05/11/2011
Deficiência Mental
Silvânia.
Quando vemos um deficiente físico ou mental, ficamos a indagar o porquê de determinadas pessoas encarnarem em corpos enfermos?
Na antiguidade, a humanidade pensava que os indivíduos vinham com essas enfermidades por que os deuses não gostavam deles, assim, seria um castigo imposto por algo indevido que haviam praticado.
Toda enfermidade é um resgate por excessos do pretérito. No livro Deficiente Mental: Por que fui um?, há o seguinte comentário sobre esse assunto: “Temos muitas oportunidades de voltar a Terra em corpos diferentes e que são adequados para o aprendizado necessário. Quando há muito abuso, há o desequilíbrio, e para ter novamente o equilíbrio tem de haver a recuperação. Quando se danifica o corpo perfeito, podemos por aprendizado tê-lo com anormalidades para aprender a dar valor a essa grande oportunidade que é viver por períodos num corpo de carne. Somos o que fizemos, somos o que praticamos e por isso iremos merecer aquilo que fizemos de bom ou de ruim, e as dificuldades que passamos no período da encarnação são lições preciosas”.
Convictos de que o espírito escolhe as provações que experimentará na terra, durante o processo reencarnatório nas esferas superiores, o individuo em plena condição moral dos seus atos, elege automaticamente para si, grande parte das doenças que lhe incorporam ás preocupações.
Lembramos das decisões lamentáveis, em que assumimos no corpo físico, todos sabemos que a prática do bem é simples dever de praticar o bem, é o único antídoto contra o mal em nós próprios.Entretanto, criamos habitualmente, ás sugestões do mal, favorecendo á instalação de determinadas moléstias no corpo físico. Seja na ingestão de alimentos inadequados, por extravagância á mesa, seja no uso do álcool mesmo moderado, no aborto criminoso e nos abusos sexuais, estabelecemos em nosso prejuízo as síndromes das mais diferentes ordens.
Mantidas tais conexões, surgem freqüentemente os processos obsessivos que, muitas vezes, sem afetarem a razão, nos mantém nos domínios da enfermidade e assim pouco a pouco esterilizam nossas forças e corroem a nossa existência. É servindo ao próximo, serviremos á nos mesmo, lembrando que cada um adquire as doenças que deseja para tormento próprio.
Como fica o espírito do deficiente mental em sua existência?
R: Sabemos que durante alguns momentos o espírito do deficiente, tem períodos de lucidez, afinal não seria justo que o doente não tivesse consciência do seu estado senão para que serviria a sua expiação. Por isso, o espírito sempre terá momentos de lucidez para saber valorizar o novo corpo e em muitos casos o deficiente tem plena certeza do seu estado atual. Durante o sono é que o deficiente mental tem a maior consciência e nitidez em que encontra o seu corpo material, é no momento do sono e dos sonhos que o espírito se desprende parcialmente do corpo e assim esta liberto por alguns momentos.
Qual é o papel da família?
R: A família tem um papel fundamental, a expiação não é só do enfermo mas sim de toda a família, o resgate e a regeneração também são para os membros da família, para que todos possam atingir uma conduta moral coletiva, isto é em muitos casos aquele deficiente esta nesta ou naquela condição para que a sua família ou um determinado membro evolua.
O convívio a família é o primeiro degrau, o primeiro grupo social do qual fazemos parte e em segundo lugar a escola é em casa aonde aprendemos as primeiras noções de comportamento e atitudes, portanto, o convívio do deficiente com a família gera a compreensão, afetividade, carinho, companheirismo, união e principalmente que o lar esteja sempre em harmonia. E se possível à prática do evangelho no lar, mudança de atitudes e pensamentos. Na educação é necessário procurar escolas capacitadas e profissionais especializados e treinados, que possam oferecer as mais variadas atividades.
E a obsessão nos casos de deficiência mental?
R: O enfermo por estar mais no estado latente, não tem plena consciência dos seus atos, a ação obsessiva por parte dos desencarnados, contribui para algumas causas; o baixo consumo de oxigênio, a anemia secundária; baixo fluxo sangüíneo e outros distúrbios registrados nos pacientes portadores de deficiência, outra característica da obsessão é a vampirização, ideoplastia, telementalização, hipnose, alienação mental, desajustes temperamentais, conduta irregular. Em alguns casos pode levar o doente até ao autismo, causando, rigidez, desagregação do pensamento, idéias delirantes, incoerência.
Como o Centro espírita pode ajudar?
R: Os Centros Espíritas oferecem vários tipos de tratamento, isto é, dependendo da necessidade do doente: Passe Magnético, Desobsessão, Passe à Distância, Reiki, ou outros tratamentos que a Casa Espírita julgar necessário.
Esse filme é muito bom e emocionante, aborda bastante um hospital psiquiátrico.
