vezes, são levados a eles até com descrença, por insistência de amigos. Todavia, é forçoso confessar que o tratamento pela cura espiritual é tão eficiente e seguro que um grande espírita brasileiro afirmou: “Se não fossem as curas espirituais, coitados dos doentes do Rio de Janeiro”. O que precisamos é difundir entre os profissionais de medicina os casos cientificamente comprovados de cura para convencê-los a respeitar o tratamento espiritual. Aqueles que lidam com o Espiritismo sabem que a cura se dá através dos fluidos magnéticos que o médium transmite ao doente, porque o magnetismo simples pode fazer curas, mas estas não são duradouras e são feitas para espetáculos públicos. A influência do médium curador preparado suficientemente consegue, dizem os entendidos, afastar um pouco o perispírito, que é onde justamente reside a doença, para melhor agir nele e, por uma ação reflexa, agir no corpo. Assim sendo, atuando sobre o perispírito, o médium vai alterar sua constituição perturbada, restabelecendo sua organização natural e fazendo com que a justaposição do perispírito ao corpo restabeleça a harmonia necessária para a recuperação da saúde do paciente. É sabido que não há doença que não deixe de agir no perispíritoe não há doença do corpo físico que não se reflita naquele. Para isto, basta que o vidente desdobre a aura de seu paciente. Quando se faz uma operação espiritual em um órgão ou se retira um tumor deste, o ectoplasma do médium é enviado para aquela região para recompor o órgão e restabelecer toda a sua função. É por isto que a cura é definitiva, a função é recuperada e o aspecto do paciente é modificado. A imposição das mãos revela a transmissão do fluido curador para seu paciente e Jesus fez isto muitas vezes, ensinando este modo de agir. Entretanto, temos confirmado a “cura à distância” ou a chamada “cura por ausência”, na qual as mãos do médium não chegam lá, mas chegam os fluidos conduzidos por sua força mental e pelos mensageiros do bem através do Fluido Universal. O mundo está cheio de médiuns que realizam tais façanhas. A discussão da veracidade das curas espirituais está apenas no campo teórico. Para quem deseja se informar, o Espiritismo, especificamente no Brasil, pode responder aos descrentes. A doutrina espírita está aberta para dar o testemunho sério e honesto deste procedimento.
Curas Espíritas – Oswaldo de Souza
Associação Médico-Espírita do Brasil

13/09/2011

Imagens de Roma antiga e Pompéia, antes e após a erupção do Vesúvio V


 IMAGENS DE POMPÉIA

Rua de Pompéia, derradeira residência de Públio.



Reconstituição digital (autor?) de um peristilo (jardim interno ou parte mais interior da casa), da Pompéia antiga e que consistia num jardim rodeado de um pórtico sustentado por colunas.


Cotidiano de Pompéia.



Ruínas de uma rua de Pompéia,
chamada Abundância.



Imagem ilustrativa de Pompéia, no momento em que o Vesúvio
entrou em atividade.


Corpos encontrados na cidade que foi sepultada completamente pela erupção do Vesúvio, no ano de 79 d. C.



                                                            Mais um corpo calcinado.





A destruição de Pompéia foi tão brusca que algumas vítimas foram petrificadas pelas cinzas com expressões que traduzem o terror do momento. Escavações feitas no local são hoje uma das maiores atrações turísticas da região. Tanto no caso de Pompéia quanto no de Torre del Greco, a destruição ocorreu em questão de horas.


O VESÚVIO (foto aérea)


Segundo os pesquisadores, o próximo ciclo de atividade do vulcão adormecido desde 1944 pode começar a qualquer momento nos próximos séculos.







12/09/2011

Imagens de Roma antiga e Pompéia, antes e após a erupção do Vesúvio IV



IMAGENS DE POMPÉIA


Impressionante: as ruínas de Pompéia, derradeira residência de Públio, aos pés do Vesúvio.


Duas imagens: antiga entrada da cidade de Pompéia (esquerda)e reconstituição digital
da via onde se situava o Fórum da cidade (direita).








Sala de Banho da antiga Pompéia.






Ruínas de Pompéia ao pés do Vesúvio que a aniquilou.



Close da imagem anterior



Rua de Pompéia recuperada (real)                  A mesma rua recuperada digitalmente



Em agosto do ano 79 d.C, uma erupção do monte Vesúvio escureceu o céu e sepultou a cidade. As únicas crônicas confiáveis do ocorrido foram escritas por Plínio o Jovem numa carta enviada ao historiador Tácito. Plínio observou desde a sua vila em Miseno (a 30 Km do Vesúvio) um estranho fenômeno: Uma grande nuvem escura com forma de pinheiro saindo do cume do monte. Ao cabo dum tempo, a nuvem desceu pelas bordas do Vesúvio e cobriu todo pelos arredores, incluindo o mar.







11/09/2011

Imagens de Roma antiga e Pompéia, antes e após a erupção do Vesúvio III



IMAGENS URBANAS DA ROMA ANTIGA


O imponente Fórum, frequentado por Públio Lentulus, reconstituído digitalmente...




... e as suas ruínas, na atualidade.



Senadores romanos, em trabalho.


A mesma entrada, em dois tempos e ângulos diferentes: o Senado Romano, ontem e hoje:



As ruínas da Roma Antiga vão se diluindo lentamente entre as novas construções da Roma contemporânea.


O assustador Coliseu, o Circo Romano, palco de lutas e sacrifícios sangrentos. 
Observem as vielas  e tocas subterrâneas -  prisões derradeiras dos cristãos condenados
ao martírio, e moradia de feras, - leões e tigres famintos.


Dois detalhes do Coliseu: parte externa, hoje, e parte interna.







Imagens de Roma antiga e Pompéia, antes e após a erupção do Vesúvio II

VESTIMENTAS E COSTUMES DA ROMA ANTIGA


Senadores da Roma Antiga não  se elegiam - herdavam o cargo. Na ilustração abaixo, um jovem senador, com as vestimentas adequadas à idade.



Senador Romano de meia idade - Detalhes da Vestimenta



Palácio do Governador na Galiléia (imagem aproximada). Temos aí uma idéia do local em que Públio e Lívia Lentulus se hospedaram quando em busca da cura para a filhinha Flávia.


Estátua representativa de mulher romana e sua lira (harpa). Lívia, quando entoou "Alma Gêmea" pela última vez, já próximo o seu martírio, talvez estivesse com harpa semelhante em mãos.


Apresentação artística para os moradores de uma típica residência romana.


Jovem casal da elite romana.                                                           Mulheres romanas. 


 Duas imagens de peristilos romanos, jardins internos muito em voga na época dos Césares, e que consistiam num bem cuidado jardim rodeado de um pórtico sustentado por belas colunas.





                        http://www.institutoandreluiz.org