Abordado por policiais, um homem tranqüilo e estranho (Kevin Spacey, de Beleza Americana) se recusa a tirar seus óculos escuros. Motivo: a luminosidade na Terra é muito forte e ofuscaria seus olhos alienígenas. Em segundos, o suposto extraterrestre é internado como deficiente mental. Porém, não reage sequer aos medicamentos mais fortes. O psiquiatra Mark Powell (Jeff Bridges, de O Grande Lebowski) é designado para resolver o caso, mas logo o próprio médico se vê confuso (e fascinado) pelos enormes conhecimentos de física e astronomia de seu paciente. Quem seria aquele estranho homem, devorador de frutas, amigável e pacífico, que jura ter vindo de um planeta distante?
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30/10/2011
Se as letras bastassem – Emmanuel (Chico Xavier)
Mensagem linda para refletirmos...
Se as letras bastassem, não teríamos as nações superalfabetizadas da Terra patrocinando o ódio e a destruição em conflitos de morte.
Se as letras bastassem, não contemplaríamos a religião detida no culto externo e a ciência tanta vez convertida em arma de extermínio, nas mãos da inteligência destrambelhada.
Se as letras bastassem, não identificaríamos o suicídio por enfermidade moral, alastrando-se de preferência, entre as classes privilegiadas pela cultura do cérebro.
Se as letras bastassem, decerto, não seríamos defrontados, na atualidade, pela indústria crescente do aborto delituoso nos lares que a instrução e o reconforto assinalam, em muitas ocasiões, com o beneplácito de muitas autoridades humanas.
Não vale ensinar tão-somente a técnica do fazer.
Necessário, antes de tudo, saber fazer para o bem de todos.
Repletar-se-ão as arcas de um povo com o ouro fácil da economia de absorção indireta, todavia, se esse povo ignora com utilizar a riqueza na exaltação da grande fraternidade que rege a vida, nessa mesma grandeza de que se orgulha encontrará os agentes letais da miséria e do desespero.
Adornar-se-á o homem com títulos respeitáveis, no campo das profissões, entretanto, se não busca movimentá-los no auxílio dos outros, nessa mesma vantagem particular surpreenderá o caminho descendente para a ruína.
Impossível dispensar a escola que ilustra o raciocínio, mas, antepondo-se a ela, é indispensável se erga no mundo a orientação que apura o sentimento.
Antes de conhecer, é forçoso compreender, a fim de que o passo da criatura não se desvie do rumo certo.
É por isso, sem dúvida, que Jesus, embora anjo entre os anjos e sábio dos sábios, preferiu manifestar-se entre os homens como sendo o Divino Mestre do coração.
Emmanuel
(De Passos da Vida, de Francisco Cândido Xavier Espíritos diversos)
(Áudio completo) - André Luiz - Concentração Mental (Psicofonia de Chico...
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18/10/2011
17/10/2011
IMAGENS HISTÓRICAS...BRASIL - ÉPOCA DO DESCOBRIMENTO E DE MANOEL DA NÓBREGA
Descobrimento: chegam os portugueses
Nóbrega e a benção a Anchieta antes da partida
Nóbrega e a benção a Anchieta antes da partida - 2a imagem
Pátio do Colégio, SP: o início da cidade
Duas imagens de Nóbrega: perfil e em selo angolano
Casa rústica que era escola, igreja e morada
ao mesmo tempo
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| O massacre dos Potiguaras pelos portugueses |
16/10/2011
Anotações em Torno de "Nosso Lar"
1 - O irmão Lucius fez quanto pôde, a fim de trazer, aos amigos domiciliados no Plano Físico, alguns aspectos de Nosso Lar, a colônia de trabalho e reeducação a que nos vinculamos na Espiritualidade, especialmente o plano piloto que lhe diz respeito.
Para isso, encontrou a dedicação da médium Heigorina Cunha, na cidade de Sacramento, em Minas Gerais, no Brasil.
2 - Terá conseguido transmitir, minuciosamente, toda a imagem do vasto contexto residencial a que nos referimos?
Decerto que não, mas estamos à frente de uma realização válida pelas formas e idéias básicas que o mencionado amigo alinhou, cuidadosamente, através do intercâmbio espiritual.
3 - Justo lembrar aqui os mapas que Cristóvão Colombo desenhou, por influência de Mentores e Amigos Espirituais, antes de desvelar a figura da América.
Semelhantes esboços não continham a realidade total, no entanto, demonstram, até hoje, que o valoroso navegador apresentava a configuração do Novo Continente, em linhas essenciais.
4 - Convém esclarecer que Nosso Lar é uma colônia-cidade, habitada por homens e mulheres, jovens e adultos, que já se desvencilharam do corpo físico.
Outras colônias-cidades espirituais, porém, existem, às centenas, em torno da Terra, obedecendo às leis que lhe regem os movimentos de rotação e translação.
5 - Em toda parte, depois do berço, o homem, no centro da Natureza, é defrontado pelos princípios de seqüência.
Depois da morte também.
6 - Atendendo aos ditames da reencarnação e da desencarnação, nascem na experiência física e liberam-se dela milhares de criaturas humanas, no estado mental em que se comprazem.
7 - Quantos abordam o mundo material através do renascimento, evidenciam-se na condição em que se achavam, no Plano Espiritual, procedentes do mundo, lá se revelam tal qual se encontram, seja em matéria de evolução ou seja ante a contabilidade da lei de causa e efeito.
8 - Ninguém é constrangido a pensar dessa ou daquela forma, por força dos princípios universais que nos governam.
Cada consciência, encarnada ou desencarnada, é livre, em pensamento, para escolher o caminho que lhe aprouver, ainda que esteja, transitoriamente, nos resultados infelizes de opções que haja feito, no passado, resultados nos quais a criatura pode amenizar ou agravar a própria situação, na pauta da conduta que adote.
9 - Compreensível que os seres humanos transfiram para a Vida Espiritual, quando lhes ocorra desencarnação, os ideais nobilitantes e as paixões deprimentes, os desgostos e as alegrias, a convicção e a descrença, os valores do entendimento e os desmandos da inteligência, o conhecimento deficitário e a ânsia de elevação de que se vejam possuídos.
10 - Renascendo na Terra, a personalidade espiritual permanece internada na veículo físico, cercada de testes que lhe aferem o valor alcançado, com alicerces na assimilação do que já tenha realizado de melhor, em si mesma; e, desencarnado, essa mesma personalidade patenteia, claramente, o que é, como está e em que degrau evolutivo se acomoda, irradiando de si própria o clima espiritual em que se lhe apraz viver e conviver.
11 - No berço terrestre, a pessoa se reassume na família ou no grupo social em que deva reaprender lições e conclusões do pretérito, com o resgate de débitos que haja contraído, ou em que possa prosseguir nas tarefas de amor e cooperação às quais livremente se empenha.
12 - Na desencarnação, essa mesma pessoa retoma a companhia do grupo espiritual com que se afina, de modo a continuar mentalmente estanque, como deseja, ou de maneira a colher os resultados felizes no esforço de auto-sublimação que haja desenvolvido no Plano Físico, seja pelo aperfeiçoamento realizado em si mesma ou seja pelas tarefas enobrecedoras que tenha iniciado, entre os homens, entrando naturalmente no grupo de elevação a que se promoveu.
13 - Todo espírito é livre, no pensamento, para melhorar-se, melhorando o campo de vivência em que esteja, ou para complicar-se, complicando o campo de experiências a que se vincule.
14 - Nas colônias-cidades ou colônias-parques que gravitam em torno do Plano Físico, para domicílio transitório das inteligências desencarnadas, é natural que a luta do bem para extinguir o mal ou o desequilíbrio da mente, continue com as características que lhe conhecemos na Crosta da Terra.
15 - A morte não opera milagres. O ser humano, além ela, prossegue no trabalho do auto-burilamento ou estacionário, enquanto não aceite a obrigação de renovar-se e evoluir.
16 - As religiões, a filosofia e a ciência continuam, por necessidade das criaturas desencarnadas, crendo, estudando e experimentando na sustentação do progresso e do aprimoramento humano, oferecendo vastos domínios de serviço nobilitado aos seus intérpretes, cultivadores e expoentes.
17 - Considerando a densidade das multidões de espíritos desencarnados, desvalidos de orientações, vítimas de paixões acalentadas por eles próprios, analfabetos da alma, desvairados pelos sentimentos possessivos, portadores de enfermidades e conflitos que eles mesmos atraem e alimentam, espíritos imaturos e desinformados, de todas as procedências, é necessário que o lar de afinidades, o templo da fé, a escola e a predicação, a prece e o reconforto, o diálogo e a instrução, o hospital e a assistência, o socorro e os tratamentos de segregação, funcionem, nas comunidades do Mais Além, com extremada compreensão de quantos lhes esposam tarefas salvadoras.
18 - Para o esclarecimento gradativo dos espíritos desencarnados, que se revelam necessitados de apoio e e instrução ( e contam-se por milhões), a palavra articulada, falada ou escrita, irradiada ou televisada, ainda é o processo mais rápido de comunicação, embora a telepatia e a sublimação contêm, além da morte, com círculos de iniciados, cada vez mais amplos, em elevados níveis de entendimento.
19 - Justo que a didática, no Mais Além, utilize a lição, o exame, a exposição prática, os cursos vários de introdução ao conhecimento superior, a disciplina, o apólogo, a fábula, os exemplos da história e todos os recursos de auxílio aos companheiros necessitados de conhecimento e motivação para o bem deles próprios.
20 - Nas comunidades de criaturas desencarnadas, a afinidade é o clima ideal para a união dos seres, o interesse pela ascensão do espírito aos planos superiores é a marca de todos aqueles que já despertaram para o respeito a Deus e para o amor ao próximo, o trabalho do bem é incessante, a religião não tem dogmatismo, a filosofia acata os melhores pensamentos onde se manifestem, a ciência é humanitária e o esforço pelo próprio aperfeiçoamento íntimo é impulso infatigável em todas as criaturas de boa vontade.
21 - Além da morte, a vida continua e, com mais clareza, aí se vê a realidade da teologia simples que rege a evolução, em tudo o que a evolução possua em comum com a Natureza: "A cada um segundo as suas próprias obras".
Para isso, encontrou a dedicação da médium Heigorina Cunha, na cidade de Sacramento, em Minas Gerais, no Brasil.
2 - Terá conseguido transmitir, minuciosamente, toda a imagem do vasto contexto residencial a que nos referimos?
Decerto que não, mas estamos à frente de uma realização válida pelas formas e idéias básicas que o mencionado amigo alinhou, cuidadosamente, através do intercâmbio espiritual.
3 - Justo lembrar aqui os mapas que Cristóvão Colombo desenhou, por influência de Mentores e Amigos Espirituais, antes de desvelar a figura da América.
Semelhantes esboços não continham a realidade total, no entanto, demonstram, até hoje, que o valoroso navegador apresentava a configuração do Novo Continente, em linhas essenciais.
4 - Convém esclarecer que Nosso Lar é uma colônia-cidade, habitada por homens e mulheres, jovens e adultos, que já se desvencilharam do corpo físico.
Outras colônias-cidades espirituais, porém, existem, às centenas, em torno da Terra, obedecendo às leis que lhe regem os movimentos de rotação e translação.
5 - Em toda parte, depois do berço, o homem, no centro da Natureza, é defrontado pelos princípios de seqüência.
Depois da morte também.
6 - Atendendo aos ditames da reencarnação e da desencarnação, nascem na experiência física e liberam-se dela milhares de criaturas humanas, no estado mental em que se comprazem.
7 - Quantos abordam o mundo material através do renascimento, evidenciam-se na condição em que se achavam, no Plano Espiritual, procedentes do mundo, lá se revelam tal qual se encontram, seja em matéria de evolução ou seja ante a contabilidade da lei de causa e efeito.
8 - Ninguém é constrangido a pensar dessa ou daquela forma, por força dos princípios universais que nos governam.
Cada consciência, encarnada ou desencarnada, é livre, em pensamento, para escolher o caminho que lhe aprouver, ainda que esteja, transitoriamente, nos resultados infelizes de opções que haja feito, no passado, resultados nos quais a criatura pode amenizar ou agravar a própria situação, na pauta da conduta que adote.
9 - Compreensível que os seres humanos transfiram para a Vida Espiritual, quando lhes ocorra desencarnação, os ideais nobilitantes e as paixões deprimentes, os desgostos e as alegrias, a convicção e a descrença, os valores do entendimento e os desmandos da inteligência, o conhecimento deficitário e a ânsia de elevação de que se vejam possuídos.
10 - Renascendo na Terra, a personalidade espiritual permanece internada na veículo físico, cercada de testes que lhe aferem o valor alcançado, com alicerces na assimilação do que já tenha realizado de melhor, em si mesma; e, desencarnado, essa mesma personalidade patenteia, claramente, o que é, como está e em que degrau evolutivo se acomoda, irradiando de si própria o clima espiritual em que se lhe apraz viver e conviver.
11 - No berço terrestre, a pessoa se reassume na família ou no grupo social em que deva reaprender lições e conclusões do pretérito, com o resgate de débitos que haja contraído, ou em que possa prosseguir nas tarefas de amor e cooperação às quais livremente se empenha.
12 - Na desencarnação, essa mesma pessoa retoma a companhia do grupo espiritual com que se afina, de modo a continuar mentalmente estanque, como deseja, ou de maneira a colher os resultados felizes no esforço de auto-sublimação que haja desenvolvido no Plano Físico, seja pelo aperfeiçoamento realizado em si mesma ou seja pelas tarefas enobrecedoras que tenha iniciado, entre os homens, entrando naturalmente no grupo de elevação a que se promoveu.
13 - Todo espírito é livre, no pensamento, para melhorar-se, melhorando o campo de vivência em que esteja, ou para complicar-se, complicando o campo de experiências a que se vincule.
14 - Nas colônias-cidades ou colônias-parques que gravitam em torno do Plano Físico, para domicílio transitório das inteligências desencarnadas, é natural que a luta do bem para extinguir o mal ou o desequilíbrio da mente, continue com as características que lhe conhecemos na Crosta da Terra.
15 - A morte não opera milagres. O ser humano, além ela, prossegue no trabalho do auto-burilamento ou estacionário, enquanto não aceite a obrigação de renovar-se e evoluir.
16 - As religiões, a filosofia e a ciência continuam, por necessidade das criaturas desencarnadas, crendo, estudando e experimentando na sustentação do progresso e do aprimoramento humano, oferecendo vastos domínios de serviço nobilitado aos seus intérpretes, cultivadores e expoentes.
17 - Considerando a densidade das multidões de espíritos desencarnados, desvalidos de orientações, vítimas de paixões acalentadas por eles próprios, analfabetos da alma, desvairados pelos sentimentos possessivos, portadores de enfermidades e conflitos que eles mesmos atraem e alimentam, espíritos imaturos e desinformados, de todas as procedências, é necessário que o lar de afinidades, o templo da fé, a escola e a predicação, a prece e o reconforto, o diálogo e a instrução, o hospital e a assistência, o socorro e os tratamentos de segregação, funcionem, nas comunidades do Mais Além, com extremada compreensão de quantos lhes esposam tarefas salvadoras.
18 - Para o esclarecimento gradativo dos espíritos desencarnados, que se revelam necessitados de apoio e e instrução ( e contam-se por milhões), a palavra articulada, falada ou escrita, irradiada ou televisada, ainda é o processo mais rápido de comunicação, embora a telepatia e a sublimação contêm, além da morte, com círculos de iniciados, cada vez mais amplos, em elevados níveis de entendimento.
19 - Justo que a didática, no Mais Além, utilize a lição, o exame, a exposição prática, os cursos vários de introdução ao conhecimento superior, a disciplina, o apólogo, a fábula, os exemplos da história e todos os recursos de auxílio aos companheiros necessitados de conhecimento e motivação para o bem deles próprios.
20 - Nas comunidades de criaturas desencarnadas, a afinidade é o clima ideal para a união dos seres, o interesse pela ascensão do espírito aos planos superiores é a marca de todos aqueles que já despertaram para o respeito a Deus e para o amor ao próximo, o trabalho do bem é incessante, a religião não tem dogmatismo, a filosofia acata os melhores pensamentos onde se manifestem, a ciência é humanitária e o esforço pelo próprio aperfeiçoamento íntimo é impulso infatigável em todas as criaturas de boa vontade.
21 - Além da morte, a vida continua e, com mais clareza, aí se vê a realidade da teologia simples que rege a evolução, em tudo o que a evolução possua em comum com a Natureza: "A cada um segundo as suas próprias obras".
ANDRÉ LUIZ Uberaba, 17 de junho de 1983.
( Anotações recebidas pelo médium Francisco Cândido Xavier, em Uberaba, Minas Gerais)
Nosso Lar tem a forma de uma estrela
de seis pontas, localizando-se a Governadoria
no centro do círculo em que está inscrita a estrela.
de seis pontas, localizando-se a Governadoria
no centro do círculo em que está inscrita a estrela.
NOSSO LAR
(PLANO PILOTO)
Mencione-se, desde logo, que existem dois desenhos, o primeiro que abrange apenas a estrela, onde se localiza a Governadoria e os conjuntos habitacionais, inscritos dentro dela, destinados aos trabalhadores de cada Ministério; o segundo já engloba mais além, os conjuntos residenciais que, conquanto ainda afetos aos trabalhadores do Ministério, podem ser adquiridos por estes, através de "bonus-horas" e são suscetíveis de transmissão hereditária. Também nele se vê a grande muralha protetora da cidade.
Da Governadoria partem as coordenadas que dividem a cidade em seis partes distintas, afetas, cada uma, ao mesmo número de organizações especializadas, em que desdobra a administração pública, representadas, como já se disse, pelos Ministérios da Regeneração, do Auxílio, da Comunicação, do Esclarecimento, da Elevação e da União Divina.
Assim, a cidade está dividida em seis módulos, cada um deles partindo da Governadoria, junto à qual se eleva a torre de cada ministério, configurando-se como um centro administrativo.À frente deles está a grande praça que os circunda e que, para que se avalie o seu tamanho, está apta para receber, comodamente, um milhão de pessoas. A médium (Heigorina Cunha) descreve-a como belíssima, como piso semelhante ao alabastro, com muitos bancos ao seu redor, sendo que, nos espaços em que se vê o encontro dos vários vértices das bases dos triângulos, por detrás dos bancos, existem fontes luminosas multicoloridas, e em torno delas, flores graciosas e delicadas.
Além da praça temos os núcleos residenciais em forma de triângulo e que, como já se disse, se destinam aos trabalhadores de cada Ministério, sendo que os mais graduados residem mais próximos às praças e, portanto, ao centro administrativo.
Essas casas pertencem à comunidade e se um trabalhador se transfere para outro Ministério, deve mudar-se também para residir junto ao seu local de trabalho. Os quadros que se vêem desenhados dentro do triângulo, e junto à muralha, são quadras onde se erguem as residências.
Nos espaços que medeiam entre um núcleo habitacional e outro, seja e, direção à muralha, seja em direção ao núcleo correspondente ao Ministério vizinho, existem grandes parques arborizados onde se erguem outras construções que foram detalhadas na planta, destinados ao lazer ou serviços aos habitantes. Vê-se, por exemplo, no parque do Ministério da Regeneração, a locação do seu Parque Hospitalar; no Ministério da União Divina. o Bosque das Águas e, no Ministério da Elevação, o Campo da Música, todos referidos no livro Nosso Lar.
Cada núcleo residencial é cortado, no centro, por ampla avenida arborizada que o liga à praça principal e à Governadoria, e que se inicia junto à muralha.
Entre os núcleos em forma de triângulo e a muralha, estão os núcleos residenciais destinados aos Espíritos que, por seus méritos, podem adquirir suas casa mediante pagamento em bonus-hora, que é a unidade monetária padrão, correspondente a uma hora de trabalho prestado à comunidade. Estas casas, pertencendo aos que as adquiriram podem ser objeto de herança. Na planta aparecem umas poucas quadras, mas na verdade são muitas quadras, a perderem-se de vista e que se alongam até a muralha.
Cada núcleo residencial é cortado, no centro, por ampla avenida arborizada que o liga à praça principal e à Governadoria, e que se inicia junto à muralha.
Entre os núcleos em forma de triângulo e a muralha, estão os núcleos residenciais destinados aos Espíritos que, por seus méritos, podem adquirir suas casa mediante pagamento em bonus-hora, que é a unidade monetária padrão, correspondente a uma hora de trabalho prestado à comunidade. Estas casas, pertencendo aos que as adquiriram podem ser objeto de herança. Na planta aparecem umas poucas quadras, mas na verdade são muitas quadras, a perderem-se de vista e que se alongam até a muralha.
Circundando toda a cidade, está a grande muralha protetora, onde se acham assestadas as baterias de proteção magnética, para defesa contra as arremetidas dos Espíritos inferiores, o que não deve estranhar porque, como sabemos, a cidade está situada numa esfera espiritual de transição, abrigando espíritos que ainda devem reencarnar.
Por fora da muralha estão os campos de cultivo de vegetais destinados à alimentação pública.
A planta da cidade, no entanto, carece de medidas que nos propiciem uma exata compreensão de seu tamanho.
Mas podemos imaginar sua magnitude pelas referências que André Luiz nos faz.
É uma cidade amplamente disposta, para um milhão de habitantes.
O "aeróbus", correndo numa velocidade que não permite fixar os detalhes da paisagem e com paradas de três em três quilômetros, demora quarenta minutos para ir da Praça da Governadoria até o Bosque das Águas, que está localizado na planta.
Fonte: institutoandreluiz
Por fora da muralha estão os campos de cultivo de vegetais destinados à alimentação pública.
A planta da cidade, no entanto, carece de medidas que nos propiciem uma exata compreensão de seu tamanho.
Mas podemos imaginar sua magnitude pelas referências que André Luiz nos faz.
É uma cidade amplamente disposta, para um milhão de habitantes.
O "aeróbus", correndo numa velocidade que não permite fixar os detalhes da paisagem e com paradas de três em três quilômetros, demora quarenta minutos para ir da Praça da Governadoria até o Bosque das Águas, que está localizado na planta.
Fonte: institutoandreluiz
14/09/2011
Curas Espirituais
Cura Espiritual
De modo geral,
denomina-se como “Cura Espiritual” o restabelecimento da saúde por métodos
executados não pela medicina oficial, mas por meios paranormais. É de
muito tempo que o trabalho do homem, crente ou não, tem influído na saúde de
seu próximo. As tribos, os povos não desenvolvidos e os Sacerdotes e Pitonisas
da antiguidade restabeleciam a saúde de seus semelhantes por meios
desconhecidos até por eles mesmos. Só com a vinda de Jesus é que estes
atos foram executados de forma consciente. No Brasil, em
1900, Leopoldo Cirne fez o primeiro relato escrito sobre o assunto, a fim
de levá-lo para Paris, no IV Congresso Espírita. Na Europa, naquela
época, já se realizavam tratamentos de doenças através de
magnetização praticada por Espíritas, Martinistas, Rosacruzes,
Positivistas, Teosofistas etc., que defendiam a imortalidade da alma, o
intercâmbio entre vivos e mortos e a reencarnação. Depois de Allan Kardec,
apareceram os médiuns curadores, até que, em 1888, os espíritas da Espanha
fizeram demonstrações práticas na presença de cientistas e investigadores. Estes
trabalhos foram realizados por J. Fernandes, discípulo de Kardec.Em 1889, nas
comemorações do primeiro centenário da Revolução Francesa, reuniu-se em
Paris o II Congresso Espírita, agora representado por espíritas e
espiritualistas em geral. É de conhecimento geral que os sacerdotes faziam
sessões de cura em seus conventos, invocando o Espírito Santo. Porém,
perde-se na noite dos tempos o momento em que a cura por processos não médicos
foi utilizada, como benzeduras, mesinhas, sacrifícios de animais e outros
tantos processos usados pelo homem para socorrer seus semelhantes. Vemos isto
principalmente entre tribos brasileiras e africanas, fatos que deram lugar à
expressão irônica de Bocage: “Unta-se num instante, a perna torna a crescer e
fica melhor que dantes”. Isto fere o princípio de minha querida ortopedia.
Condições Necessárias
Antes de tudo, há
que se ter uma fé sincera, atuante, não vacilante. Um dos motivos pelo qual,
muitas vezes, a cura espiritual não se realiza é simplesmente a falta de
fé. Entenda-se aqui que esta fé é a convicção, não o fanatismo. Foi o
próprio Jesus quem sentenciou: “Tudo é possível para aquele que crê”. Não
é somente fé em quem pratica o ato da cura, mas também em quem recebe. As
vibrações fecundas de um e de outro se traduzem em um ajustamento
energético que, mesmo fora do campo espiritual, produz resultados
prodigiosos. A medicina oficial está cheia de processos psicossomáticos e de
placebos, todavia, o médium curador não deve se entusiasmar demais, para
não ser vítima de animismo e nem da empolgação de que ele é agente. Sabemos
que mesmo na cura por métodos puramente físicos, somos intermediários. Este
conceito ainda não está arraigado nos médicos, o que tiraria deles a empáfia de
curadores e salvadores. Falta a muitos a humildade de compreender que não
obteremos sucesso sem a presença de Deus e a intermediação dos bons
companheiros. É justamente isso que tem feito o fracasso de um lado e de
outro do tratamento, quer espiritual, quer medicamentoso. É este conceito de fé
que prova o tratamento e o diagnóstico à distância nas curas espirituais, o
que alguns rotulam de “tratamento por ausência”. Além disso, exige-se do
médium de cura uma conduta ilibada, alimentação adequada, pontualidade,
humildade, senso de autocrítica, instrução espiritual precisa, renovação de
seus conhecimentos espirituais, disciplina, bom relacionamento com outros
médiuns e respeito afetuoso com quem vai curar. Sem essas qualidades, um
médium curador não obtém êxito.
Sucesso e Fracasso na Cura
Espiritual
Existe sucesso na
cura espiritual mais do que pensamos ou sabemos. Em nosso modo de ver, o
merecimento é o elemento primordial para uma cura espiritual, além da harmonia
mental do médium e do doente, a
assistência espiritual requerida ou apresentada, a correta manipulação dos
fluidos, a vontade e o desejo de se curar. Baseado no harmonioso conjunto
mente e corpo, traduz uma possibilidade indiscutível de êxito. Essa
harmonia justifica muitas vezes o tratamento à distância, confirma o valor
mental do médium e assegura a confiança do doente. Isto se confirma
inúmeras vezes nas doenças tidas como incuráveis, nas quais até a
recomposição de órgãos está provada através de exames específicos. Diagnósticos
imediatos, tratamento espetacular, informes dos pacientes e atestados de
observadores e de profissionais da área comprovam firmemente o sucesso das
curas espirituais e a sobrevida dos beneficiados. As operações realizadas em
condições precárias e inadequadas, assistidas por quem entende, provam esses
sucessos e consolidam a crença de quem se dedica a elas. Entretanto, há
fracassos e muitos na cura espiritual. A descrença, a impontualidade e a
desídia concorrem muito para isto. É preciso saber e conveniente dizer que
as leis cósmicas não podem ser superadas pelos homens. Logo, em uma doença
cármica, só Deus pode curar. Ambrósio Paré, que não era espírita, dizia aos
seus doentes: “Eu te operei, Deus te curará”. Se ele, que fazia uma
amputação de coxa em sete minutos, tinha humildade, avaliamos hoje que, com
todo conhecimento de que dispomos, não temos nem podemos ter a pretensão de curar.
Somos instrumentos da vontade de Deus, pois se não fosse assim, se a cura
se realizasse só por nosso saber, todas as doenças seriam curáveis. Há outros
fatores que concorrem para o fracasso da cura espiritual, como o ambiente
desarmonioso, a falta de compostura do médium, a indisciplina do doente e
o defeito na reforma íntima. É indiscutível que quem se aventura a fazer
cura espiritual tem que se precaver com uma série de cuidados, a fim de
não ser surpreendido por chantagens, simulações, ciladas e tantos outros
recursos daqueles que descrêem e acusam o Espiritismo de mistificação. Assim, necessitamos
de um bom diagnóstico científico, tanto quanto possível, da assistência de
um médico espírita e de provas necessárias de doenças verídicas. As
doenças psicossomáticas, mesmo que possam parecer duvidosas, têm respaldo
científico e orientação espiritual, para que o médium não seja chantageado. A
presença de pessoas discordantes, obsediadas ou inconvenientes é outro motivo
de precaução para o tratamento espiritual. Somos partidários de um
ambiente reservado exclusivamente para este mister. O médium curador deve
evitar a todo custo a recompensa espiritual, principalmente a
pecuniária, para não misturar indesejavelmente as coisas.
“Dar de graça o
que se recebe de graça” deve ser uma constante na cabeça de quem faz cura
espiritual. O amor de Deus e a presença de Jesus são recompensas maiores
que o ouro do mundo.
Quem deve fazer Cura Espiritual?
Todo ser dotado de
fé, forrado de boa vontade e conhecedor do predomínio do espírito sobre a
matéria tem condição de fazer cura espiritual. Porém, como em matemática,
isto é necessário, mas não é o suficiente. A aptidão para realizar tal atividade
vem com o indivíduo desde o nascimento e desenvolvê-la é indispensável quando
há vontade de se dedicar a este trabalho. Assim, o médium que é instruído,
esclarecido, informado ou treinado para isto não deve se eximir desta missão. Alguns
centros espíritas preparam certos médiuns para a cura. É necessário muito
critério por parte do próprio dirigente e dos médiuns que vão se dedicar a
isto, pois o fato de querer não justifica a indicação, é preciso poder,
ter aptidão, ser preparado. Há centros que exigem cursos de até quatro
anos, exigência que revela o escrúpulo e o respeito que estes locais têm pelo
trabalho de seus médiuns e de sua reputação. Portanto, precisamos ser
exigentes na prática da cura espiritual. O que ocorre sempre é que um
médico desencarnado incorpora em um médium, que geralmente não é
diplomado, para a realização da cura espiritual. Comumente também, não é
somente um, mas um grupo de médicos desencarnados que se unem a fim de
levar ao doente a influência de seus conhecimentos e apresentar a habilidade de
transmitir ao médium a possibilidade de ser utilizado para este fim. A água
fluidificada e o próprio magnetismo do médium colaboram de maneira eficiente na
realização do ato de cura, principalmente quando este é operatório. Não se
infira daí que isto não possa acontecer à distância. Pode sim, pois o
transporte da equipe curadora não tem obstáculo para ir onde é necessário o
benefício da cura. O ritmo e o número de vezes que isso tem ocorrido prova
tal afirmativa. Uma outra condição para o poder da cura é a facilidade de
saber manejar o ectoplasma, porque este deverá ser usado como
substituto de um órgão ou de parte dele e isto quem vai doar é o próprio
médium.
Convencendo-se
da utilização da Cura
Sabemos que a cura
espiritual é um recurso ao qual a criatura humana recorre comumente quando
perdeu a esperança de recuperação pela medicina oficial. O paciente, em muitos
casos, procura os centros espíritas quando está desiludido e, às
vezes, são levados a eles até com descrença, por insistência de amigos. Todavia,
é forçoso confessar que o tratamento pela cura espiritual é tão eficiente e
seguro que um grande espírita brasileiro afirmou: “Se não fossem as curas
espirituais, coitados dos doentes do Rio de Janeiro”. O que precisamos é difundir
entre os profissionais de medicina os casos cientificamente comprovados de cura para
convencê-los a respeitar o tratamento espiritual. Aqueles que lidam com o Espiritismo
sabem que a cura se dá através dos fluidos magnéticos que o médium
transmite ao doente, porque o magnetismo simples pode fazer curas, mas
estas não são duradouras e são feitas para espetáculos públicos. A influência
do médium curador preparado suficientemente consegue, dizem os
entendidos, afastar um pouco o perispírito, que é onde justamente reside a
doença, para melhor agir nele e, por uma ação reflexa, agir no corpo. Assim
sendo, atuando sobre o perispírito, o médium vai alterar sua constituição
perturbada, restabelecendo sua organização natural e fazendo com que a
justaposição do perispírito ao corpo restabeleça a harmonia necessária
para a recuperação da saúde do paciente. É sabido que não há doença que
não deixe de agir no perispíritoe não há doença do corpo físico que não se
reflita naquele. Para isto, basta que o vidente desdobre a aura de seu
paciente. Quando se faz uma operação espiritual em um órgão ou se retira um
tumor deste, o ectoplasma do médium é enviado para aquela região para
recompor o órgão e restabelecer toda a sua função. É por isto que a cura é
definitiva, a função é recuperada e o aspecto do paciente é modificado. A
imposição das mãos revela a transmissão do fluido curador para seu paciente
e Jesus fez isto muitas vezes, ensinando este modo de agir. Entretanto, temos
confirmado a “cura à distância” ou a chamada “cura por ausência”, na qual
as mãos do médium não chegam lá, mas chegam os fluidos conduzidos por sua
força mental e pelos mensageiros do bem através do Fluido Universal. O
mundo está cheio de médiuns que realizam tais façanhas. A discussão da
veracidade das curas espirituais está apenas no campo teórico. Para quem deseja
se informar, o Espiritismo, especificamente no Brasil, pode responder aos
descrentes. A doutrina espírita está aberta para dar o testemunho sério e
honesto deste procedimento.
Curas Espíritas – Oswaldo de Souza
Associação Médico-Espírita do Brasil

















